Poupança fica mais atraente em relação à renda fixa; veja comparações

Fonte: Folha de São Paulo

A nova redução da taxa básica de juros (Selic) de 8% para 7,5%, anunciada ontem pelo Banco Central, torna o rendimento da poupança ainda mais atraente em relação à renda fixa.

Estudo feito pela Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) aponta que mesmo no caso de depósitos feitos a partir de 4 de maio (para os quais vale a regra de 70% da Selic + TR), a poupança rende mais que a maioria dos fundos de renda fixa

De acordo com a entidade, isso ocorre porque a caderneta de poupança tem seu ganho garantido por lei (TR + 6,17% ao ano, ou TR + 70% da Selic, no caso de novos depósitos) e não sofre tributação.

Os fundos de renda fixa, por sua vez, sofrem incidência do Imposto de Renda sobre seus rendimentos, sendo maior esta tributação quanto menor for o prazo de resgate, além de ser cobrada taxa de administração pelos bancos.

Com a Selic atual, a poupança nova só perde para os fundos, independente do prazo de resgate, quando a taxa de administração cobrada pelos fundos for a mais baixa (de 0,50% ao ano) normalmente para aplicações de valores maiores acima de R$ 50 mil.

Rendimento mensal líquido dos fundos com uma Selic a 7,50% ao ano

POUPANÇA ANTIGA X RENDA FIXA

Prazo de Resgate 0,50% 1,00% 1,50% 2,00% 2,50% 3,00%
Até 6 meses 0,44% 0,42% 0,39% 0,37% 0,34% 0,32%
Entre 6 meses e 1 ano 0,46% 0,43% 0,41% 0,38% 0,36% 0,33%
Entre 1 ano e 2 anos 0,47% 0,45% 0,42% 0,40% 0,37% 0,35%
Acima de 2 anos 0,49% 0,46% 0,44% 0,41% 0,39% 0,36%

Com a Selic em 7,50% ao ano as contas antigas da Poupança terão um rendimento mensal de 0,50% ao mês correspondente a um rendimento de 6,17% ao ano + TR, ou seja, ficarão acima do rendimento da renda fixa em todas as situações anteriores.

POUPANÇA NOVA X RENDA FIXA

Prazo de Resgate 0,50% 1,00% 1,50% 2,00% 2,50% 3,00%
Até 6 meses 0,44% 0,42% 0,39% 0,37% 0,34% 0,32%
Entre 6 meses e 1 ano 0,46% 0,43% 0,41% 0,38% 0,36% 0,33%
Entre 1 ano e 2 anos 0,47% 0,45% 0,42% 0,40% 0,37% 0,35%
Acima de 2 anos 0,49% 0,46% 0,44% 0,41% 0,39% 0,36%

Com a Selic em 7,50% ao ano as novas contas passarão a ter um rendimento mensal de 0,43% ao mês correspondente a um rendimento de 5,25% ao ano + TR, ou seja, acima da maioria dos fundos de renda fixa.

A Anefac diz que as contas antigas continuarão a ter um retorno maior sobre a nova poupança e os fundos de investimento que cobram imposto de renda e taxa de administração, e a vantagem será maior quanto menor for a taxa Selic.

A entidade ressalta, porém, que pode ocorrer uma redução nas taxas de administração cobradas pelo bancos nos fundos de investimento, para garantir a competitividade dos produtos.

O órgão fez algumas simulações de como ficaria uma aplicação financeira no valor de R$ 10 mil pelo prazo de doze meses (considerando a Selic estável em 7,50% ao ano):

  • Na Poupança antiga este investidor teria acumulado de rendimento o valor de R$ 617,00 (6,17% ao ano) totalizando um valor aplicado de R$ 10.617,00;
  • Na Poupança nova este investidor teria acumulado de rendimento o valor de R$ 525,00 (5,25% ao ano) totalizando um valor aplicado de R$ 10.525,00;
  • Em um Fundo de investimentos cuja taxa de administração seja de 0,50% ao ano este investidor teria acumulado de rendimento o valor de R$ 579,00 (5,79% ao ano) totalizando um valor aplicado de R$ 10.579,00;
  • Em um Fundo de investimentos cuja taxa de administração seja de 1,00% ao ano este investidor teria acumulado de rendimento o valor de R$ 554,00 (5,54% ao ano) totalizando um valor aplicado de R$ 10.554,00;
  • Em um Fundo de investimentos cuja taxa de administração seja de 1,50% ao ano este investidor teria acumulado de rendimento o valor de R$ 516,00 (5,16% ao ano) totalizando um valor aplicado de R$ 10.516,00;
  • Em um Fundo de investimentos cuja taxa de administração seja de 2,00% ao ano este investidor teria acumulado de rendimento o valor de R$ 491,00 (4,91% ao ano) totalizando um valor aplicado de R$ 10.491,00;
  • Em um Fundo de investimentos cuja taxa de administração seja de 2,50% ao ano este investidor teria acumulado de rendimento o valor de R$ 453,00 (4,53% ao ano) totalizando um valor aplicado de R$ 10.453,00;
  • Em um Fundo de investimentos cuja taxa de administração seja de 3,00% ao ano este investidor teria acumulado de rendimento o valor de R$ 428,00 (4,28% ao ano) totalizando um valor aplicado de R$ 10.428,00;
  • Considerando uma aplicação em CDB o investidor teria que obter uma taxa de juros de cerca de 85% do CDI para atingir o mesmo ganho obtido pela poupança nova já que as aplicações em CDB’s pagam igualmente IR de acordo com o prazo de resgate da aplicação.

Dilma quer manter preço de carros mais baixo para garantir retomada

Fonte: Valdo Cruz e Natuza Nery | Folha de São Paulo

Preocupado em garantir a a retomada de fôlego da economia neste segundo semestre, o governo Dilma vai manter o foco no setor automotivo, responsável pelos primeiros sinais de recuperação da indústria nacional.

Está praticamente certo que a redução de IPI para carros, que inicialmente vence na próxima sexta, deve ser prorrogada por pelo menos mais dois meses.

Segundo a Folha apurou, a avaliação da equipe econômica é que a redução do IPI gerou os efeitos desejados no mercado e sua renovação ainda é recomendável para evitar uma queda no ritmo de recuperação da economia neste segundo semestre.

Como é praxe, a oficialização da medida será tomada na próxima semana, no último dia de vigência da atual redução do IPI. Interlocutores presidenciais afirmam que a iniciativa só será descartada se o governo entender que a arrecadação está muito abaixo do necessário, o que o impediria de seguir abrindo mão dessa receita.

Um assessor do governo destacou que a recuperação da economia neste início de segundo semestre não está muito forte, e elevar o IPI dos carros agora pode causar desestímulo exatamente em um setor que acelerou seu ritmo de vendas nos últimos meses.

Em maio, o governo reduziu o IPI de carros nacionais de 1.000 cilindradas de 7% para zero. Dos com motorização entre 1.000 e 2.000 cilindradas flex, o imposto caiu de 11% para 5,5%. Nos utilitários, o corte foi de 4% para 1%.

ESTRATÉGIA

A ordem no Planalto é não dar como garantida a prorrogação do IPI nesta semana.

A presidente e o ministro Guido Mantega (Fazenda) preferem aguardar o último momento para confirmar a redução, para evitar que o cidadão adie sua compra.

Além disso, as concessionárias estão fazendo campanhas publicitárias para este fim de semana, destacando que está próximo o fim da redução do IPI sobre carros.

No mês passado, já havia uma disposição do Ministério da Fazenda de manter o IPI mais baixo, mas ameaças de demissões em montadoras, como o caso da GM em São José dos Campos, fizeram o governo reavaliar a ideia.

Na ocasião, a própria presidente da República mandou recados prometendo levantar a medida.

Isso só se reverteu quando a montadora se comprometeu a não diminuir seu saldo de empregos no Brasil.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mercado de imóveis usados em SP começa a rever preços

Desde abril, valor do metro quadrado já caiu até 3,3% em algumas regiões

Fonte: Hugo Passarelli | Agência Estado

                                                             Evelson de Freitas|AE

O mercado de imóveis usados da cidade de São Paulo já revê alguns preços para baixo. Além dos saldões pontuais, observados desde o ano passado, o movimento agora aparece na queda dos índices de preço do setor. É o caso da região Água Branca-Sumaré, na zona oeste da capital, onde o valor do metro quadrado caiu 3,3% de abril a julho, para R$ 6.578, de acordo com o FipeZap.

Os consumidores, contam diretores de imobiliárias, estão menos dispostos a aceitar os preços ofertados. Com demanda menor, os corretores estão tendo de convencer os vendedores que, às vezes, os valores pedidos podem estar um tanto fora da realidade.

“Os preços estão muito altos em relação ao poder aquisitivo das pessoas”, afirma Sueli Pacheco, diretora da imobiliária Pacheco, com atuação focada na zona oeste. Há cerca de dois meses, a empresa passou a oferecer uma TV de 32 polegadas para quem adquirir um imóvel acima de R$ 600 mil. “Não é o que vai decidir a compra, mas é um atrativo de marketing”, afirma Sueli.

Segundo Sueli, as vendas na região estão lentas. Sem detalhar nominalmente, ela afirma que já negociou descontos para conseguir fechar um negócio. Já houve casos de apartamentos cujos preços passaram de R$ 750 mil para 700 mil (-7,1%), afirma Sueli. Ou de casas, antes ofertadas a R$ 2 milhões, que foram negociadas a R$ 1,7 milhão (-17,6%). Ela projeta, contudo, uma melhora no ânimo do consumidor assim que o ritmo de crescimento da economia acelerar.

Na unidade Perdizes da imobiliária Lello, o clima é mais otimista. A gerente de vendas, Juliana Carmo, acredita na retomada do mercado em breve, após uma “paradeira” desde o fim do ano passado. Nos últimos tempos, a equipe da empresa se mobilizou para ampliar o leque de ofertas. Segundo ela, dobrou o ritmo de captações (imóveis que entram para o portfólio da empresa), de 70 para 150 novos empreendimentos por mês. Com mais ofertas, ela explica, aumentam as chances de fisgar o consumidor.

Pela cidade, há outros bairros com comportamento mais estável ou de baixa de preços. Na região Congonhas-Jardim Aeroporto, por exemplo, o preço tem oscilado desde abril e entre altas e baixas, hoje está 0,4% mais barato – de R$ 6.265 o metro quadrado em abril contra R$ 6.238 no mês passado. No Sacomã, a desvalorização é de 0,98% no mesmo período. Em julho, o metro quadrado ficou em R$ 4.625.

Índice

O índice FipeZap pesquisa o preço de imóveis novos e usados, com exceção de lançamentos, em seis capitais do País e no Distrito Federal. Na próxima divulgação da pesquisa, referente ao desempenho de agosto, o índice pode apresentar nova desaceleração na comparação em 12 meses. Em julho, a alta nessa análise foi de 17,1%, a 11º vez seguida em que perdeu força.

“Parte da demanda já foi absorvida. Acabou? Claro que não”, afirma Bruno Vivanco, vice-diretor comercial da Abyara Brokers. “O que vem acontecendo, contudo, é que algumas empresas têm feito promoções. A pessoa que está pensando a comprar, então, pisa o pé no freio”, completa.

“Até meio do ano passado, toda a cidade vivia esse boom (de preços). Agora me parece que você tem uma situação mais equilibrada, de maior normalidade até, onde alguns bairros ou regiões têm uma velocidade de venda maior e outros, não”, afirma Eduardo Zylberstajn, coordenador do FipeZap. Ele ressalva que é preciso tomar cuidado com a análise. “Precisamos ficar atentos se esse movimento começar a se espalhar, o que pode indicar que o mercado está virando. Mas não é o caso agora”, diz.

Cautela

Nesse cenário, o comprador pode encontrar boas ofertas, mas é preciso cautela na análise das oportunidades de negócios. “Se o consumidor (dessas regiões) não está conseguindo comprar, há alguma coisa acontecendo, os preços e a quantidade ofertados podem não estar atrativos”, afirma Zylberstajn.

MEC acena com mais verba a Estados, após avaliação ruim do ensino médio

Fonte: Valor

Uma semana depois de anunciar os maus resultados do ensino médio no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) – 11 Estados deixaram de cumprir a meta -, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, convocou todos os secretários estaduais de Educação para discutir saídas para o ciclo mais problemático do ensino básico, cuja responsabilidade constitucional é dos Estados. O Ideb é o principal indicador de qualidade educacional do país.

Medidas prudenciais são mais efetivas contra inflação – Mantega

Fonte: REUTERS – ESTADÃO.COM

 



SÃO PAULO – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo deste domingo que medidas prudenciais e o aumento do compulsório são mais eficazes para conter a inflação do que o aumento dos juros.

“Eu sou contra manter juros artificialmente altos. Eu sou a favor de que subam os juros quando há problema de inflação. Não que esses juros aí tenham ajudado a diminuir. Acho que as medidas prudenciais e o aumento do compulsório, que são na veia, são mais efetivos”, afirmou Mantega ao jornal.

“Os juros são muito altos no Brasil? É verdade. Só que já foram mais altos”, acrescentou.

Esta semana o Copom vai se reunir, e a maioria dos analistas esperam nova alta de 0,5 ponto, para 11,75 por cento.

A inflação está acima da meta do Banco Central. Pelo IPCA, a alta foi de 5,9 por cento em 2010 e o centro da meta é 4,5 por cento. Em dezembro, o BC tomou algumas medidas macroprudenciais que já tiveram efeito para a desaceleração do crédito em janeiro, segundo dados divulgados na semana passada.

Mantega voltou a dizer que a taxa usada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empréstimos a Taxa de Juros de Longo Prazo (TLJP) deve subir.

O ministro disse ainda que o governo da presidente Dilma Rousseff é uma “continuidade” dos oito anos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, porém “mais parecido” com o segundo mandato de Lula.

“O governo Dilma não é parecido nem com Lula 1 nem com Lula 2. É parecido com Lula 3”, disse. “O Dilma 1 é parecido com Lula 2 porque não está sendo puxado o freio de mão. Nós estamos trabalhando para um crescimento de 4,5 por centro, 5 por cento neste ano, o que será historicamente ímpar.”

Dilma paga contas do governo Lula e ajuste fiscal atinge PAC e investimento

Governo já pagou R$ 3,4 bilhões de contas do ano passado e ainda restam quase R$ 30 bilhões; nenhum pagamento do PAC foi feito este ano.

Fonte: Marta Salomon, de O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA – Foi nos novos investimentos – inclusive do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – o primeiro impacto do ajuste fiscal anunciado pelo governo Dilma Rousseff. Os Ministérios dos Transportes, da Educação e da Saúde, por exemplo, não deram nem o primeiro passo na execução dos gastos do PAC autorizados para 2011 até a última quarta-feira. Por ora, o governo tem se limitado a pagar as contas pendentes do governo Lula.

Análise de dados do Tesouro Nacional, pesquisados pela ONG Contas Abertas a pedido do Estado, mostra que resta quase intocado o orçamento de R$ 40 bilhões do PAC para este ano, com projetos que vão de rodovias à construção de Unidades de Pronto Atendimento, as UPAs prometidas na campanha.

O governo já pagou R$ 3,4 bilhões de contas deixadas pelo ano eleitoral, mas ainda resta um saldo a quitar de R$ 29,9 bilhões. Esses números mostram que é quase impossível o cumprimento do compromisso do governo de não cortar o PAC.

Dono do principal orçamento entre os projetos do PAC, o Ministério das Cidades começou o ano com autorização legal para gastar R$ 17,1 bilhões. Desse total, comprometeu-se a gastar até 23 de fevereiro apenas R$ 422 mil. O ministro Mário Negromonte lida com a difícil escolha entre fazer novos investimentos em saneamento, habitação, urbanização de favelas ou pagar a conta deixada por Lula.

Não está descartada a possibilidade de despesas já contratadas serem canceladas, embora os integrantes do governo venham se recusando a falar publicamente sobre essa hipótese.

No Ministério das Cidades, o saldo de despesas antigas ainda pendentes de pagamento na quarta-feira era de R$ 13,4 bilhões, apesar de a pasta já ter desembolsado R$ 1,5 bilhão para quitar os “restos a pagar”.

O limite de gastos de cada ministério será fixado na segunda-feira, por decreto da presidente Dilma Rousseff. Todo início de ano, o governo baixa decreto de programação financeira, estabelecendo limites de gastos por pasta. Desta vez, a área econômica promete inovar no simples bloqueio de gastos, com o que chama de “consolidação fiscal”.

Parcela. No início do mês, os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, anunciaram corte de R$ 50 bilhões no Orçamento de 2011. Desde então, o Planejamento coordena negociação com os ministérios para definir o que cortar. Depois de alguns adiamentos, o anúncio foi confirmado para segunda-feira, antes da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

Até o decreto, os ministérios foram autorizados a gastar por mês uma parcela correspondente a pouco mais de 5% do Orçamento autorizado por lei.

O Ministério dos Transportes, vice-campeão em gastos do PAC, logo atrás do Ministério das Cidades, integra a lista dos que ainda não assumiram compromissos de gastar o dinheiro autorizado para este ano. A pasta já pagou R$ 1,6 bilhão de contas do governo Lula e ainda tem R$ 8,3 bilhões a quitar. Os Transportes têm previsão de gastos de R$ 15,5 bilhões este ano.

O peso das contas deixadas pelo governo Lula também domina os investimentos dos primeiros 54 dias de governo Dilma. Até quarta-feira, a União havia pago R$ 4.485 milhões de investimentos, mas apenas 0,05% correspondia a gastos novos: R$ 4.461 milhões eram “restos a pagar”.

‘Estado’ lança serviço pioneiro na web

Estadão Broadcast, serviço pago voltado aos pequenos investidores, vai fornecer conteúdo financeiro em tempo real a partir de 2ª-feira.

                       SÃO PAULO – O Grupo Estado lança na segunda-feira 28 o Estadão Broadcast, um sistema pioneiro de informações em tempo real voltado especialmente para investidores individuais. São notícias, análises, cotações, ferramentas e gráficos integrados em um único lugar.

O Estadão Broadcast é uma iniciativa única na internet brasileira, ao oferecer conteúdo financeiro em tempo real com assinatura paga acessível para o pequeno e o médio investidor, com o suporte da Agência Estado. O serviço sai por R$ 49,90 ao mês. Junto com o Estadão Digital, o preço é de R$ 69,90 ao mês; com as versões impressa e online do jornal, o Estadão Broadcast custa R$ 99,90 mensais.

O novo produto seleciona as informações da Agência Estado que interessam ao pequeno e médio aplicador e que não são encontradas abertamente na internet, como as notícias do AE Conjuntura e Finanças e uma tabela em tempo real de índices internacionais de ações. Atende, ainda, às necessidades de estudantes e profissionais de economia.

Além do conteúdo, a tecnologia usada no Estadão Broadcast também foi planejada para esse público específico. O acesso será via web, ou seja, o usuário não precisará baixar nenhum programa no computador. Basta conectar-se à internet, acessar o site e fornecer a senha.

Evolução. “O lançamento do produto é uma evolução natural do trabalho da Agência Estado”, afirma o diretor geral da empresa, Daniel Parke. “O sistema de informações em tempo real da AE é líder no mercado brasileiro, com um market share entre 42% e 45%. Mas, no caso do AE Broadcast, 98% dos usuários são profissionais de instituições financeiras. Agora nós temos um produto didático, com um tutorial que explica cada ferramenta e foi pensado para a pessoa física que investe em ações.”.

“É a porta de entrada para um serviço de informação profissional a respeito do mercado financeiro. Reforça a iniciativa do Grupo Estado de levar informação econômica que não existe na internet para o grande público”, afirma Pedro Dória, editor-chefe de Conteúdos Digitais do Grupo Estado.

O Estadão Broadcast utiliza a mesma plataforma de informações e dados do AE Broadcast, compartilhando do rigor, experiência, qualidade e informações que a Agência Estado confere aos seus produtos e serviços. Futuramente, a nova ferramenta poderá oferecer outras funções, como execução e acompanhamento de ordens de compra e venda de ações junto às corretoras da BM&FBovespa.

Além das notícias e análises, o Estadão Broadcast oferece cotações em tempo real e tabelas para acompanhamento e estatísticas do mercado. Os usuários terão acesso a dados detalhados dos papéis negociados. A ferramenta identifica as melhores ofertas de compra e de venda a cada momento e informa quais corretoras estão negociando em determinado instante. Há também gráficos com estudos por volume, índice de força relativa e outros. Por fim, há uma tabela de índices mundiais.

O foco principal do produto é o mercado de ações. No entanto o conteúdo também abrange mercado de balcão, juros, commodities e moedas.