Liquidações ficaram para o início de 2011

Tradicionais saldões realizados logo após o Natal estão concentrados em poucas redes de varejo e em lojas de comércio eletrônico.

Fonte: Márcia De Chiara – O Estado de S.Paulo

O consumidor que deixou para ir às compras depois do Natal na expectativa de aproveitar grandes liquidações nas lojas do varejo tradicional pode ter feito a escolha errada. Boa parte dos shoppings e a maioria das grandes redes varejistas deixaram as liquidações para o mês que vem.

Os saldões do pós-Natal estão concentrados em poucas redes varejistas e nos sites comércio eletrônico. As lojas negociaram mercadorias especialmente para isso, uma vez que as vendas do melhor Natal da década cresceram 13,4%, segundo pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O resultado é ratificado pela pesquisa da Associação dos Lojistas de Shoppings.

“Nossa promoção foi negociada. Não é sobra de produto do Natal”, afirma Geraldo Monteiro, diretor da rede Extra, do Grupo Pão de Açúcar. O grupo chegou a registrar crescimento de 15% nas vendas de eletrônicos e eletrodomésticos no Natal e espera ampliar em 20% a receita do período pós Natal em relação à liquidação de 2009, oferecendo descontos de até 50%.

O saldão do Extra começou no domingo e termina no dia 31. Mas, segundo Monteiro, já existem outras ações promocionais da rede planejadas para janeiro.

As Casas Bahia e o Ponto Frio, as outras duas bandeiras também do Grupo Pão de Açúcar, iniciaram no domingo um saldão com descontos de até 70%. Já os grandes concorrentes diretos, como Walmart e Carrefour, planejam ações promocionais nas lojas físicas para janeiro.

A Tok&Stok, rede especializada em móveis, começa hoje uma liquidação de três dias para clientes preferenciais, focada em produtos cujas linhas serão renovadas. O plano é estender a promoção para os demais clientes a partir de 31 de dezembro a 23 de janeiro. Segundo Nilo Signorini, diretor comercial, o Natal foi muito bom e as vendas cresceram 20% em relação a 2009. Agora a intenção é dar descontos entre 20% e 70% para cerca de mil itens e renovar o estoque.

Vestuário. No caso de itens de vestuário, vendidos basicamente em shoppings, as liquidações ainda são pouco significativas. Apenas a rede de lojas Marisa, que está voltada para o comércio de rua tradicional, iniciou ontem uma temporada de remarcações que vai até 9 de janeiro. Os descontos chegam a 50%.

O Estado consultou ontem vários shoppings de São Paulo sobre as liquidações pós-Natal. A informação obtida é de que não há eventos conjuntos programados para os próximos dias. As promoções são isoladas.

Nos sites de comércio eletrônico, no entanto, o clima de liquidação não é de hoje e vem ocorrendo desde o início do mês. As Lojas Americanas, por exemplo, oferecem descontos de até 60% na sua página online. No site do Walmart, a redução de preço chega a 70%.

 

O consumidor que deixou para ir às compras depois do Natal na expectativa de aproveitar grandes liquidações nas lojas do varejo tradicional pode ter feito a escolha errada. Boa parte dos shoppings e a maioria das grandes redes varejistas deixaram as liquidações para o mês que vem.

Os saldões do pós-Natal estão concentrados em poucas redes varejistas e nos sites comércio eletrônico. As lojas negociaram mercadorias especialmente para isso, uma vez que as vendas do melhor Natal da década cresceram 13,4%, segundo pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O resultado é ratificado pela pesquisa da Associação dos Lojistas de Shoppings.

“Nossa promoção foi negociada. Não é sobra de produto do Natal”, afirma Geraldo Monteiro, diretor da rede Extra, do Grupo Pão de Açúcar. O grupo chegou a registrar crescimento de 15% nas vendas de eletrônicos e eletrodomésticos no Natal e espera ampliar em 20% a receita do período pós Natal em relação à liquidação de 2009, oferecendo descontos de até 50%.

O saldão do Extra começou no domingo e termina no dia 31. Mas, segundo Monteiro, já existem outras ações promocionais da rede planejadas para janeiro.

As Casas Bahia e o Ponto Frio, as outras duas bandeiras também do Grupo Pão de Açúcar, iniciaram no domingo um saldão com descontos de até 70%. Já os grandes concorrentes diretos, como Walmart e Carrefour, planejam ações promocionais nas lojas físicas para janeiro.

A Tok&Stok, rede especializada em móveis, começa hoje uma liquidação de três dias para clientes preferenciais, focada em produtos cujas linhas serão renovadas. O plano é estender a promoção para os demais clientes a partir de 31 de dezembro a 23 de janeiro. Segundo Nilo Signorini, diretor comercial, o Natal foi muito bom e as vendas cresceram 20% em relação a 2009. Agora a intenção é dar descontos entre 20% e 70% para cerca de mil itens e renovar o estoque.

Vestuário. No caso de itens de vestuário, vendidos basicamente em shoppings, as liquidações ainda são pouco significativas. Apenas a rede de lojas Marisa, que está voltada para o comércio de rua tradicional, iniciou ontem uma temporada de remarcações que vai até 9 de janeiro. Os descontos chegam a 50%.

O Estado consultou ontem vários shoppings de São Paulo sobre as liquidações pós-Natal. A informação obtida é de que não há eventos conjuntos programados para os próximos dias. As promoções são isoladas.

Nos sites de comércio eletrônico, no entanto, o clima de liquidação não é de hoje e vem ocorrendo desde o início do mês. As Lojas Americanas, por exemplo, oferecem descontos de até 60% na sua página online. No site do Walmart, a redução de preço chega a 70%.



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Prêmio da Mega da Virada pode chegar a R$ 190 mi; apostas vão até sexta

Fonte: Folha.com

A Caixa Econômica Federal elevou a estimativa de prêmio para a Mega da Virada, e o valor passou de R$ 180 milhões para R$ 190 milhões. O sorteio será realizado na véspera do Ano-Novo, e as apostas podem ser feitas até as 14h (horário de Brasília) de sexta, último dia do ano.

Prêmio pode render “mesada” de R$ 1,1 milhão

De acordo com a Caixa, o valor do prêmio previsto aumentou devido ao grande volume de apostas nos últimos dias. Até domingo (26), eram R$ 146 milhões em apostas. Somente nesta segunda-feira (27) foram registrados mais R$ 45 milhões em vendas.

O sorteio da Mega da Virada terá transmissão ao vivo pelos canais de TV abertos, a partir das 20h. Assim como em 2009, a Mega da Virada não vai acumular. Se não houver ganhadores na faixa principal, o prêmio será rateado entre os acertadores da quina e assim por diante.

Segundo a Caixa, se aplicado na poupança, o prêmio renderia mensalmente cerca de R$ 1,21 milhão. A aposta mínima, de seis números, custa R$ 2.

Governo quer atrair teles a parceria na banda larga

Fonte: FOLHA.COM

O futuro ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse à Folha que o governo vai propor às teles a divisão do comando do PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) com a Telebrás. Para isso, impõe condições: as operadoras terão de apresentar uma proposta com preço “razoável” e serviço de “boa qualidade”. Em sua opinião, hoje acontece exatamente o contrário.

O ministro admite que as teles poderão ficar com a maior parte do serviço de banda larga no país, mas têm de mudar de posição. Ontem, ele tratou do assunto com a presidente eleita, Dilma Rousseff e disse que, caso as teles apresentem uma proposta convincente, a ideia é manter a Telebrás operando em parceria com o setor.

Há duas semanas, o ministro se reuniu com os principais executivos das operadoras, que se comprometeram a retirar ações questionando a forma de atuação da Telebrás e a estudar uma forma de aumentar sua participação no plano federal para a internet, informa reportagem de Valdo Cruz e Julio Wiziack, publicada na Folha desta quarta-feira (29).

Apple se aproxima dos US$ 300 bi em valor de mercado

Fonte: DA EFE – Agência Internacional

A Apple terminou nesta terça-feira (28) a sessão no mercado Nasdaq com um valor de mercado muito próximo aos US$ 300 bilhões, número histórico que a consolida como a segunda empresa com maior valor em bolsa do mundo.

Ao concluir o pregão desta segunda sessão da semana, as ações do gigante tecnológico americano eram negociadas a US$ 325,47 por ação, após ter subido US$ 0,79 em relação ao fechamento de segunda-feira (27).

Com o avanço desta terça, a companhia dirigida por Steve Jobs terminou com um valor de mercado de US$ 298,310 bilhões, ainda longe da empresa cotada que mais valor acumula no mundo todo, a companhia petrolífera americana Exxon Mobil, com US$ 370,22 bilhões.

A constante alta em Bolsa do criador dos computadores Macintosh e os populares iPod, iPhone e iPad, permitiu que a empresa superasse em maio a sua eterna concorrente Microsoft, que terminou com um valor de US$ 239,64 bilhões.

Há apenas dois anos, a conhecida empresa com o logotipo da maçã mordida não se encontrava entre as 50 maiores empresas do mundo por valor na bolsa, uma lista liderada pela Exxon e na qual também se destacam a companhia petrolífera PetroChina (US$ 230,79 bilhões no fechamento de terça) e a Petrobras (US$ 229,23 bilhões).

Aumento do mínimo na era Lula levou contas ao limite, dizem economistas

Avaliação é de que reajustes deixaram de tirar pessoas da pobreza e estão ampliando rombo nas contas públicas

Fonte: BBC Brasil / Estadão

SÃO PAULO – Uma das principais bandeiras do governo Lula, o aumento contínuo do salário mínimo acima da inflação, ajudou a dinamizar a economia do país em um primeiro momento, mas também fez as contas públicas chegarem “a um limite”, segundo economistas ouvidos pela BBC Brasil.

O principal argumento é de que o salário mínimo “já deixou” de ser um instrumento eficaz de redução da pobreza no país e que os aumentos reais estão apenas “ampliando o rombo” nas contas da Previdência Social.

“A política de aumento do salário mínimo está sendo vítima de seu próprio êxito. Ele funcionou até certo ponto, mas já não está mais ajudando os mais pobres, ou seja, não está mais ajudando os que ficaram para trás”, diz o economista Fábio Giambiagi, especialista em contas públicas.

Durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o valor do salário mínimo cresceu perto de 50% acima da inflação, chegando em 2010 a R$ 510.

Por trás de sucessivos reajustes está a ideia de que um salário mínimo mais forte funciona como um “indutor” do consumo e do aumento da renda no país, contribuindo assim para a redução da pobreza.

Mas segundo Giambiabi, essa política “já se esgotou”. “De cada R$ 100 reais de aumento no salário mínimo, apenas R$ 3 chegam às mãos dos mais pobres”, diz.

Pobreza

Ainda de acordo com o economista, os reajustes passaram a melhorar as condições de quem “já está protegido”, mas não estão mais tirando pessoas da pobreza.

“Precisamos olhar para os que ficaram para trás. O Brasil tem 10% da população vivendo como miseráveis e o salário mínimo não chega a esse contingente”, diz Giambiagi.

Além do “esgotamento” do salário mínimo como política de redução da pobreza, os economistas têm apontado um efeito “perverso” dessa política: o peso do reajuste nas contas públicas.

O valor do salário mínimo serve como base para o pagamento de aposentadorias no país, item que mais cresceu nas despesas do governo federal nos últimos anos.

A previsão é de que Lula entregue as contas do INSS para sua sucessora com um gasto equivalente a 7,4% do PIB. Há oito anos, esse valor era de 6,3%.

“O Brasil é um país de despesa alta. Mas ao contrário do que se pensa, o problema não está nos gastos com passagem de avião, com fotocópia ou outras despesas do dia-a-dia. A conta maior e a que mais cresce é a da Previdência Social”, diz Mansueto Almeida, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

‘Chance perdida’

Na avaliação de Giambiagi, o presidente Lula poderia ter usado sua “popularidade” e seu “cacife político” para cortar gastos e, assim, ampliar o nível de investimentos no país.

“Perdemos uma chance histórica de realizar ajustes fiscais. Um presidente tão próximo do povo poderia ter explicado à sociedade a importância do corte de gastos”, diz o economista.

Segundo ele, o governo Lula não foi exatamente “gastão”, quando comparado com governos anteriores. “É mais correto falar em uma trajetória de gastos que começa muito antes, em 1991, e que foi mantida”, diz.

As despesas do governo federal, excluindo o desembolso das estatais e o pagamento de juros, representavam 18,6% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2003, devendo fechar este ano em 23% do PIB.

O ritmo de expansão é praticamente o mesmo do registrado nos oito anos anteriores (1995-2002), quando a proporção dos gastos sobre o PIB saiu de 16,7% para 19,51%.

No entanto, na avaliação de Giambiagi, Lula foi o presidente que “de longe teve as melhores condições” de desviar o país do caminho das despesas elevadas.

“Não apenas havia ambiente político, como também a situação econômica se apresentou favorável em vários momentos. Eu diria que a falha desse governo, na questão fiscal, está no que ele deixou de fazer”, acrescenta o economista.

Investimentos

Gastos elevados em despesas correntes, que incluem pagamento de pessoal, aposentadorias e outros gastos administrativos, costumam resultar em menos investimentos.

Nos últimos oito anos, houve uma ligeira ampliação do peso dos investimentos públicos sobre o PIB, que passou de 0,3% em 2003 para 1% em 2009. Mas apesar do acréscimo, o valor ainda é considerado “muito baixo” por economistas.

Mansueto lembra que o cenário deverá se tornar mais delicado para a futura presidente, Dilma Rousseff, em função das necessidades de investimentos para a Copa do Mundo de 2014 e para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

“Além de o gasto ser muito alto no país, temos pouca margem de manobra para cortes no curto prazo. Os planos de redução das despesas são possíveis apenas se pensados para prazos mais longos, como em três ou quatro anos”, diz Almeida.

Isso porque, segundo ele, diversos itens das despesas dependem não de uma “decisão imediata” do presidente, mas sim de um esforço político que envolve também o Legislativo – caso de uma possível reforma previdenciária.

“Como muitas das despesas são engessadas, há sempre o perigo de o governo acabar cortando os investimentos, o que é péssimo para o desenvolvimento do país”, diz o economista do Ipea. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Um terço dos empresários da indústria prevê aumento no emprego, diz FGV

Fonte: Folha.com

Os empresários da indústria estão mais otimistas em relação ao nível de emprego nos próximos meses, com o indicador avançando 4,3% em dezembro, para 126 pontos, bem acima da média do ano (123,4).

Das 1.196 empresas consultadas pela FGV (Fundação Getulio Vargas), 31,0% prevêem ampliar o contingente de mão de obra no trimestre que engloba o período de dezembro a fevereiro, ante 28,6% no levantamento anterior, em novembro. Outros 5,7% pretendem reduzir o quadro de pessoal, número abaixo da previsão anterior (7,8%).

Os números apontam para a continuação da queda no desemprego no país. Nas seis principais regiões metropolitanas pesquisadas, a taxa ficou em 5,7% em novembro, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), atingindo o menor patamar contabilizado desde março de 2002, quando teve início a nova série histórica do órgão.

Os dados da FGV fazem parte do Índice de Confiança da Indústria, divulgado nesta terça-feira, que registrou elevação de 1,6% em dezembro ante novembro, com ajuste sazonal, atingindo 114,5 pontos. A média do indicador no último trimestre (113,7 pontos) supera a do terceiro (113,3 pontos), mas fica abaixo do primeiro e segundo trimestres.

Em dezembro, o indicador que mensura a avaliação sobre a situação atual avançou 1,3%, enquanto o de expectativas cresceu 1,9%.

Com o mercado aquecido, o nível de utilização da capacidade instalada da indústria passou de 84,5% para 84,9%, patamar semelhante à média do ano.

Produção de petróleo no Brasil bate recorde em novembro

Fonte: Rafael Rosas | Valor Online

RIO – A produção média de petróleo no Brasil atingiu o recorde de 2,089 milhões de barris por dia em novembro, uma alta de 5,2% frente a novembro do ano passado e um crescimento de 4,6% na comparação com outubro de 2010.

Já a produção de gás natural no mês passado atingiu a média, também recorde, de 66,2 milhões de metros cúbicos por dia, 12% a mais que em novembro de 2009 e 2% a mais que em outubro deste ano.

Os dados constam do Boletim da Produção de Petróleo e Gás Natural, divulgado hoje pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Do total de petróleo e gás natural produzido no país em novembro, 91,2% vieram de campos explorados pela Petrobras. Os campos marítimos responderam por 91,3% do petróleo e por 75,3% do gás natural produzidos no país.

Já a produção do pré-sal em novembro foi em média de 63.679 barris por dia de petróleo e de 2,301 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural. Em outubro, a produção no pré-sal foi de 43.978 barris por dia de petróleo e 1,607 milhão de metros cúbicos diários de gás natural.