Construção só sentirá corte no Minha Casa, Minha Vida em 2012

Fonte: CLAUDIA ROLLI – FOLHA.COM

Os impactos do corte anunciado pelo governo federal no programa Minha Casa, Minha Vida devem ocorrer no setor da construção civil somente a partir do próximo ano, segundo avalia a coordenadora de projetos da construção da FGV Projetos, Ana Maria Castelo.

“Os reflexos no nível de emprego, no ritmo de construção de moradias e no próprio programa podem ser sentidos somente a partir de 2002. Isso porque o governo manteve a meta de construir 2 milhões de unidades”, afirma.

O programa Minha Casa Minha Vida foi lançado em 2009 e se tornou a principal vitrine de campanha à sucessão presidencial.

Para uma avaliação mais detalhada dos efeitos do corte de R$ 5 bilhões para o programa, uma das medidas anunciadas dentro do pacote de redução de despesas do Orçamento, a consultora considera que devem ser aguardadas a votação da segunda fase do MCMV no Congresso e também a revisão do valor de imóveis subsidiados na faixa de 0 a 3 salários mínimos.

“Os R$ 9 bilhões contratados do Minha Casa, Minha Vida para 2011 já foram aprovados e serão desembolsados. A previsão das entregas para este ano estão mantidas, e o mercado vai continuar construindo com recursos da poupança e do FGTS, o que garante o nível de atividade e de emprego neste ano”, afirma.

A contenção de R$ 5 bilhões nos repasses do governo para o programa MCMV representa 40% de redução no projeto –com isso, passa de R$ 12,7 bilhões para R$ 7,6 bilhões.

DEFICIT HABITACIONAL

Para a especialista, os impactos do corte de recursos para o programa sobre o deficit habitacional ainda são “difíceis” de serem mensurados.

O deficit habitacional no Brasil atingiu 5,808 milhões de famílias em 2009, ou 9,3% do total. O número ficou quase estável em relação a 2008, quando a carência por moradia atingiu 5,799 milhões de famílias.

O deficit habitacional é formado pela soma das famílias que vivem sob o mesmo teto, mas têm intenção de mudar (coabitação) e por aquelas que vivem em moradias inadequadas (cortiços, favelas) –nessa condição há 3,531 milhões de famílias.

Quase um terço dos domicílios considerados inadequados são habitados por famílias com renda mensal entre 1 e 2 salários mínimos. E 78% estão concentrados na faixa de até três mínimos.

Os dados fazem parte parte de estudo da FGV Projetos realizado para o SindusCon-SP (que reúne a indústria da construção paulista), divulgado com exclusividade pela Folha em novembro do ano passado. Foram usadas informações da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2009, do IBGE, as mais recentes que estavam disponíveis.

Brasil já é a 7ª maior economia do mundo, diz Mantega

Fonte: LORENNA RODRIGUES – Folha.com

O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse, nesta quinta-feira que, segundo dados preliminares, a economia brasileira ultrapassou a da França e do Reino Unido em paridade de poder de compra e é agora a 7ª maior economia mundial. Antes, o país ocupava a 9ª posição na comparação em paridade de poder de compra.

Entre os países do G20, o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro foi o quinto maior, ficando atrás de China, Índia, Argentina e Turquia.

Segundo informou hoje o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o PIB brasileiro cresceu 7,5% em 2010. De acordo com Mantega, esse crescimento não sinaliza um superaquecimento da economia. Para ele, os dados mostram que já há um desaquecimento no último trimestre.

Em valores correntes, o PIB alcançou R$ 3,675 trilhões em 2010

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http://www.folha.com.br/110622

“Isso mostra a capacidade produtiva da economia brasileira, o potencial que vem sendo realizado nesses últimos anos. Mostramos nossa capacidade de crescer cada vez mais”, afirmou.

O ministro disse ainda que o crescimento significativo do investimento mostra a qualidade do crescimento brasileiro, já que está havendo expansão na capacidade produtiva brasileira.

“Isso nos habilita a continuar o crescimento nos próximos anos e crescimento equilibrado com mais oferta de produto afastando problemas de abastecimento e de inflação”, completou.

O percentual do PIB é o maior desde 1986, quando houve a mesma alta. No entanto, a metodologia da série foi modificada em 1996.

Em 2009, o PIB havia apresentado retração de 0,6% –a primeira na atividade econômica desde 1992.

Com o crescimento mais arrefecido na parte final do ano, o PIB subiu 0,7% no quarto trimestre de 2010, em relação aos três meses imediatamente anteriores. Na comparação com o período de outubro a dezembro de 2009, a economia registrou alta de 5,0%.

com o período de outubro a dezembro de 2009, a economia registrou alta de 5,0%.

http://www.folha.com.br/110621

REVISÃO

O IBGE revisou os dados dos trimestres do ano passado que já haviam sido divulgados. No primeiro trimestre, a economia avançou 2,2% ante os três meses imediatamente anteriores –anteriormente tinha apresentando expansão de 2,3%.

No segundo trimestre, a revisão também apontou um percentual menor –de acréscimo de 1,8% para 1,6%. Já no terceiro trimestre, o crescimento passou de 0,5% para 0,4%.

PIB do Brasil cresce 7,5% em 2010, o maior desde 1986, aponta IBGE

Fonte: Rafael Rosas e Juliana Cardoso | Valoronline

RIO – O crescimento de 7,5% no Produto Interno Bruto (PIB) é o maior desde 1986, quando a economia brasileira também avançou 7,5%, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O dado coincide com aquele estimado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, para o período. Nesta semana, durante aparição no programa Mais Você, da Rede Globo, a presidente Dilma Rousseff também tinha sustentado que a expansão do PIB brasileiro de 2010 seria, no mínimo, de 7,5%.

Principais resultados do PIB a preços de mercado

Taxas (%) 4º tri 2009 1º tri 2010 2º tri 2010 3º tri 2010 4º tri 2010
Acumulado no ano / mesmo período do ano anterior (-) 0,6 9,3 9,2 8,4 7,5
Últimos 4 tri / 4 tri imediatamente anteriores (-) 0,6 2,2 5,3 7,5 7,5
Tri / mesmo tri do ano anterior 5 9,3 9,2 6,7 5
Tri / tri imediatamente anterior (com ajuste sazonal) 2,5 2,2 1,6 0,4 0,7

Governo já comprometeu um quinto de todo aumento de despesas de 2011

Previsão de aumento das despesas ao longo do ano é de R$ 62,6 bilhões e, em janeiro, a expansão de gastos já somou R$ 11,8 bilhões

Fonte: Adriana Fernandes, da Agência Estado

BRASÍLIA – Em apenas um mês, o governo federal já comprometeu um quinto de todo o aumento das despesas previstas para 2011. Enquanto a previsão de aumento das despesas ao longo do ano é de R$ 62,6 bilhões, em janeiro, a expansão de gastos somou R$ 11,8 bilhões, alerta o economista-chefe da Convenção Corretora, Fernando Montero, especialista em finanças públicas.

Além de uma surpreendente explosão de gastos no mês do anunciado “arrocho fiscal” pelo governo, os dados mostram uma necessidade bem maior de ajuste no restante do ano. Pelos cálculos do economista, enquanto em 2010 as despesas primárias federais somaram R$ 657,2 bilhões (subtraídos R$ 42,9 bilhões de capitalização da Petrobrás), em 2011, os gastos após cortes somam R$ 719,8 bilhões.

“Na véspera do detalhamento dos cortes, soubemos que os gastos federais cresceram em janeiro 24% em relação ao mesmo mês. Esse aumento ocorreu no mês do arrocho e principalmente nas rubricas do arrocho”, critica o economista da Convenção. Para ele, esse cenário deve piorar, porque dezembro será um mês de disparada de gastos em relação ao mesmo mês do ano passado, quando o governo deprimiu artificialmente as despesas (postergando pagamentos) para cumprir a meta de superávit primário das contas do setor público.

Montero calcula que o governo pagou em janeiro entre R$ 5 bilhões a R$ 6 bilhões correspondentes a despesas de dezembro “empurradas” para este ano visando a meta fiscal de 2010. Para ele, essa manobra na contabilidade com postergação de despesa atrapalha a coordenação de expectativas. “Optaram por salvar um primário federal furado de 2010 que não foi suficiente para dar a meta consolidada”, destaca Montero.

Ele acredita que o governo não fará a meta cheia de superávit primário prevista para o ano para as contas do setor público. Mas avalia positivamente que a política fiscal será “contracionista” na demanda agregada. “É algo que, quando agregadas as três esferas de governo, ocorre em apenas um ano a cada dez anos”.

Líbia influencia na alta dos juros, dizem economistas

Fonte: CAROLINA MATOS – FOLHA.COM

A crise na Líbia, que tem jogado para cima os preços das commodities, como o petróleo, influenciou no aumento do juro básico do Brasil (taxa Selic) para 11,75% nesta quarta.

E economistas ouvidos pela Folha apostam em mais aperto monetário em abril, destacando que a instabilidade política no norte da África deve seguir impulsionando o valor das matérias-primas, o que contribui para a alta da inflação.

“A situação na Líbia faz do cenário atual no Brasil mais pessimista do que às vésperas da primeira reunião do Copom do governo Dilma”, diz Vladimir Caramaschi, estrategista do Credit Agricole.

“Prevejo a Selic em, no mínimo, 12,25% ao final de 2011. Pode ser mais.”

Já Roberto Padovani, estrategista do banco WesLB no Brasil, acredita que a taxa não deva ultrapassar 12,25% no fim do ano, mesmo com as tensões internacionais.

Padovani projeta mais uma alta de meio ponto percentual do juro em abril. “Depois disso, somando as medidas já adotadas no ano passado, como redução do crédito, a economia brasileira deve se desacelerar, com menos pressão inflacionária”, diz. “Além do mais, o BC não pode apertar muito a política monetária, sob risco de exagerar na dose, já que não se sabe ainda qual será o ritmo da desaceleração econômica global diante das incertezas no exterior”, completa.

Ricardo Torres, professor da Brazilian Business School, contava com uma alta maior da Selic, de 0,75 ponto percentual na reunião de ontem, como “um recado para acalmar os mercados”.

“Daqui por diante, a intensidade dos novos aumentos vai depender do desdobramento da crise internacional”, completa.

Selic atinge nível mais alto em dois anos

Copom elevou o juro em 0,50 ponto porcentual ontem para 11,75% ao ano.

Fabio Graner, da Agência Estado

SÃO PAULO – Com a presença de dois novos integrantes e duração de quase quatro horas, o Comitê de Política Monetária (Copom) presidido por Alexandre Tombini decidiu elevar pela segunda vez seguida a taxa básica de juros (Selic) em 0,50 ponto porcentual. Com este movimento, a Selic subiu para 11,75% ao ano, nível mais alto em dois anos (no período de final de janeiro a início de março de 2009, a taxa básica estava em 12,75% anuais). A alta dos juros ficou dentro do previsto pela maioria dos analistas do mercado financeiro, embora parte deles considerasse que a taxa deveria subir mais, por conta do nível elevado da inflação e das projeções dos analistas.

O comunicado do BC foi mais curto do que o da reunião passada: “Dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 11,75% ao ano, sem viés”. Na reunião anterior, o comunicado mencionava que a elevação dos juros, junto com as medidas macroprudenciais, contribuiriam para convergir a inflação para a trajetória de metas.

Com o aumento na taxa básica, o BC dá sequência ao seu esforço de combate à escalada inflacionária. Mas a dosagem utilizada tem coerência com o discurso recente da própria autoridade monetária de que o controle de preços está tendo ajuda das medidas de aperto no crédito e na oferta de dinheiro da economia (chamada de ações macroprudenciais) e também do reforço na política fiscal – vale lembrar que nessa semana o governo detalhou o corte de R$ 50 bilhões em despesas do orçamento.

O uso dessa dosagem do remédio juros também está relacionado, ainda que implicitamente, à preocupação de não desacelerar demais o ritmo de atividade econômica do País. Há uma grande preocupação no governo de que o crescimento do País não seja muito inferior a 4%, taxa considerada abaixo do potencial de crescimento (para o mercado, em média, o potencial seria de 4,5%, número relativamente alinhado com o pensamento do BC, enquanto para o ministério da Fazenda, a capacidade de crescimento sem inflação estaria em 5%).

Em nota para seus clientes distribuída hoje de manhã, o departamento econômico do Bradesco considerava que a elevação de 0,5 ponto porcentual na Selic se insere em um ação coordenada de política econômica (que inclui um fiscal mais forte e as medidas macroprudenciais) para levar a inflação para o centro da meta (4,5%) em 2012. Além disso, o banco lembrava que já há uma desaceleração em curso da atividade econômica (reforçada pelo dado de hoje mostrando alta de apenas 0,2% na produção industrial de janeiro) e que parte da deterioração da inflação e das expectativas é reflexo do choques nos preços de commodities, que serão acomodados na banda de tolerância da meta, que vai até 6,5%.

O economista-chefe do Banco Cooperativo Sicredi, Alexandre Barbosa, também esperava alta de 0,5 ponto porcentual na Selic, o que mostra um BC de fato atuando contra a alta da inflação. Mas, na visão dele, o quadro de aceleração dos preços e das expectativas inflacionárias demandaria um aperto maior, da ordem de 0,75 ponto porcentual.

Barbosa ponderou que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) está muito alto e as expectativas continuam subindo, colocando em risco inclusive a possibilidade de o teto da meta (6,5%) ser superado neste ano. Além disso, ele avaliou que ainda não há elementos suficientes para se dizer qual a magnitude da desaceleração econômica e tampouco se ela continuará ao longo do ano. Dessa forma, o fato concreto, na visão dele, é que as vendas do varejo e o mercado de trabalho mostram uma demanda muito aquecida que precisa ser contida. E nesse sentido, acredita, uma ação mais forte talvez fosse mais eficiente e até poderia reduzir o tamanho do ajuste total em curso.

Para o economista do Sicredi, a decisão tomada pelo BC mostra que a autoridade realmente aposta na combinação do ajuste da Selic com o aperto fiscal e nas condições de crédito para conter a inflação. Também reforça a percepção de que o órgão não está tão preocupado com a escalada das expectativas para o IPCA, que o BC considera muito contaminada pelos dados correntes de inflação.

Steve Jobs lança o iPad 2

Tablet da Apple fica mais fino, mais rápido e mais leve, pelo mesmo preço 

FONTE: Gustavo Chacra, de O Estado de S. Paulo

NOVA YORK – O carismático fundador da Apple, Steve Jobs, deixou de lado por um dia a sua licença médica e reapareceu ontem na Califórnia para lançar a segunda versão do iPad. O tablet tem velocidade duas vezes maior do que a versão anterior, perdeu um terço da espessura e também será vendido na cor branca. Tudo sem alteração no preço e no tempo de duração da bateria.

Conseguindo a atenção da mídia, que deixou um pouco de lado a cobertura da Líbia para acompanhar o lançamento do iPad 2, que é nova denominação do tablet, a Apple busca manter a liderança em um mercado em que reinava absoluta no ano passado. A partir deste ano, ganhou concorrentes de peso como o Galaxy Tab (Samsung), o HP Slate e o Motorola Mobility Xoom, além da RIM (fabricante co BlackBerry), entre outros. Mas a tarefa será difícil para os rivais. Já foram vendidos 15 milhões de iPads e a Apple domina 85% do setor.

“Trabalhamos muito neste produto e eu queria estar presente hoje”, afirmou Jobs, vestindo a sua tradicional camisa de gola alta preta com calça jeans. Apesar de mais magro em relação à sua última aparição, demonstrou disposição. No início deste ano, o fundador da Apple pediu licença do cargo de presidente por tempo indeterminado para tratar da saúde.

Segundo Jobs, o iPad 2 “é muito fino. E vem em branco e preto. E as duas cores estarão disponíveis a partir do primeiro dia”. O aparelho começará a ser vendido já no dia 11 de março nos Estados Unidos. Através da internet, a compra poderá ser feita desde a manhã deste dia. Nas lojas espalhadas pelos EUA, estarão disponíveis a partir das 17h, quando os primeiros clientes da Apple poderão experimentar o novo iPad. Os preços não subirão. Serão mantidos entre US$ 499 e US$ 829. Duas semanas mais tarde, passará a ser vendido em outros países. Não há previsão da chegada do produto ao Brasil.

Logo depois do anúncio nos EUA, a Apple reduziu o preço do produto nas sua loja online no Brasil. Antes da mudança, os preços do iPad nas cidades brasileiras variava entre R$ 1.649 (16 GB) a R$ 2.599 (64 GB com 3G).

Mudanças. Além de ficar mais fino (a espessura será ainda menor do que a do iPhone 4), o novo iPad será 15% mais leve. A velocidade aumentou graças ao chip A5. Segundo a empresa, tudo será mais rápido, até mesmo baixar novos aplicativos. Uma das principais novidades, seguindo a tendência do iPhone 4, será a existência de duas câmeras de foto e vídeo: uma na frente e outra na parte de trás do iPad 2.

A primeira, frontal, será para a pessoa bater papo em aplicativos como o Skype. A outra, para fazer filmes. Inclusive, de acordo com Steve Jobs, será possível editar filmes no iPad 2 através do iMovie, já existente nos computadores Mac. O mesmo se aplica à música com o Garage Band.

O novo tablet da Apple também poderá ser conectado à TV para assistir filmes baixados no iTunes, como se fosse uma Apple TV. Também será possível imprimir conteúdo do iPad. “Está claro que 2011 será o ano do iPad 2”, disse Jobs. “Isso não é um brinquedo. Dá para usá-lo para trabalhar”, afirmou o fundador da Apple.

Para completar, uma nova versão da plataforma iOS será lançada no mesmo dia que o iPad 2. A Apple faz questão de usar a sua própria plataforma de celulares, competindo com o Android, da Google.

A Barclays Capital prevê que a Apple venderá cerca de 33,7 milhões de iPads neste ano, mais do que o dobro de 2010. Para o ano que vem, o crescimento deve ser para 42,1 milhões. Apesar desses números, Jobs criticou o Galaxy Tab no lançamento do iPad 2.

No passado, o fundador da Apple também bateu de frente com concorrentes do iPhone. O iPad 2, nos EUA, poderá ser utilizado em 3G pelos usuários da AT&T e a Verizon.

Depois do anúncio, especialistas comentavam não apenas o iPad 2, como também o retorno de Steve Jobs. Apesar de ter saído do dia a dia da empresa, ele continua sendo o símbolo da Apple. A administração atualmente está nas mãos de Tim Cook, que tem sido elogiado por analistas da área de tecnologia, apesar de não desfrutar do mesmo carisma.

Apenas jornalistas presentes ao lançamento na Califórnia puderam testar o iPad 2 e ainda assim por pouco tempo. Greg Kumparak, autor do blog Crunch Gear, da AOL, foi um deles. Depois de elogiar a sensação de usar o aparelho, questionou em sua resenha: “Nós realmente precisamos do iPad 2? Você sabe a resposta. Mas, se você tiver o iPad 1, eu recomendaria permanecer com ele até lançarem o iPad 3”. Seu conselho será difícil de ser seguido.