Lucro da Apple cresce 78% favorecido por vendas de fim de ano

Fonte: DA REUTERS, EM SAN FRANCISCO – FOLHA.COM

A Apple reportou uma receita trimestral melhor que a esperada, impulsionada pelas vendas do iPhone e do iPad no final de ano, o que pode ajudar a aliviar preocupações de investidores com a decisão do presidente-executivo da empresa, Steve Jobs, de tirar licença médica.

A empresa divulgou nesta terça-feira um lucro líquido para o seu primeiro trimestre fiscal, encerrado em 25 de dezembro, de US$ 6 bilhões, ou US$ 6,43 por ação, alta de 78% ante o lucro de um ano antes, que ficou em US$ 3,4 bilhões, ou US$ 3,67 por ação.

A receita saltou 71%, para US$ 26,7 bilhões, bem acima das expectativas de Wall Street, que previa US$ 24,4 bilhões.

A Apple, conhecida por suas previsões conservadoras, ofereceu uma perspectiva que veio acima das projeções de analistas. A empresa espera que o lucro para o trimestre que se encerra em março fique em US$ 4,90 por ação, com receita de US$ 22 bilhões.

O presidente e co-fundador da Apple, Steve Jobs, que tirou uma licença médica na segunda-feira por um período indeterminado, é citado no comunicado, e saúda “um trimestre fenomenal, com vendas recorde (de computadores) Mac, iPhones, e (tablets) iPad”.

No período, o campeão de vendas foi o iPod, com 19,45 milhões de unidades comercializadas_queda de 7% em relação ao mesmo periodo do ano anterior. As vendas de iPhone cresceram 86% em um ano, para 16,4 milhões de unidades. O número de iPads vendidos chegou a 7,33 milhões no primeiro trimestre fiscal.

O que muda com os tablets

 

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Fonte: Por Tatiana de Mello Dias – Estadão

O céu de espelho no estande da Samsung na CES 2011. FOTO: STEVE MARCUS/REUTERS

 Logo na entrada da Consumer Eletronics Show (CES), em Las Vegas, um anúncio clamava: “4G for the people” (4G para o povo). Faz sentido. A rede de internet móvel, até dez vezes mais rápida do que o 3G, é uma das estrelas desta edição da feira. A possibilidade de estar conectado em qualquer lugar em alta velocidade abre um novo paradigma no mercado de eletrônicos: é preciso ter máquina para aproveitar essa rede de todos os lugares.

Que essa edição da CES é a dos tablets, ninguém duvida. Praticamente todas as grandes empresas lançaram seus rivais contra o iPad. Além da Samsung, que lançou seu Galaxy Tab no final de 2010, Motorola, LG, Asus, e Toshiba – só para citar algumas – apresentaram os seus dispositivos portáteis de acesso à rede com telas touchscreen. Mas não são os tablets que vão mudar o futuro digital. Vai além.

Daqui para frente, pouco vai importar o formato do aparelho pelo qual você se conecta. Pode ser um celular, um notebook ou um tablet com teclado acoplado. O importante é estar conectado para aproveitar tudo o que a banda larga sem fio (ou, como aqui nos EUA, o 4G) oferece – e que o aparelho tenha um bom processador para aproveitar isso.

Eis outro trunfo da CES 2011: os super smartphones. Eles são equipados com Android 2.2, vêm com tela maior do que 4 polegadas, tem câmeras traseira e frontal para videochamadas e filmam em full HD. Mas o que os difere de seus antecessores é seu coração: o processador de núcleo duplo.

É o que permite a realização de múltiplas tarefas – como ver e-mails, assistir a um vídeo no YouTube e, claro, realizar chamadas – sem sobrecarregar o sistema. Com tudo isso, quem precisa de desktop ou laptop? A Motorola, por exemplo, quer “mudar a maneira como as pessoas se relacionam com seus telefones”.

Para isso apresentou o Atrix 4G, smartphone que tem todas as características dos telefones top de linha, mas que ainda inclui um tal “dock laptop”. O celular vai conectado na parte traseira do dock e usa a tela, o teclado e o mouse para se transformar em um computador. Basta acoplar um no outro e tudo o que está no celular é rearranjado para a tela de 11,6’’ do dock. O aplicativo do Firefox torna possível abrir varias abas ao mesmo tempo e navegar normalmente. Alguém precisa de netbook?

Falando neles, não se vê muitos netbooks e notebooks por aqui. Claro que Sony, Samsung, Acer, todas têm os seus devidamente expostos. Mas os aparelhos já não têm o mesmo espaço de antes, e nem atraem tanto os olhares dos visitantes da feira.

Já os tablets, esses sim, estão por todos os lados e fazem os presentes se acotovelarem para experimentá-los. Mesmo as marcas chinesas mais genéricas já têm os seus. Equipados com Android, eles cumprem com relativa eficiência – mesmo que, em muitos casos, a tela touchscreen deixe a desejar – a função de acessar a internet, assistir a vídeos e ler livros na tela do aparelho.

E o 4G está no ar. E, com ele, os tablets que o suportam também estão ficando mais poderosos para garantir a melhor experiência possível de conexão em qualquer lugar.

A carta na manga do Google. Outra atração da feira também aposta nos tablets e veio do Google – mas não é um aparelho, e sim, a nova versão de seu sistema operacional para dispositivos móveis, o Android. A nova versão, batizada HoneyComb, promete ser uma das principais tendências de 2011. Ela foi desenvolvida especialmente para tablets, e melhora a experiência do usuário em telas maiores. Permite a visualização de funções diferentes na mesma tela, e a visualização de fotos, vídeos no YouTube e a navegação na internet é facilitada – não há mais a impressão de que o aparelho é um celular com a tela maior. Mas um aparelho realmente novo.

E no Brasil? O Xoom, tablet da Motorola, deve chegar ao país logo após o lançamento nos EUA. Foi o único que teve anúncio voltado para nós. Para desfrutar de suas qualidades, no entanto, temos que esperar a rede 4G no Brasil, promessa para 2013 (!). Mas, quando ela vier, prepare-se: as coisas vão mudar. E vão ficar muito mais divertidas.

CAÇA-CRIANÇA                                                                                                                                      

Esta é uma ideia bem vinda de uma marca desconhecida: um celular-rastreador para as crianças. Ele parece um bichinho virtual, tem uma tela sem cores e apenas cinco teclas. Cada uma delas armazena um telefone, como a casa dos pais e dos avós. O celular também monitorar a localização. A ideia é da chinesa Konka. (FOTO: Tatiana de Mello Dias/AE)

 

TV 3D AINDA É SÓ PROMESSA

Aposta na CES de 2010, as TVs 3D ainda não conquistaram o mercado esperado. Ainda assim, a maioria das empresas mostrou novos modelos, mais baratos e de tecnologia mais avançada. (FOTO: Steve Marcus/REUTERS)

 

 

 

E A POLAROID VOLTOU

    Quase todas as marcas apresentaram pelo menos um modelo de tablet – até a Polaroid (sim, ela mesma), que montou um estande razoável na CES. Mas o destaque ficou mesmo por conta de Lady Gaga que, junto à equipe de criação da marca, desenvolveu um óculos espião que fotografa, uma câmera digital e uma impressora portátil. (FOTO: Steve Marcus/REUTERS)

   

FONES COM GRIFE

  Não basta tocar música. O fone precisa mostrar o que toca. A moda agora são os fones com marcas. A família de Bob Marley lançou na CES uma coleção deles, e outras empresas apresentaram fones de hip hop, metal e outros estilos. (FOTO: Tatiana de Mello Dias/AE)

 

Rumo ao US$ 1 trilhão

A CES desse ano também marcou a saída da indústria da crise financeira mundial de 2008. Em 2009, a indústria faturou US$ 170 bilhões. Estima-se que em 2010 o setor ganhou US$ 175 bilhões e, em 2011, o valor voltará aos patamares recordes de 2008, com lucro de US$ 186 bilhões. Steve Koening, analista de mercado da feira, diz que, neste ano, o setor de eletrônicos de consumo deve atingir um novo patamar e o valor girado por este mercado, no planeta, deve chegar a US$ 964 bilhões. “Poderemos chegar à marca de um trilhão,” disse, frisando que as duas tendências neste crescimento são os smartphones e os tablets.

 

iPad como fonte de informação

Fonte: Por Fernando Martines LINK  Estadão.com

Pesquisa analisou hábitos de leitura de notícias no iPad. FOTO: Luke MacGregor/REUTERS

O que os usuários do iPad acham do aparelho? Para saber essa questão e, mais especificamente, o nível de satisfação dessas pessoas quanto ao uso do tablet para acompanhar notícias, uma equipe da Escola de Jornalismo de Missouri realizou uma pesquisa com 1.609 donos de iPad e constatou que os usuários estão satisfeitos com o produto, que ele é usado na maior parte do tempo para o consumo de notícias e que muitos dos que ainda mantêm uma assinatura de um jornal impresso já cogitam cancelá-la e ficar apenas no digital.

Acompanhe pesquisa completa em Inglês  no caderno Internacional/ News in English

Nível de satisfação e tempo gasto

– Mais de nove entre dez se dizem satisfeitos: 70,2% muito satisfeitos e 23,4% um pouco satisfeitos.

– 76,1% estão muito inclinados a recomendar o iPad para um amigo.

– 62,7% gastam mais de uma hora de um dia regular usando o iPad e 28,3% passam mais e duas horas.

Modos de usar

– Acompanhar notícias recentes e grandes eventos que estão ocorrendo é o principal uso do iPad, com 84,4%; ler livros, jornais e revistas vem em seguida com 81,5%; navegar pela internet com 80,8%; e checar e responder e-mails 75,8%.

– Mais de três quartos, 78,6%, passam 30 minutos de seu dia lendo notícias no iPad. Os entrevistados responderam em quais outras mídias eles gastavam o mesmo tempo consumindo notícias, e as porcentagens foram bem menores: televisão (52,5%), computadores (50,7%), edição de domingo do jornal impresso (30,7%) e edição normal do jornal impresso (18,8%).

– Quase metade (48,9%) passam uma hora ou mais usando o iPad especificamente para consumir notícias.

Para ler notícias

– Mais de nove entre dez se mostraram inclinados a consumir as notícias de um veículo por de seu aplicativo em vez de navegar pelo site (71,8% estão muito dispostos e 21,2% estão medianamente dispostos).

– 931 entrevistados afirmaram serem assinantes de um jornal impresso . Mais da metade (58,1%) dos entrevistados que assinam jornal impresso e usam o iPad para ler notícias durante mais de uma hora do dia estão muito dispostos a cancelar a assinatura do jornal impresso.

– 10,7% dos entrevistados afirmaram que cancelaram suas assinaturas de jornal e passaram a ler as notícias apenas no iPad.

iPad 2 vem aí

Fonte: Estadão.com – Link –  Por Murilo Roncolato

A Apple vai começar a vender a segunda versão do seu tablet iPad em abril do ano que vem. É o que afirma reportagem do tradicional jornal chinês Digitimes nesta terça-feira, 7. A publicação ouviu de fabricantes taiwanesas de peças que a Apple havia enviado um comunicado à sua fornecedora Foxconn Electronics pedindo um lote que varia de 400 mil a 600 mil unidades do novo aparelho a serem enviadas até fins de fevereiro de 2011.

A empresa de Steve Jobs planejava, segundo informação do jornal, exigir a remessa das suas fornecedoras em janeiro, mas em função de algumas partes do sistema ainda estarem em teste e a estabilização mais demorada que o esperado da nova fábrica da Foxconn em Chengdu, o prazo foi adiado.

O Digitimes soube que a Apple possui cerca de 1,8 milhões de iPads (o original) em estoque para o fim do ano e ainda vai pedir, no mínimo, outras 1,6 milhões de unidades do aparelho. A intenção da empresa é de diminuir os pedidos a fim de que os aparelhos restantes durem até o final de março, coincidindo com a data de lançamento do iPad 2.

A primeira versão do aparelho foi anunciada em janeiro de 2011 e lançada para o mercado estadunidense em abril. A partir de maio o iPad chegou a outras partes do mundo e agora na América Latina e na Coreia do Sul. Após vender mais de quatro milhões unidades só no terceiro trimestre (chegando 7,5 milhões), a Apple espera que com a chegada a esses novo mercados suas vendas no quarto trimestre cheguem a 7 milhões.

O iPad mais caro do mundo

Fonte: Estadão.com- Por Renato Cruz

 O iPad vendido no Brasil é o mais caro do mundo. Mesmo assim, foi um sucesso de vendas em seu primeiro dia no mercado brasileiro. Modelos com acesso à rede de telefonia celular de terceira geração (3G) já estavam em falta em algumas lojas na noite de ontem, menos de 24 horas depois do lançamento do produto.

Um levantamento feito pela Macworld Brasil em 10 países apontou o iPad brasileiro como o mais caro. O modelo mais simples sai por R$ 1.650 no Brasil, quase o dobro dos R$ 848 pagos nos Estados Unidos. Na Argentina, o segundo lugar mais caro, custa R$ 1.450.

Comparando os preços brasileiros com um estudo da australiana CommSec, publicado em maio, que englobou 10 países, também se conclui que o Brasil tem o iPad mais caro. O tablet da Apple está disponível hoje em 43 países.

A Apple tem seis modelos do iPad, sendo três com conexão de rede local sem fio Wi-Fi e três com Wi-Fi e 3G. Na noite de ontem, o site da Fast Shop já não tinha um modelo 3G, a Americanas.com não tinha dois modelos 3G e o Submarino não tinha nenhum dos três modelos 3G.

“As vendas do primeiro dia ficaram acima da expectativa”, disse Luiz Pimentel, diretor de marketing da Fast Shop e da A2You (rede especializada em Apple, que pertence à Fast Shop). “A procura pelos modelos 3G foi bastante forte.”

Pimentel garantiu que o modelo que acabou será reposto rapidamente, nos próximos dias. “A ideia é termos iPad para o Natal”, disse. A rede promoveu um lançamento à zero hora de ontem em sua loja do Shopping Iguatemi, que recebeu mais de 500 pessoas, em que um DJ tocava músicas no iPad.

O lançamento oficial da Apple foi feito com a Fnac, na loja do Shopping Morumbi, também à zero hora de ontem. A loja recebeu cerca de 500 pessoas, mais gente do que costumaram receber os lançamentos dos livros da série Harry Potter.

Segundo a Fnac, as vendas foram muito boas nas lojas e surpreendentes na internet. No site da rede varejista, o iPad ficou entre os produtos mais vendidos, com destaque para cidades da Região Nordeste.

A Fnac afirmou que não há risco de faltar produto. A rede disse que seu estoque é suficiente para esta semana e que a Apple sinalizou a entrega de um novo lote na semana que vem. No caso do iPhone 4, smartphone da Apple, houve reclamações de falta de produto no País.

Lançamento do iPad fica para o dia 3; Rio e SP terão lojas abertas à meia-noite

Preços vão variar de R$ 1.699 a R$ 2.599, dependendo da versão do aparelho.

Fonte: Célio Yano, de EXAME.com

Justin Sullivan/Getty Images

Tablet chega ao mercado brasileiro oito meses depois do lançamento nos Estados Unidos.

São Paulo – A Apple anunciou nesta segunda-feira (29) oficialmente a data de lançamento do iPad no Brasil. As vendas começarão nesta sexta-feira (3) na loja virtual da empresa e em revendas autorizadas. Embora tanto os modelos Wi-Fi quanto as versões Wi-Fi + 3G estreiem ao mesmo tempo, por enquanto não haverá vendas em lojas de operadoras de telefonia, que ficarão responsáveis apenas por fornecer aos consumidores os chips para utilização de planos de internet móvel.

Até esta segunda-feira, duas lojas confirmaram que estarão de portas abertas na virada do dia 2 para o dia 3 para o início das vendas à meia-noite. Em São Paulo, participará da ação a Fnac do Shopping Morumbi. A iTown do BarraShopping garantirá o comércio do iPad no primeiro minuto da sexta-feira para o Rio de Janeiro. Segundo a Apple, qualquer outra revenda autorizada também poderá seguir a estratégia de vendas se quiser.

Na semana passada, fontes próximas ao assunto haviam afirmado a EXAME.com que as vendas do iPad começariam no dia 2, mas oficialmente a Apple ainda não havia confirmado a informação.

Os preços sugeridos para o varejo serão de R$ 1.649, R$ 1.899 e R$ 2.199 para as versões Wi-Fi de 16GB, 32GB e 64GB; e de R$ 2.049, R$ 2.229 e R$ 2.599 para os modelos Wi-Fi + 3G com as mesmas capacidades. Pela loja virtual da Apple o iPad poderá ser parcelado em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito.

A lista completa de lojas que venderá o iPad a partir do dia 3 de dezembro pode ser consultada no site da Apple. A empresa não divulga quantas unidades serão colocadas no mercado nacional neste primeiro momento.

Sucesso no mundo

Lançado no início de abril nos Estados Unidos, o iPad é fenômeno de vendas nos países em que já está disponível. Somente em território americano, foram mais de um milhão de unidades vendidas em apenas 28 dias. Por conta da alta demanda, a Foxconn, empresa chinesa contratada pela Apple para fabricar o iPad, pretende acrescentar até novas 50 linhas de produção para atender a demanda pelo tablet em 2011, de acordo com o site DigiTimes.

Atualmente, a montadora tem capacidade para produzir 2,5 milhões de iPads por mês. Com a ampliação, a Foxconn deve aumentar a produção para 3,3 milhões de unidades por mês, o que eleva a produção anual para 40 milhões de aparelhos.

Eike Batista quer fábrica da Apple no Brasil

Empresário negocia com duas companhias asiáticas a instalação de uma montadora de produtos da Apple no país.

Fonte: Agência Estado

Rio – O empresário Eike Batista, do Grupo EBX, confirmou ontem que negocia a instalação no Brasil de uma montadora de produtos da Apple. Eike disse que já iniciou conversas com dois grupos que fazem na Ásia a montagem de aparelhos da empresa de tecnologia americana. A ideia é que a montadora seja instalada no complexo do Porto do Açu, da LLX, empresa de logística da holding, em São João da Barra, no litoral norte do Rio.

Caso tenha sucesso a negociação inicial, haverá a necessidade de aprovação do projeto por parte da Apple, explicou o empresário. “Sim, sim, a gente quer trazer. Por que a gente (no Brasil) tem de pagar duas vezes e meia o preço de um iPad?”, afirmou Eike, que na terça-feira já havia tocado no assunto ao responder dois seguidores no Twitter. “Nós merecemos. Estou me esforçando para isso, sim.”

Os nomes das montadoras não foram informados, nem a estimativa de investimento necessário para a implantação do projeto. Ícone da inovação no mundo digital, a Apple possui escritório de representação no Brasil, mas não fabrica no País nenhum de seus produtos. “Estou abordando as empresas que fazem essa montagem na Ásia. Não é a Apple, a Apple tem de aprovar depois. Você fala com as empresas que montam esses aparelhos para a Apple. Então, a conversa é com dois grupos. Estamos procedendo nessas conversas.”

A intenção de Eike é que a montadora de equipamentos tecnológicos seja a cereja do complexo industrial do chamado Superporto do Açu. Anunciado pela EBX como o maior investimento de infraestrutura portuária da América Latina – em torno de R$ 4,3 bilhões -, a previsão é de que o empreendimento entre em operação em 2012, contando com complexo industrial contíguo com área de 90 km². A expectativa da LLX é que sejam atraídos cerca de US$ 36 bilhões em investimentos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.