Dell anuncia tablet com teclado destacável XPS 10 e ultrabook híbrido XPS 12

Fonte: Folha de São Paulo

Antecipando o lançamento do Windows 8 e pegando carona na cobertura da mídia antes da abertura da feira alemã IFA, a Dell apresentou nesta quinta (30) sua nova linha de computadores, com três novos aparelhos.

O primeiro deles, o XPS One 27, é um tudo em um com tela de 27 polegadas e resolução de 2.560×1.440, quatro vezes a resolução HD. Ela é multitoque e fica sobre um suporte que permite que ela seja movimentada e posicionada em um ângulo de quase 45 graus. O processador é de 3,7 GHz.

O segundo, o XPS 12, é um híbrido com tela de 12,5 polegadas. A tela gira no próprio eixo e deita sobre o teclado, fazendo a transformação de notebook para tablet. O teclado é retroiluminado. Os dois modelos podem ser configurados até com processador Core i7, da Intel.

Lançamentos da Dell na IFA 2012

 

XPS One 27, tudo em um da Dell com Windows 8, anunciado durante evento pré-IFA para a imprensa em Berlim

O último deles, o XPS 10, é o primeiro aparelho com processador ARM da empresa e roda a versão RT do Windows. Ele tem tela de dez polegadas e um teclado destacável, o que faz dele também um híbrido. Com o processador mais econômico, a Dell diz que ele tem autonomia de até 20 horas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

XPS 10, tablet com teclado destacável anunciado em evento para a imprensa antes da feira IFA 2012

Eles chegam ao mercado ainda este ano, mas os preços ainda não foram definidos.

Os anúncios foram feitos durante a IFA, uma das maiores feiras de tecnologia do mundo. Em 2011, o evento recebeu 238 mil visitantes e teve 1.440 expositores.

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Americano de 15 anos cria exame de câncer barato e rápido

Teste criado por ‘menino prodígio’ Jack Andraka é 168 vezes mais veloz que o padrão e milhares de vezes menos caro

Fonte: Agência Estado

O estudante americano de 15 anos Jack Andraka gosta de andar de caiaque e é fã da série de TV Glee. Mas além de estudar e de se dedicar aos passatempos tradicionais de um adolescente, ele desenvolveu um exame barato e rápido para detectar câncer em seus estágios iniciais em um dos mais conceituados laboratórios de câncer no mundo. 

O teste criado por Jack é 168 vezes mais rápido e 26 mil vezes menos caro que o teste padrão. Ele agora realiza seus experimentos na renomada Johns Hopkins University, na cidade de Baltimore, nos Estados Unidos. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Apesar de restrições, tablet Nexus 7, do Google, funciona bem no Brasil

O Google e a Asus ainda não divulgam previsão de quando o Nexus 7, tablet de 7 polegadas feito pelas duas empresas, chegará ao Brasil.

Fonte: LEONARDO LUÍS | Folha de SP

Enquanto isso, consumidores brasileiros mais apressados que quiserem trazer o Nexus 7 ao país poderão usar sem grandes restrições quase todos os recursos do aparelho, que tem Jelly Bean, versão mais recente do Android.

A Folha testou no Brasil o modelo de 8 Gbytes, vendido a US$ 199 nos EUA. Uma das novidades do sistema que integra o Nexus 7 é o Google Now, aplicativo nativo cuja proposta é dar numa única interface informações que ele supõe relevantes ao usuário no momento. Retângulos chamados de cards exibem dados sobre o clima, o trânsito e os próximos compromissos do usuário, entre outras coisas.

O Now mostra os cards quando julga conveniente. Dá para mudar o nível de prioridade, mas o usuário não pode exibi-los quando quer. Para alguns recursos funcionarem, é preciso ativar o Google Latitude e o serviço de histórico de pesquisa do Google.

Nos testes da Folha, feitos em São Paulo, o sistema errou por muito pouco onde ficava a casa do usuário, mas dá para editar o endereço. O Now usa o dado para indicar no card de trânsito a quanto tempo o usuário está de casa.

O card de transporte público exibiu corretamente linhas de ônibus que passavam num ponto perto do usuário. O de esportes ainda não funciona com equipes brasileiras. A proposta dele é mostrar informações como resultados de jogos sobre o time pelo qual o usuário torce -o sistema adivinha isso a partir do histórico de pesquisas.

VOZ

O Google Now inclui um recurso de reconhecimento de voz semelhante ao Siri, da Apple, mas ele não funciona com palavras em português.

O sistema pode até reconhecer as palavras de uma frase como “Quem é a presidente do Brasil?”, mas não consegue interpretar a pergunta. O resultado será uma busca feita no Google. Quando dita em inglês (“Who is the president of Brazil?”), a mesma pergunta traz como resultado um card com a foto e o nome da presidente e uma voz que diz: “The president of Brazil is Dilma Rousseff”.

O aplicativo do Google Music vem pré-instalado no Nexus 7, mas, atualmente, usuários brasileiros não podem se inscrever no serviço de armazenamento de música on-line nem comprar canções, livros e filmes na loja de conteúdo digital do Google. No Brasil, só músicas armazenadas no aparelho podem ser reproduzidas pelo Music.

Outro nativo é o Google Currents, compilador de publicações jornalísticas que ainda não tem nada do Brasil entre as opções pré-integradas ao app. No entanto, quem tem Google Reader pode ler seus feeds no Currents.

A leitura no Nexus 7 é muito confortável, especialmente por conta do peso (340 g) e do tamanho. A tela pequena, de 7 polegadas, minimiza o problema de adaptação que alguns apps, voltados a smartphones, costumam ter em tablets com Android.

Apple anuncia novo sistema para Macs chamado de ‘Mountain Lion’

Fonte Do G1, em São Paulo

O sistema OS X Mountain Lion chega em julho (Foto: Divulgação)

Versão 10.8 deve ser lançada para o usuário final na metade de 2012. Sistema introduz iMessage, e Twitter se torna nativo em programas.

A Apple anunciou nesta quinta-feira (16) a nova versão do seu sistema operacional para computadores e notebooks, o Mac OS X, que recebeu o nome de “Mountain Lion”. O sistema já está disponível para download para desenvolvedores.

A versão 10.8 do Mac OS X traz mais de 100 novos recursos para os Macs e deve ser lançada oficialmente para usuários finais em julho, mas a Apple ainda não divulgou data oficial.

A grande novidade é que o sistema aposenta o iChat, que permitia conversar por meio de texto e vídeo com outros usuários, e introduz o iMessage, programa de troca de mensagens já usados no iPad e iPhone. Segundo a Apple, os usuários poderão mandar mensagens ilimitadas, vídeos e fotos com outras pessoas e retomar a conversa iniciada em um Mac no iPhone ou iPad.

Novo Mac OS X, chamado de 'Mounain Lion' integra os Macs ao iPad e iPhone (Foto: Divulgação)

Há também um sistema de notificações de mensagens, e-mails e tuítes, que aparecem em uma aba especial na tela principal do computador, aplicativo de notas e listas de tarefas, tal qual no tablet e smartphone da Apple. Ao clicar nas notificações, os programas referentes à mensagem abrem automaticamente.

O sistema “Mountain Lion” substitui o “Lion”, apelido da versão 10.7, lançada em julho passado, e tenta unir os Macs com o sistema portátil iOS, armazenando e sincronizando os dados com o sistema iCloud. O “Lion”, lançado em junho de 2011, foi adotado por apenas 30% dos usuários de Macs, com 50% ainda usando o “Snow Leopard”, de 2010.

Maior integração
O usuário poderá tuitar sem precisar acessar o site ou um programa específico do Twitter. No Safari, navegador da empresa, ao acessar uma determinada página, basta clicar no ícone do Twitter para publicar uma mensagem na rede social. O mesmo pode ser feito para enviar uma mensagem para um contato por meio do iMessage.

O Game Center, rede social de jogos da Apple presente no iPad e iPhone, foi introduzida nos computadores. Os jogadores podem desde saber o que seus amigos estão jogando nas plataformas móveis até marcar partidas on-line de games dos próprios Macs. Há também rankings com resultados de amigos e de outros usuários nos games que podem ser visualizados pelo serviço. O Game Center já possui mais de 100 milhões de usuários cadastrados.

Para os usuários da Apple TV, o “Mountain Lion” permitirá visualizar a área de trabalho do computador na TV. Desse modo, sem fios, o usuários pode trabalhar em seus programas no notebook, por exemplo, e visualizar as imagens em um televisor. Além de assistir a filmes feitos no iMovie, o usuário poderá jogar games instalados no Mac na TV.

Novo sistema operacional permitirá visualizar área de trabalho do MAc na televisão por meio da Apple TV (Foto: Divulgação)

 

Brasil atinge 245,2 milhões de telefones móveis, diz Anatel

Dados sobre janeiro foram divulgados nesta quarta (15). Linhas com 3G totalizaram 50,8 milhões de acessos.

Fonte – Do G1, em São Paulo

O Brasil fechou janeiro com quase 245,2 milhões de linhas ativas na telefonia móvel, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgados nesta quarta-feira (15). Com isso, a chamada “teledensidade” no país chegou a 125,29 acessos por 100 habitantes.

O número absoluto de novas habilitações (2,9 milhões) é o maior registrado em um mês de janeiro nos últimos 13 anos e representa um crescimento de 1,22% em relação a dezembro de 2011, conforme a Anatel.

As linhas com banda larga móvel de terceira geração (3G) totalizaram 50,8 milhões de acessos, um crescimento de 23,45% em comparação a dezembro de 2011 (41,1 milhões).

Do total de acessos em operação em janeiro, 200,7 milhões eram pré-pagos (81,86%) e 44,5 milhões pós-pagos (18,14%). Em dezembro de 2011, havia 198,2 milhões de acessos pré-pagos (81,81%) e 44 milhões pós-pagos (18,19%).

Sobre a participação de mercado das operadoras no Brasil, a Vivo segue como líder, com fatia de 29,73%. A Tim ficou em segundo lugar, com 26,56%, seguida pela Claro, com 24,78%. A Oi ficou na quarta posição, com 18,62%.

Apple chuta o pau da barraca e coloca preço absurdo no iPhone 4S. Pessoas fazem filas mesmo assim

Fonte: GIZMODO BRAZIL  – Por Pedro Burgos

Img- Gizmodo Brasil

Sério, Apple, tire este site do ar. É patético. Não faz sentido, não condiz com o que a marca fez até agora no Brasil ou em qualquer pedaço do planeta. O iPhone do seu site deveria vir com um nariz de palhaço de brinde. Ou você acha que os salários do Brasil aumentaram 44% no último ano? Sim, eu sei, o preço do iPhone sempre foi alto e que devemos comprar com planos, mas pelo menos custava mais ou menos o mesmo tanto que similares de outras marcas. Dessa vez não.

Bem, amiguinhos, olhem a tabela de preços do novo iPhone aí em cima (ou a completa lá embaixo). Achando que está com a bola toda e somos o país mais rico do mundo, a Apple e operadoras não se contentaram em oferecer o smartphone com maçã mais caro do planeta. A empresa de Cupertino se esforçou para colocar preços irreais na loja oficial.

O iPhone 4S está a partir de R$ 2.599 no site da Apple (versus US$ 699 no site da Apple dos EUA ou R$ 1.547 no segundo lugar mais caro, a Índia) e R$ 1.899 na TIM que, fugindo da regra, precisa de contrato e plano de dois meses no mínimo (ou seja: o preço real, no pré, é R$ 2.099). É a oferta menos bizarra e quase ok, dada a concorrência, que oferece descontos pífios em planos caros. Mas e o iPhone 4, provavelmente já made in Brazil? O smartphone de um ano e meio de idade ganhou o downgrade de memória (de 16 GB para 8 GB) e manteve o preço do lançamento: R$ 1.799. Com desconto de fidelização, na Claro, ele é R$ 400 mais caro que o Galaxy S II da Vivo de plano semelhante.

Independente do julgamento de qualidade, eu, você e qualquer pessoa normal acha bem caro, especialmente porque essa escalada dos preços parece ser específica do nosso país de gente bronzeada e acostumada a pagar caro. A Apple viu o burburinho em torno do aparelho, deve ter visto alguma pesquisa que eu não vi e, pensou: “Eles pagam caro e esgotam o aparelho. Por que não pagar mais ainda? Até quanto podemos aumentar?”. E aí seguraram o preço como se fosse segredo de estado. Pelas filas que vi nas lojas que passei nessa madrugada, o Brasil é um país riquíssimo, não há limites, então torrar todo o 13º em um celular é ok. Mas, para ser bem  justo, tenho alguma certeza de que as filas seriam pelo menos menores caso soubéssemos o preço de antemão. Foi quase uma pegadinha, e como o povo já tava lá de madrugada, o que são 500 Reais a mais ou a menos?

A fila da loja da TIM do Shopping Eldorado passou das 400 pessoas

Antes que você diga que “Apple sempre foi de elite”, é importante checar os fatos. Os produtos da Apple sempre tiveram um alto preço de entrada, mas não eram necessariamente caros, comparando com produtos absolutamente equivalentes. E, sobre a Apple do Brasil, especificamente, a verdade é que verificando outras marcas como Samsung, Sony, Dell ou várias outras, os produtos da maçã sempre tiveram uma “taxa de conversão” menos absurda. Em outras palavras, um produto da Apple no Brasil era “só” quase o dobro, quando um Vaio P ou um HP Envy ou mesmo o Galaxy Tab original custavam bem mais que o dobro do preço convertido. Mesma coisa para o iPhone. US$ 649 nos EUA, US$ 1.090 no Brasil há um ano. Era bem caro, o maior do mundo, mas tinha aquele papo de impostos e tal. Funcionava pra Apple e todas as outras. A Motorola e Samsung cansaram de lançar aparelhos de US$ 599 nos EUA a R$ 2 mil aqui. Mas divago.

O ponto é que, até outro dia desses, quando a Apple lançava um novo produto para substituir outro havia dois caminhos: ou ele era ligeiramente mais barato ou mantinha o mesmo preço. O iPad 2 chegou pelo preço do iPad 1, mesma coisa pros novos MacBook Air ou o iPhone 4 em relação ao 3GS. Sim, no último ano o câmbio ficou um pouco desfavorável e houve um aumento de até 50 dólares em outras partes do mundo do 4S em relação ao 4, mas o acréscimo exagerado no Brasil não faz sentido. Especialmente agora que a demanda é maior, temos uma melhor estrutura de distribuição local e até fábrica. Teoricamente, o custo seria menor. Qual a lógica?

A lógica é simples: “coloque o preço que for, que esses caras do Brasil vão pagar.” É uma questão de haver demanda. Pela conveniência e “oportunidade”, a gente paga R$ 800 pra um ingresso de show, R$ 15 por um copinho de sorvete que custa R$ 4 na Argentina, mais que o triplo de uma garrafa de vinho chileno de média qualidade. R$ 630 em um “cabo HDMI premium”. Nós pagamos. Pode mandar. A Apple e as operadoras estão erradas em cobrar caro e lucrar muito em cima do público que está disposto a pagar? No nosso sistema de mercado, não. Mas, de uma forma ou de outra, ela está reposicionando a marca no Brasil: aqui é um mundo à parte, com preços terrivelmente inflacionados, porque há bastante gente disposta a pagar muito caro. É isso que ela quer para o futuro? Na minha cabeça, se o iPhone 4 caísse para uns R$ 1.200 para brigar com o Milestone 3 ou algo assim, e o 3GS entrasse na faixa de preço de Defys e Aces ela teria chances reais de aumentar o seu marketshare, cooptando egressos de featurephones e Nokias. Com esses preços, ela parece se achar inabalável pelas forças do mercado, acima dessa classe emergentezinha aí. Acho arriscado e, acima de tudo, pouco simpático. Começo a ver “#Fora Apple” até nos comentários da MacMagazine. Não era isso que o anúncio do iPhone 4 “a um preço incrível” sugeria.

Se o preço do iPhone 4S é resultado dos “investimentos da Apple no Brasil”, junto da vindoura única loja do iTunes no mundo com preços inflacionados para agradar advogados, eu preferia quando ela estava lá, de longe, só mantendo uma operação mínima de importação. Estou fazendo tempestade em copo d’água porque o preço da TIM é bem parecido com o resto (R$ 100 a mais que o S II e R$ 100 a menos que o RAZR)? Não exatamente, como poderemos ver depois analisando os planos de todas as operadoras. E mesmo que fosse, o preço “oficial” da Apple Store já seria problemático.

Mas agora que eu reclamei o que tinha de reclamar por uma madrugada, vamos às coisas práticas. O iPhone 4S em si é sensacional. Ele é igual por fora mas incrivelmente rápido, a recepção no 3G dele é ótima, o GPS tem uma precisão absurda (de, dentro de um shopping ele dizer em qual loja eu estou rapidamente), a câmera é a melhor já feita para um celular (sim, teremos fotos lado a lado com o N8 no teste) e o navegador ainda é a experiência mais consistente para ver sites. Fora os apps. Então, sim, entre os que estão disponíveis no Brasil, e eu já testei todos os que interessam, ele é o que mais gosto. Mas vale tudo isso? Se você tem dinheiro sobrando, por que não? Vá em frente. Mas o problema que eu vejo é que essas filas de mais de 200 pessoas em várias lojas do Brasil (e a bizarrice no shopping Eldorado em São Paulo) dão a impressão de que o País inteiro tem dinheiro sobrando. E isso pode dar uma ideia errada à Apple e outras fabricantes.

E, sim, eu também acho que aparelhos como o iPhone 4S fazem mais sentido em um plano de fidelização, com desconto. Mas mesmo nisso, a Apple e operadoras não estão sendo muito generosos. No plano Vivo Smartphone 200, o iPhone 4S sai R$ 1.649, por exemplo. O RAZR, que custa R$ 1.999 no preço cheio, sai por R$ 899 no mesmo plano. Em resumo: os descontos são pequenos, independente do plano, mas qualquer lugar é bizarramente mais barato que a Apple Store.

Aos preços (tabela completa amanhã – ainda não consegui compilar tudo)

Loja da Apple (desbloqueados):
iPhone 4S 16 GB: R$ 2.599
iPhone 4S 32 GB: R$ 2.999
iPhone 4S 64 GB: R$ 3.399
iPhone 4 8 GB: R$ 1.799
iPhone 3GS 8 GB: R$ 1.199

VIVO
iPhone 4S 16 GB: R$ 2.050 (desbloqueado),

iPhone 4S 32 GB: R$ 2.350 (desbloqueado),
iPhone 4S 64 GB: R$ 2.650 (desbloqueado),

Oi:
iPhone 4S 16 GB: R$ 1.999 (desbloqueado),

iPhone 4S 32 GB: R$ 2.269 (desbloqueado),
iPhone 4S 64 GB: R$ 2.699 (desbloqueado),

TIM:
iPhone 4S 16 GB R$ 1.899 (com um plano mínimo de 60 dias, teremos mais informações em breve)

Na madrugada vi algumas pessoas recebendo descontos especiais de lançamento/VIP (como havia avisado), de pontos ou portabilidade, mas nada muito sensacional. Quem quiser o iPhone 4S vai ter que abrir a carteira ou aproveitar alguma viagem/amigo. Difícil apoiar a Apple Brasil.

Brasília terá primeiro serviço de banda larga 4G

Fonte: Karla Mendes, de o Estado de S. Paulo

Sky lança serviço na próxima semana na capital federal; tecnologia promete velocidade pelo menos quatro vezes superior à atual

BRASÍLIA – A operadora Sky lança em Brasília, na próxima semana, serviço de banda larga de quarta geração (4G) que promete ser a mais moderna, rápida e estável tecnologia de internet sem fio disponível no mundo. Será a primeira oferta nesses moldes na América Latina. A empresa já fechou contratos com condomínios da capital federal para a locação de espaços em coberturas de edifícios para a instalação de antenas.

O plano de negócios de banda larga da Sky em Brasília tem como alvo 160 mil clientes no prazo de cinco anos. Inicialmente, a tecnologia estará disponível apenas para uso em computadores. A proposta da empresa é oferecer pacotes de internet com velocidades superiores a 4 megabits por segundo que, ao preço médio de R$ 60 mensais, vão render um faturamento anual de R$ 115,2 milhões para a operadora, segundo uma fonte do mercado.

Os valores pagos para locação de espaços para a instalação de antenas 4G chegam a R$ 5 mil por mês, como é o caso de um condomínio no bairro Sudoeste. O montante é quase o dobro da proposta inicialmente apresentada pela operadora, que era de R$ 3 mil, conforme ata da assembleia a que a Agência Estado teve acesso.

Na negociação, os moradores do prédio chegaram a pleitear valores de aluguel entre R$ 6 mil e R$ 10 mil, mas a Sky alegou que R$ 5 mil era o valor máximo permitido, pois a empresa “paga valores inferiores ao oferecido a outros condomínios nos quais as antenas estão instaladas”, o que indica que há várias antenas de banda larga 4G instaladas em Brasília.

Procurada, a SKY limitou-se a confirmar que os testes de 4G estão em estágio avançado, sem dar mais detalhes do negócio. O lançamento oficial do serviço ocorrerá na próxima terça-feira, em conjunto com a Nokia Siemens Networks.

Em comunicado, a empresa informa que “serão apresentados os principais fatos desse novo serviço que utiliza a mais moderna, rápida e estável tecnologia de banda larga sem fio disponível hoje no mundo”. Estarão presentes no evento o presidente da Sky, Luiz Eduardo Baptista da Rocha, e um representante da Nokia Siemens.

Computadores

Em setembro, a Sky informou que o serviço deve funcionar apenas por meio de modems para computadores, e não diretamente em celulares, já que a companhia ainda não tem licença para operar telefonia móvel. Para viabilizar a oferta do serviço, a operadora fechou um acordo com a Telebrás que prevê o uso das redes da estatal para interconexão e tráfego de dados.

Para a telefonia móvel, a tecnologia 4G só deve chegar em 2013. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) realizará em abril um leilão para a venda de faixas de frequência para esse fim.

A meta do governo é que as cinco cidades que sediarão a Copa das Confederações em 2013 tenham o 4G disponível, e que, em 2014, a cobertura esteja presente nas 12 cidades que sediarão a Copa do Mundo no Brasil. Daí em diante, será estabelecido um cronograma de implantação, que começará pelos municípios com mais de 100 mil habitantes.

Por conta dos altos investimentos necessários para implantar a rede móvel 4G no País, Eduardo Levy, diretor executivo do Sinditelebrasil, que representa as empresas do setor, pondera que a tecnologia estará ao alcance apenas para a elite do País. “Essa aura toda do 4G é para uma elite do País. A tecnologia é complexa e cara e exige quatro vezes mais antenas”, alerta. “O 4G não serve para ampliar a base de clientes no Brasil porque é mais cara”, reforçou.

(Colaborou Eduardo Rodrigues)