Dell anuncia tablet com teclado destacável XPS 10 e ultrabook híbrido XPS 12

Fonte: Folha de São Paulo

Antecipando o lançamento do Windows 8 e pegando carona na cobertura da mídia antes da abertura da feira alemã IFA, a Dell apresentou nesta quinta (30) sua nova linha de computadores, com três novos aparelhos.

O primeiro deles, o XPS One 27, é um tudo em um com tela de 27 polegadas e resolução de 2.560×1.440, quatro vezes a resolução HD. Ela é multitoque e fica sobre um suporte que permite que ela seja movimentada e posicionada em um ângulo de quase 45 graus. O processador é de 3,7 GHz.

O segundo, o XPS 12, é um híbrido com tela de 12,5 polegadas. A tela gira no próprio eixo e deita sobre o teclado, fazendo a transformação de notebook para tablet. O teclado é retroiluminado. Os dois modelos podem ser configurados até com processador Core i7, da Intel.

Lançamentos da Dell na IFA 2012

 

XPS One 27, tudo em um da Dell com Windows 8, anunciado durante evento pré-IFA para a imprensa em Berlim

O último deles, o XPS 10, é o primeiro aparelho com processador ARM da empresa e roda a versão RT do Windows. Ele tem tela de dez polegadas e um teclado destacável, o que faz dele também um híbrido. Com o processador mais econômico, a Dell diz que ele tem autonomia de até 20 horas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

XPS 10, tablet com teclado destacável anunciado em evento para a imprensa antes da feira IFA 2012

Eles chegam ao mercado ainda este ano, mas os preços ainda não foram definidos.

Os anúncios foram feitos durante a IFA, uma das maiores feiras de tecnologia do mundo. Em 2011, o evento recebeu 238 mil visitantes e teve 1.440 expositores.

Apesar de restrições, tablet Nexus 7, do Google, funciona bem no Brasil

O Google e a Asus ainda não divulgam previsão de quando o Nexus 7, tablet de 7 polegadas feito pelas duas empresas, chegará ao Brasil.

Fonte: LEONARDO LUÍS | Folha de SP

Enquanto isso, consumidores brasileiros mais apressados que quiserem trazer o Nexus 7 ao país poderão usar sem grandes restrições quase todos os recursos do aparelho, que tem Jelly Bean, versão mais recente do Android.

A Folha testou no Brasil o modelo de 8 Gbytes, vendido a US$ 199 nos EUA. Uma das novidades do sistema que integra o Nexus 7 é o Google Now, aplicativo nativo cuja proposta é dar numa única interface informações que ele supõe relevantes ao usuário no momento. Retângulos chamados de cards exibem dados sobre o clima, o trânsito e os próximos compromissos do usuário, entre outras coisas.

O Now mostra os cards quando julga conveniente. Dá para mudar o nível de prioridade, mas o usuário não pode exibi-los quando quer. Para alguns recursos funcionarem, é preciso ativar o Google Latitude e o serviço de histórico de pesquisa do Google.

Nos testes da Folha, feitos em São Paulo, o sistema errou por muito pouco onde ficava a casa do usuário, mas dá para editar o endereço. O Now usa o dado para indicar no card de trânsito a quanto tempo o usuário está de casa.

O card de transporte público exibiu corretamente linhas de ônibus que passavam num ponto perto do usuário. O de esportes ainda não funciona com equipes brasileiras. A proposta dele é mostrar informações como resultados de jogos sobre o time pelo qual o usuário torce -o sistema adivinha isso a partir do histórico de pesquisas.

VOZ

O Google Now inclui um recurso de reconhecimento de voz semelhante ao Siri, da Apple, mas ele não funciona com palavras em português.

O sistema pode até reconhecer as palavras de uma frase como “Quem é a presidente do Brasil?”, mas não consegue interpretar a pergunta. O resultado será uma busca feita no Google. Quando dita em inglês (“Who is the president of Brazil?”), a mesma pergunta traz como resultado um card com a foto e o nome da presidente e uma voz que diz: “The president of Brazil is Dilma Rousseff”.

O aplicativo do Google Music vem pré-instalado no Nexus 7, mas, atualmente, usuários brasileiros não podem se inscrever no serviço de armazenamento de música on-line nem comprar canções, livros e filmes na loja de conteúdo digital do Google. No Brasil, só músicas armazenadas no aparelho podem ser reproduzidas pelo Music.

Outro nativo é o Google Currents, compilador de publicações jornalísticas que ainda não tem nada do Brasil entre as opções pré-integradas ao app. No entanto, quem tem Google Reader pode ler seus feeds no Currents.

A leitura no Nexus 7 é muito confortável, especialmente por conta do peso (340 g) e do tamanho. A tela pequena, de 7 polegadas, minimiza o problema de adaptação que alguns apps, voltados a smartphones, costumam ter em tablets com Android.

Apple anuncia novo sistema para Macs chamado de ‘Mountain Lion’

Fonte Do G1, em São Paulo

O sistema OS X Mountain Lion chega em julho (Foto: Divulgação)

Versão 10.8 deve ser lançada para o usuário final na metade de 2012. Sistema introduz iMessage, e Twitter se torna nativo em programas.

A Apple anunciou nesta quinta-feira (16) a nova versão do seu sistema operacional para computadores e notebooks, o Mac OS X, que recebeu o nome de “Mountain Lion”. O sistema já está disponível para download para desenvolvedores.

A versão 10.8 do Mac OS X traz mais de 100 novos recursos para os Macs e deve ser lançada oficialmente para usuários finais em julho, mas a Apple ainda não divulgou data oficial.

A grande novidade é que o sistema aposenta o iChat, que permitia conversar por meio de texto e vídeo com outros usuários, e introduz o iMessage, programa de troca de mensagens já usados no iPad e iPhone. Segundo a Apple, os usuários poderão mandar mensagens ilimitadas, vídeos e fotos com outras pessoas e retomar a conversa iniciada em um Mac no iPhone ou iPad.

Novo Mac OS X, chamado de 'Mounain Lion' integra os Macs ao iPad e iPhone (Foto: Divulgação)

Há também um sistema de notificações de mensagens, e-mails e tuítes, que aparecem em uma aba especial na tela principal do computador, aplicativo de notas e listas de tarefas, tal qual no tablet e smartphone da Apple. Ao clicar nas notificações, os programas referentes à mensagem abrem automaticamente.

O sistema “Mountain Lion” substitui o “Lion”, apelido da versão 10.7, lançada em julho passado, e tenta unir os Macs com o sistema portátil iOS, armazenando e sincronizando os dados com o sistema iCloud. O “Lion”, lançado em junho de 2011, foi adotado por apenas 30% dos usuários de Macs, com 50% ainda usando o “Snow Leopard”, de 2010.

Maior integração
O usuário poderá tuitar sem precisar acessar o site ou um programa específico do Twitter. No Safari, navegador da empresa, ao acessar uma determinada página, basta clicar no ícone do Twitter para publicar uma mensagem na rede social. O mesmo pode ser feito para enviar uma mensagem para um contato por meio do iMessage.

O Game Center, rede social de jogos da Apple presente no iPad e iPhone, foi introduzida nos computadores. Os jogadores podem desde saber o que seus amigos estão jogando nas plataformas móveis até marcar partidas on-line de games dos próprios Macs. Há também rankings com resultados de amigos e de outros usuários nos games que podem ser visualizados pelo serviço. O Game Center já possui mais de 100 milhões de usuários cadastrados.

Para os usuários da Apple TV, o “Mountain Lion” permitirá visualizar a área de trabalho do computador na TV. Desse modo, sem fios, o usuários pode trabalhar em seus programas no notebook, por exemplo, e visualizar as imagens em um televisor. Além de assistir a filmes feitos no iMovie, o usuário poderá jogar games instalados no Mac na TV.

Novo sistema operacional permitirá visualizar área de trabalho do MAc na televisão por meio da Apple TV (Foto: Divulgação)

 

Apple chuta o pau da barraca e coloca preço absurdo no iPhone 4S. Pessoas fazem filas mesmo assim

Fonte: GIZMODO BRAZIL  – Por Pedro Burgos

Img- Gizmodo Brasil

Sério, Apple, tire este site do ar. É patético. Não faz sentido, não condiz com o que a marca fez até agora no Brasil ou em qualquer pedaço do planeta. O iPhone do seu site deveria vir com um nariz de palhaço de brinde. Ou você acha que os salários do Brasil aumentaram 44% no último ano? Sim, eu sei, o preço do iPhone sempre foi alto e que devemos comprar com planos, mas pelo menos custava mais ou menos o mesmo tanto que similares de outras marcas. Dessa vez não.

Bem, amiguinhos, olhem a tabela de preços do novo iPhone aí em cima (ou a completa lá embaixo). Achando que está com a bola toda e somos o país mais rico do mundo, a Apple e operadoras não se contentaram em oferecer o smartphone com maçã mais caro do planeta. A empresa de Cupertino se esforçou para colocar preços irreais na loja oficial.

O iPhone 4S está a partir de R$ 2.599 no site da Apple (versus US$ 699 no site da Apple dos EUA ou R$ 1.547 no segundo lugar mais caro, a Índia) e R$ 1.899 na TIM que, fugindo da regra, precisa de contrato e plano de dois meses no mínimo (ou seja: o preço real, no pré, é R$ 2.099). É a oferta menos bizarra e quase ok, dada a concorrência, que oferece descontos pífios em planos caros. Mas e o iPhone 4, provavelmente já made in Brazil? O smartphone de um ano e meio de idade ganhou o downgrade de memória (de 16 GB para 8 GB) e manteve o preço do lançamento: R$ 1.799. Com desconto de fidelização, na Claro, ele é R$ 400 mais caro que o Galaxy S II da Vivo de plano semelhante.

Independente do julgamento de qualidade, eu, você e qualquer pessoa normal acha bem caro, especialmente porque essa escalada dos preços parece ser específica do nosso país de gente bronzeada e acostumada a pagar caro. A Apple viu o burburinho em torno do aparelho, deve ter visto alguma pesquisa que eu não vi e, pensou: “Eles pagam caro e esgotam o aparelho. Por que não pagar mais ainda? Até quanto podemos aumentar?”. E aí seguraram o preço como se fosse segredo de estado. Pelas filas que vi nas lojas que passei nessa madrugada, o Brasil é um país riquíssimo, não há limites, então torrar todo o 13º em um celular é ok. Mas, para ser bem  justo, tenho alguma certeza de que as filas seriam pelo menos menores caso soubéssemos o preço de antemão. Foi quase uma pegadinha, e como o povo já tava lá de madrugada, o que são 500 Reais a mais ou a menos?

A fila da loja da TIM do Shopping Eldorado passou das 400 pessoas

Antes que você diga que “Apple sempre foi de elite”, é importante checar os fatos. Os produtos da Apple sempre tiveram um alto preço de entrada, mas não eram necessariamente caros, comparando com produtos absolutamente equivalentes. E, sobre a Apple do Brasil, especificamente, a verdade é que verificando outras marcas como Samsung, Sony, Dell ou várias outras, os produtos da maçã sempre tiveram uma “taxa de conversão” menos absurda. Em outras palavras, um produto da Apple no Brasil era “só” quase o dobro, quando um Vaio P ou um HP Envy ou mesmo o Galaxy Tab original custavam bem mais que o dobro do preço convertido. Mesma coisa para o iPhone. US$ 649 nos EUA, US$ 1.090 no Brasil há um ano. Era bem caro, o maior do mundo, mas tinha aquele papo de impostos e tal. Funcionava pra Apple e todas as outras. A Motorola e Samsung cansaram de lançar aparelhos de US$ 599 nos EUA a R$ 2 mil aqui. Mas divago.

O ponto é que, até outro dia desses, quando a Apple lançava um novo produto para substituir outro havia dois caminhos: ou ele era ligeiramente mais barato ou mantinha o mesmo preço. O iPad 2 chegou pelo preço do iPad 1, mesma coisa pros novos MacBook Air ou o iPhone 4 em relação ao 3GS. Sim, no último ano o câmbio ficou um pouco desfavorável e houve um aumento de até 50 dólares em outras partes do mundo do 4S em relação ao 4, mas o acréscimo exagerado no Brasil não faz sentido. Especialmente agora que a demanda é maior, temos uma melhor estrutura de distribuição local e até fábrica. Teoricamente, o custo seria menor. Qual a lógica?

A lógica é simples: “coloque o preço que for, que esses caras do Brasil vão pagar.” É uma questão de haver demanda. Pela conveniência e “oportunidade”, a gente paga R$ 800 pra um ingresso de show, R$ 15 por um copinho de sorvete que custa R$ 4 na Argentina, mais que o triplo de uma garrafa de vinho chileno de média qualidade. R$ 630 em um “cabo HDMI premium”. Nós pagamos. Pode mandar. A Apple e as operadoras estão erradas em cobrar caro e lucrar muito em cima do público que está disposto a pagar? No nosso sistema de mercado, não. Mas, de uma forma ou de outra, ela está reposicionando a marca no Brasil: aqui é um mundo à parte, com preços terrivelmente inflacionados, porque há bastante gente disposta a pagar muito caro. É isso que ela quer para o futuro? Na minha cabeça, se o iPhone 4 caísse para uns R$ 1.200 para brigar com o Milestone 3 ou algo assim, e o 3GS entrasse na faixa de preço de Defys e Aces ela teria chances reais de aumentar o seu marketshare, cooptando egressos de featurephones e Nokias. Com esses preços, ela parece se achar inabalável pelas forças do mercado, acima dessa classe emergentezinha aí. Acho arriscado e, acima de tudo, pouco simpático. Começo a ver “#Fora Apple” até nos comentários da MacMagazine. Não era isso que o anúncio do iPhone 4 “a um preço incrível” sugeria.

Se o preço do iPhone 4S é resultado dos “investimentos da Apple no Brasil”, junto da vindoura única loja do iTunes no mundo com preços inflacionados para agradar advogados, eu preferia quando ela estava lá, de longe, só mantendo uma operação mínima de importação. Estou fazendo tempestade em copo d’água porque o preço da TIM é bem parecido com o resto (R$ 100 a mais que o S II e R$ 100 a menos que o RAZR)? Não exatamente, como poderemos ver depois analisando os planos de todas as operadoras. E mesmo que fosse, o preço “oficial” da Apple Store já seria problemático.

Mas agora que eu reclamei o que tinha de reclamar por uma madrugada, vamos às coisas práticas. O iPhone 4S em si é sensacional. Ele é igual por fora mas incrivelmente rápido, a recepção no 3G dele é ótima, o GPS tem uma precisão absurda (de, dentro de um shopping ele dizer em qual loja eu estou rapidamente), a câmera é a melhor já feita para um celular (sim, teremos fotos lado a lado com o N8 no teste) e o navegador ainda é a experiência mais consistente para ver sites. Fora os apps. Então, sim, entre os que estão disponíveis no Brasil, e eu já testei todos os que interessam, ele é o que mais gosto. Mas vale tudo isso? Se você tem dinheiro sobrando, por que não? Vá em frente. Mas o problema que eu vejo é que essas filas de mais de 200 pessoas em várias lojas do Brasil (e a bizarrice no shopping Eldorado em São Paulo) dão a impressão de que o País inteiro tem dinheiro sobrando. E isso pode dar uma ideia errada à Apple e outras fabricantes.

E, sim, eu também acho que aparelhos como o iPhone 4S fazem mais sentido em um plano de fidelização, com desconto. Mas mesmo nisso, a Apple e operadoras não estão sendo muito generosos. No plano Vivo Smartphone 200, o iPhone 4S sai R$ 1.649, por exemplo. O RAZR, que custa R$ 1.999 no preço cheio, sai por R$ 899 no mesmo plano. Em resumo: os descontos são pequenos, independente do plano, mas qualquer lugar é bizarramente mais barato que a Apple Store.

Aos preços (tabela completa amanhã – ainda não consegui compilar tudo)

Loja da Apple (desbloqueados):
iPhone 4S 16 GB: R$ 2.599
iPhone 4S 32 GB: R$ 2.999
iPhone 4S 64 GB: R$ 3.399
iPhone 4 8 GB: R$ 1.799
iPhone 3GS 8 GB: R$ 1.199

VIVO
iPhone 4S 16 GB: R$ 2.050 (desbloqueado),

iPhone 4S 32 GB: R$ 2.350 (desbloqueado),
iPhone 4S 64 GB: R$ 2.650 (desbloqueado),

Oi:
iPhone 4S 16 GB: R$ 1.999 (desbloqueado),

iPhone 4S 32 GB: R$ 2.269 (desbloqueado),
iPhone 4S 64 GB: R$ 2.699 (desbloqueado),

TIM:
iPhone 4S 16 GB R$ 1.899 (com um plano mínimo de 60 dias, teremos mais informações em breve)

Na madrugada vi algumas pessoas recebendo descontos especiais de lançamento/VIP (como havia avisado), de pontos ou portabilidade, mas nada muito sensacional. Quem quiser o iPhone 4S vai ter que abrir a carteira ou aproveitar alguma viagem/amigo. Difícil apoiar a Apple Brasil.

iPhone 5, último projeto de Steve Jobs, chega em 2012

Fonte: Maurício Grego, de 

O iPhone 5 foi o último projeto em que Steve Jobs esteve envolvido diretamente, do esboço conceitual ao aspecto final, diz analista.

A ilustração, do site francês Nowhere Else, mostra como poderá ser o iPhone 5

São Paulo — O próximo iPhone, chamado informalmente de iPhone 5, foi o último projeto em que Steve Jobs esteve envolvido diretamente, do esboço conceitual ao aspecto final. Ele deverá ser lançado no Inverno (brasileiro) de 2012. Quem diz isso é Ashok Kumar, analista da empresa Rodman & Renshaw, num relatório citado pelo noticiário americanoCnet.

Kumar escreveu, em seu relatório, que o iPhone 5 será uma versão completamente redesenhada do smartphone. Será mais fino e terá tela maior. Mas suas dimensões externas serão similares às do iPhone 4. Também se espera que tenha acesso a redes celulares de quarta geração, do tipo LTE.

Brooke Crothers, que escreveu sobre o assunto na Cnet, diz ter conversado com uma pessoa na Apple que confirmou as informações do analista. Com pouco tempo para dedicar à Apple numa fase em que sua saúde já se deteriorava, Steve Jobs preferiu se concentrar no iPhone 5, deixando a reforma do iPhone 4 – que resultou no iPhone 4S – para outros profissionais, diz Crothers.

De fato, se olharmos apenas para o hardware, o que a Apple fez, no iPhone 4S, foi incorporar uma câmera melhor e o processador que já existia no iPad 2, além de resolver o problema da antena. O sistema operacional iOS 5 e o iCloud trazem novidades mais abundantes. Mas eles também funcionam no iPhone 4 e no 3GS, além do iPad e do iPod touch.

Assim, faz sentido supor que o iPhone 5 virá completamente redesenhado, como afirmam Kumar e Crothers. É bom lembrar que algo parecido já aconteceu na transição do iPhone 3G para o 4. Entre eles, a Apple apresentou o iPhone 3GS, que tem aspecto idêntico ao do seu antecessor, mas traz melhoramentos internos.

Sincronia com as operadoras

Esses lançamentos esboçam um padrão em que a Apple apresenta um iPhone redesenhado a cada dois anos. Entre um e outro, ela solta uma versão ligeiramente melhorada. Não é certo que a empresa vá continuar seguindo esse padrão no futuro, mas é o que tem acontecido.

 Uma das razões apontadas para isso é manter os lançamentos em sincronia com os contratos de serviços das operadoras. Nos Estados Unidos, quase todos os celulares são vendidos atrelados a um contrato de serviços. Na maioria dos casos, esses contratos têm validade de dois anos. O usuário pode ser multado se desistir antes do fim. Algumas operadoras até permitem a troca do aparelho durante a vigência do plano. Mas, em muitos casos, a troca sem multa só é possível no final do período.

A Apple deve começar a vender o iPhone 5 no segundo semestre de 2012. Nessa época, quem comprou um iPhone 4 no ano passado nos Estados Unidos estará no final do contrato com a operadora. Ou seja, haverá milhões de americanos querendo trocar seu iPhone 4 por um aparelho mais novo. Será o momento perfeito para um grande lançamento.

O problema do 4G

Há outra provável razão para a Apple deixar o iPhone 5 para 2012. Há uma expectativa de que o futuro iPhone tenha conexão celular 4G LTE, que proporciona acesso à internet mais veloz que o da rede 3G. Mas as redes LTE ainda não estão disponíveis em todos os lugares. No Brasil, por exemplo, ainda não há nenhuma em operação comercial. Assim, é desejável que o iPhone 5 consiga operar tanto em 4G como em 3G.

Alguns smartphones de outras marcas conseguem isso usando dois chips separados. Mas essa solução aumenta o consumo de energia e torna o aparelho maior. Aguardando até 2012, a Apple ganha duas vantagens. A primeira é contar com chips híbridos, que devem começam a sair das fábricas no final deste ano. Bastará um deles para que o smartphone funcione nos dois tipos de rede.

A segunda vantagem é que, na metade de 2012, as redes de quarta geração estarão disponíveis em mais lugares. Isso deve reduzir a chance de os usuários ficarem frustrados por terem comprado um smartphone 4G mas só conseguirem usá-lo com a tecnologia antiga, de terceira geração.

Au tribunal de Paris, la “drôle de guerre” de Samsung et Apple

SOURCE : LEMONDE.FR |  Mis à jour le 18.11.11 | 09h22

Damien Leloup

Un iPhone d'Apple (à gauche) et un terminal Samsung.REUTERS/© Truth Leem / Reuters

“C’est le dernier épisode d’une guerre totale, selon les propres mots de la direction de Samsung, totalement engagée contre Apple et qui vise ni plus ni moins à sortirApple du marché de la téléphonie mobile.” L’avocate d’Apple ne mâche pas ses mots, ce 17 novembre, au tribunal de grande instance de Paris. Il faut dire que l’enjeu est de taille : Samsung, qui accuse Apple de violation de plusieurs brevets, demande tout simplement une interdiction immédiate de vente de l’iPhone 4S, le dernier-né de la marque à la pomme.

Dans la salle, l’ambiance est, elle, plutôt détendue. Au dernier rang, cinq cadres de Samsung, venus spécialement de Séoul, suivent les débats traduits en direct en coréen. Sur le banc d’en face, deux de leurs homologues d’Apple suivent une autre traduction, en anglais celle-là. Dans un coin de la salle, ceux et celles dont le vol est arrivé ce matin ont empilé leurs valises

LICENCES ET CONTRATS

L’audience est donc suffisamment importante pour que chacune des deux entreprises, outre leurs six avocats chacune, aient jugé bon de faire venir des cadres de l’autre bout du monde. Mais que reproche Samsung à son concurrent (dans la téléphonie, les tablettes) et partenaire (dans la construction de puces) ? L’utilisation de plusieurs brevets portant sur la norme UMTS (téléphonie 3G). Et le géant coréen demande donc, en référé, l’interdiction de la vente des iPhone 4S.

Durant l’audience, ce ne sont pas seulement deux poids lourds de la téléphonie qui s’affrontent, mais aussi deux philosophies : Samsung mène la bataille sur le terrain technique, Apple sur le terrain juridique… et politico-économique. Armés de multiples panneaux bardés de schémas, de documents techniques et d’analogies, les conseils de Samsung sont entrés, durant plus d’une heure, dans le détail de leurs brevets portant sur la qualité de transmission des données. Des brevets“essentiels”, selon Samsung, qu’Apple utiliserait sans autorisation.

Face à eux, les six avocats d’Apple opposent un argument simple et entièrement juridique : ils ne contestent pas l’importance des brevets de Samsung, ni le fait que les produits Apple les utilisent. Mais ils affirment, contrat en main, que l’entreprise dispose d’une licence pour ces brevets par le biais de son contrat avec Qualcomm, le fabriquant de puces électroniques utilisées pour la 3G dans les iPhone. Un argument conforté par une lettre envoyée par Samsung à Qualcomm, lui demandant de cesser d’accorder des licences à Apple, quelques jours après le dépôt d’une plainte d’Apple contre Samsung. De leur côté, les conseils de Samsung avancent que l’entreprise ne touche pas de redevance de Qualcomm, et estiment donc que le fabricant de puces ne peut pas, légalement, concéder de licences à des tiers.

ABUS DE POSITION DOMINANTE

Pour la firme à la pomme, toute interdiction de vente mettrait, de fait, Samsung en capacité de profiter d’un abus de position dominante. Mais la présidente de la première chambre ne semble pas convaincue. “Au fond, il n’y a qu’un problème de redevance”, tranche-t-elle. Lorsqu’une compagnie détient un brevet qui fait partie d’une norme, elle doit en effet proposer obligatoirement des licences à toute entreprise qui en fait la demande. Apple et Samsung sont cependant en désaccord sur le montant de ladite redevance. Samsung demande 2, 4 %, et ironise sur la marge que touche Apple sur chaque terminal vendu. “Cela n’empêchera pas Apple de continuer à fabriquer et à vendre des téléphones”, explique un des avocats du géant coréen.

Mais selon Apple, la plainte de Samsung est avant tout une manière de fairepression. “Si vous ouvrez un iPhone, vous y trouverez deux puces : une puce Samsung, et une puce Qualcomm”, détaille un avocat d’Apple, brandissant un téléphone sous scellés. “Nos terminaux sont compatibles avec la norme UMTS depuis 2007 ; Samsung ne peut pas faire semblant de le découvrir aujourd’hui.”

Après plus de quatre heures de débat, la présidente pose une question finale : y a-t-il une procédure de conciliation en cours ? Non, répondent les deux parties après un bref silence. “Nous ne sommes pas là pour déterminer un taux de licence”, assène la présidente, avant de mettre le jugement en délibéré au 8 décembre. Sur les bancs du fond, le gros de la délégation coréenne a levé le camp depuis une bonne heure.

iTunes pode chegar ao Brasil em dezembro

Fonte: Por Murilo Roncolato / LINK – ESTADAO

Colunista afirma que a Apple deve inaugurar dois escritórios em São Paulo e expandir o acesso à loja para usuários no Brasil

SÃO PAULO – O rumor de que a loja de aplicativos e player de músicas da Apple, o iTunes, viria de vez para o mercado brasileiro não é novo, mas ganhou força após um colunista da revista Época publicar que a empresa tem planos de abrir dois escritórios em São Paulo no mês que vem. A informação teria sido passada ao colunista por um “amigo da coluna ligado ao mercado fonográfico”.

Com inciativa, seria possível comprar músicas, filmes e jogos pela iTunes Store sem a necessidade de encomendar cartões pré-pagos (gift cards) ou forjando endereços nos Estados Unidos, alternativas usadas atualmente para driblar a restrição.

Em maio, o rumor era de que redes como Fnac, Extra e FastShop passariam a vender esses cartões (nos valores de R$ 10, R$ 20 e R$ 40) para consumidores aqui no Brasil. A vinda da empresa para cá, pode tornar essa prática desnecessária.

A informação publicada na quarta-feira, 16, pelo blogueiro é a de que será criada em São Paulo uma loja focada nos produtos da Apple para a América Latina e outra exclusivamente para o Brasil. O colunista, no entanto, apesar de garantir a informação, erra ao se mostrar indignado pelo suposto fato de não existir artistas brasileiros na loja da Apple.

“Há anos, a operação é esperada, já que há muitos artistas que ficam de fora da maior loja digital do mundo por não terem força suficiente no mercado internacional, como por exemplo, Maria Bethânia, por incrível que pareça.” A cantora está, sim, na iTunes Store, como observou o site Tecnoblog.

Em português. As páginas da iTunes Store também estão se abrasileirando. Segundo a MacMagazine, o iTunes Store já traduziu para o português alguns termos usados na loja.  Substituiu, por exemplo, “Quick Links” por “Links Rápidos”, “Account” por “Conta”; “Redeem” por “Resgatar” e “Purchases” por “Compras”.

Outro avanço está na descrição de aplicativos (na parte que cabe à Apple, não necessariamente na de responsabilidade do desenvolvedor), que também ganhou termos em português.