Brasil supera média mundial na adoção de computação em nuvem

Fonte: Folha.com

A adoção de tecnologias de computação em nuvem nas empresas instaladas no Brasil supera a média mundial, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira (8) pela Cisco, empresa que trabalha com redes e conectividade.

Segundo a pesquisa, 27% das companhias no Brasil utilizam aplicações baseadas na computação em nuvem, o que deixa o país empatado com a Alemanha e superando a Índia (26%), os EUA (23%) e o México (22%).

A tecnologia de computação em nuvem permite aos usuários o armazenamento dados e aplicativos na própria web, sem a necessidade de instalá-los no PC.

A virtualização, execução de diversos sistemas em um único equipamento físico, também ocorre mais frequentemente no Brasil do que no restante do mundo.

Segundo o estudo, 47% dos profissionais de TI entrevistados no Brasil afirmaram que mais da metade dos servidores na empresa em que trabalham já passaram pelo processo. No mundo, 29% das empresas têm mais da metade de servidores virtuais

Brasileiros compraram mais notebooks do que desktops em 2010

Segundo Abinee, 7,15 milhões de PCs portáteis serão vendidos no ano.
Já o segmento de desktops vai manter as vendas em 6,8 milhões.

Fonte: Do G1, com informações da Agência Estado

O segmento de informática foi o que apresentou maior faturamento da indústria elétrica e eletrônica em 2010, informou nesta quinta-feira (9) a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). O segmento deve fechar este ano com faturamento de R$ 39,9 bilhões, alta de 13% em relação a 2009. O desempenho será puxado pelas vendas de notebooks, que aumentarão 39%, para 7,15 milhões em 2010. Já o segmento de desktops vai manter as vendas em 6,8 milhões.

De acordo com a associação, é a primeira vez que as vendas de notebooks superam as de desktops. No total, o segmento de informática comercializará 14 milhões de computadores, um crescimento de 17% em relação a 2009. Neste ano, a participação do chamado mercado cinza vai se manter em 30%.

O único dos oito segmentos do setor que registrará queda no faturamento é o de telecomunicações – R$ 16,7 bilhões, queda de 9%. No total, a indústria produzirá 61 milhões de telefones celulares, dos quais 47 milhões destinados ao mercado interno e 14 milhões à exportação. Uma das razões para a queda na produção foi a expansão das vendas no País dos smartphones, em sua maioria importados.

Os demais segmentos registram crescimento de faturamento neste ano. O segmento de equipamentos industriais vai faturar R$ 18,3 bilhões, crescimento 22%; o de utilidades domésticas, R$ 15,5 bilhões (16%); o de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, R$ 12,1 bilhões (14%); o de componentes, R$ 9,3 bilhões (13%); o de material de instalação, R$ 8,9 bilhões (12%); e o de automação industrial, R$ 3,1 bilhões (7%).

Para 2011, a Abinee prevê que o setor deverá faturar 13% a mais que em 2010, chegando a R$ 140,5 bilhões. O segmento de informática deve liderar o faturamento, com R$ 45,5 bilhões, alta de 14%. O segmento de equipamentos industriais deve faturar R$ 21 bilhões, alta de 15%; o de telecomunicações, R$ 18,5 bilhões, alta de 11%; o de utilidades domésticas, R$ 17 bilhões, alta de 9%; o de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, R$ 14,4 bilhões, alta de 19%; o de material de instalação, R$ 10,2 bilhões, alta de 15%; o de componentes, R$ 10,1 bilhões, alta de 8%; e o de automação industrial, R$ 3,5 bilhões, alta de 11%.

Google expande operações no Brasil e na América Latina em 2011

Empresa planeja abrir dois novos escritórios no continente.
Faturamento da operação brasileira registrou crescimento de 85%.

Fonte: De G1 – Valor Online

Em janeiro, a subsidiária brasileira do Google expande sua atuação em três novos grupos voltados às áreas de mobilidade, publicidade em display e gestão de relacionamento com agências de publicidade, informou o diretor geral do Google América Latina, Alexandre Hohagen.

“A expectativa para 2011 é bastante positiva. Embora o próximo ano não tenha uma Copa do Mundo, será um ano bastante importante para consolidar a publicidade em display (banners)”, disse Hohagen na noite de quarta-feira (8), em encontro com jornalistas na sede do Google Brasil, em São Paulo.

A operação latino-americana da empresa também ganha duas novas subsidiárias até o fim do próximo ano. “Teremos um escritório no Panamá para cuid

O YouTube é um dos principais meios de atração de anunciantes mais conservadores na internet. No final de novembro, o Google Brasil realizou o primeiro show transmitido ao vivo pelo canal YouTube Live que atraiu 1,8 milhão de visitantes on-line e superou audiências das versões americanas, informou a empresa.

Embora 98% da receita do Google Brasil tenha sido gerada com publicidade, o mercado corporativo – fonte dos 2% restantes do faturamento – também é prioridade para a empresa, em projetos de computação na nuvem, destacou Hohagen.

Crescimento de 85%
Em 2010, o faturamento da operação brasileira do Google – que não divulga valores absolutos – registrou um crescimento de 85% na comparação com 2009, quando apresentou o mesmo índice de avanço na comparação com 2008, informa Hohagen. O executivo pondera que não tem a mesma meta de crescimento para 2011, mas acredita que, na prática, a subsidiária – hoje com 250 funcionários – deve apresentar o mesmo nível de avanço dos últimos dois anos.

Hohagen também informou que já tem um candidato favorito para assumir o Google Brasil e espera anunciá-lo em janeiro. O executivo acumula o comando da operação brasileira desde meados de setembro, quando Alex Dias, deixou o comando da subsidiária para assumir a liderança do grupo Anhanguera Educacional.

Novo celular do Google
A área de mobilidade também é outra frente de trabalho da empresa, com a criação de um grupo voltado a campanhas publicitárias por meio da plataforma AdMob.

“Este ano foi muito importante para o Android (sistema operacional do Google para dispositivos móveis) no Brasil”, comentou o executivo já exibindo o novo celular do Google, o Nexus S, no evento. Segundo ele, o aparelho fabricado pela Samsung começa a ser vendido no Brasil no primeiro trimestre de 2011.

ar de América Central e outro em Porto Rico para a região do Caribe”, disse Hohagen.

No Brasil, a estratégia para o próximo ano é atrair anunciantes mais tradicionais que não viam com tanto entusiasmo a oferta de links patrocinados, destacou o executivo. Em 2010, segundo Hohagen, a operação brasileira já reduziu a dependência das campanhas atreladas a resultados de busca, que ainda compõem a principal fonte de receita do Google no país, dando espaço a anúncios em formatos de display.

Brasil cresce menos que China e Índia, mas supera Europa e EUA

Levantamento elaborado pela consultoria Austin Rating mostra que Grécia é a lanterna.

Fonte: Luís Artur Nogueira, de EXAME.com

Wikimedia Commons

Cingapura teve o maior crescimento do mundo no 3º trimestre.

São Paulo – O crescimento de 6,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre em relação ao mesmo período de 2009 coloca o Brasil na décima colocação entre as maiores altas do mundo.

O levantamento, feito pela consultoria Austin Rating, traz 45 países que já divulgaram os resultados referentes aos meses de julho, agosto e setembro. A liderança, até agora, é de Cingapura, que cresceu 10,3%. China e Índia ocupam, respectivamente, a terceira e quarta posições (veja abaixo tabela completa).

Na América Latina, somente o Chile supera o Brasil com um crescimento de 7% no terceiro trimestre. A Alemanha ocupa a 20ª posição, e os Estados Unidos, a 24ª.

Apenas três países apresentaram retração no PIB: Venezuela, Noruega e Grécia, a lanterna do ranking. Alguns países, como Turquia e Argentina, ainda não divulgaram os resultados.

                                                  

Dólar futuro tem novo avanço; Ptax fecha a R$ 1,7024

Fonte: Valor Online

SÃO PAULO – Os contratos futuros de dólar negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F)  fecharam o pregão desta quinta-feira em alta.

O contrato para janeiro de 2011, o mais líquido, fechou cotado a R$ 1,718, alta de 0,75%. O vencimento para fevereiro 2011 terminou a R$ 1,730, avanço de 0,75% e o de março de 2011 encerrou em alta de 0,74%, a R$ 1,742.

Ao todo, foram negociados 464.935 contratos cambiais. O giro financeiro foi de R$ 39,798 bilhões, o equivalente a US$ 23,377 bilhões. Ontem, foram movimentados 323.320 contratos cambiais, com giro de R$ 27,447 bilhões, o equivalente a US$ 16,248 bilhões.

A taxa Ptax – média das cotações do dólar apurada pelo Banco Central (BC) e ponderada pelo volume de negócios – encerrou o dia em alta de 0,78%, cotada a R$ 1,7016 na compra e a R$ 1,7024 na venda.

Dólar fechou a R$ 1,70; Bovespa retrocede 0,54%

Fonte: Folha.com

Os agentes financeiros responderam nervosamente ao rebaixamento do “rating” irlandês, saindo das Bolsas de Valores correndo para o dólar, que no mercado brasileiro bateu seu maior preço neste mês.

“O humor do mercado azedou, claramente, depois do anúncio sobre o ‘rating’ da Irlanda. O dólar estava muito ‘tranquilo’ na faixa de R$ 1,68 e R$ 1,69, quando começou a subir e quase chegou a R$ 1,72”, comenta Glauber Romano, especialista da Intercam Corretora.

O Banco Central, que nos últimos dois dias entrou por duas vezes no mercado de moeda, restringiu sua intervenção do dia a somente um leilão, por volta das 12h (hora de Brasília), quando comprou dólares por R$ 1,6945 (taxa de corte).

Nesse contexto, o dólar comercial foi negociado por R$ 1,709 nas últimas operações desta quinta, o que representa um acréscimo de 0,94% sobre a taxa final de ontem. E nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi negociado por R$ 1,810 para venda e por R$ 1,660 para compra.

Ainda operando, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) cai 0,54%, aos 67.797 pontos. O giro financeiro é de R$ 4,5 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York cede 0,21%.

Há meses a Irlanda está sob os holofotes, principalmente depois que aceitou o pacote de ajuda financeira, nos moldes da ajuda concedida à Grécia no início deste ano. O socorro financeiro, a cargo da União Europeia e do FMI, prevê que o país se compromete com um severo ajuste nas contas públicas para domar os deficits.

O parlamento irlandês já aprovou, em uma primeira votação, o plano de austeridade fiscal proposto pelo governo, que ainda não foi totalmente aprovado.

A agência de classificação de risco Fitch rebaixou o “rating” soberano da Irlanda para “BBB+”, três níveis abaixo da “nota” anterior, sob o argumento que esse país terá que aumentar seus gastos orçamentários para reestruturar seu setor bancário. Além disso, a Irlanda também enfrenta a desconfiança dos mercados, o que implica em custos maiores na hora de financiar sua dívida nas praças financeiras.

JUROS FUTUROS

No mercado futuro de juros, que serve de referência para o custo dos empréstimos nos bancos, as taxas previstas recuaram nos contratos mais negociados.

Ontem à noite, o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu manter a taxa básica de juros do país em 10,75% ao ano, em linha com as expectativas do setor financeiro. Na semana que vem, o Comitê deve divulgar a ata relativa a essa reunião.

No contrato para julho de 2011, a taxa projetada caiu de 11,64% para 11,50%; para janeiro de 2012, a taxa prevista cedeu de 12,08% para 11,98%. E no contrato para janeiro de 2013, que seguiu tendência inversa, a taxa projetada passou de 12,39% para 12,42%. Esses números são preliminares e estão sujeitos a ajustes.

Governo vai propor corte de R$ 8 bi no Orçamento de 2011

Fonte: Folha.com

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse nesta quinta-feira que irá encaminhar ao Congresso Nacional uma sugestão de corte de R$ 8 bilhões do Orçamento da União de 2011.

A proposta se justifica pela revisão para baixo da receita do próximo ano. A Receita Federal projetou um orçamento R$ 12 bilhões menor para 2011, o que representa R$ 8 bilhões de receita líquida a menos.

Ainda não há definição sobre onde serão feitos os cortes. Bernardo disse que ‘haverá uma avaliação política de onde serão feitos os ajustes.

“Nós vamos indicar as despesas a serem cortadas”. Ele garantiu que as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) não sofrerão cortes. Mas o governo terá que manter a proposta de reajuste do salário mínimo para R$ 540.

Segundo ele, também serão feitos estudos junto a outros ministérios para evitar que novas despesas sejam feitas.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que por conta de um orçamento mais justo em 2011, as obras do PAC 2 deverão ter início mais lentamente. “Vamos alterar o ritmo de ingresso de novos investimentos de acordo com a nossa disponibilidade”, disse Mantega.

RECEITA

Na última terça, Bernardo afirmou que a Receita Federal havia terminado uma reavaliação da receita bruta do país para 2011 e chegou a “uma diferença para menos de R$ 12 bilhões”.

Segundo o ministro, a redução da estimativa das receitas pode ser explicada por uma mudança no comportamento da arrecadação, que não cresceu no mesmo ritmo da economia.

O ministro afirmou, ainda, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente eleita Dilma Rousseff já pediram para preservar os investimentos no orçamento de 2011, principalmente os projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e Minha Casa, Minha Vida.

AUMENTO

Até 2008, a arrecadação de impostos, taxas e contribuições sociais vinha crescendo mais do que a economia do país, mesmo sem aumento de alíquotas e após a derrubada da antiga CPMF. Desde então, entretanto, a receita da União ficou praticamente estagnada como proporção do Produto Interno Bruto.

Apesar de sucessivas frustrações das previsões, o governo continuou contando com altas da receita em 2010 e em 2011. Não por acaso, as metas de superavit primário –a parcela da arrecadação poupada para o abatimento da dívida pública– têm sido descumpridas.

Pelas estimativas mais recentes, a receita total deste ano deve ficar entre 23,5% e 24% do PIB. Elaborado em agosto, o projeto de Orçamento para 2011 conta com uma receita de 24,86% do PIB, já elevada pelo Congresso para 25,08%.

Juro futuro cai com dúvida sobre ajuste da taxa Selic

Fonte: SUELI CAMPO – Agencia Estado.

SÃO PAULO – A dúvida em relação ao comprometimento do Banco Central em subir a taxa básica de juros para frear o aquecimento da economia, que se instalou no mercado após o comunicado divulgado ontem pelo Comitê de Política Monetária (Copom), derrubou as projeções dos contratos futuros de depósito interfinanceiro (DI) com vencimento de curto prazo negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) nesta quinta-feira. Agora, para a próxima reunião do Copom, em janeiro de 2011, a curva de juros mostra um mercado dividido em relação ao ajuste da taxa Selic, o juro básico da economia brasileira: 63% apostam em alta de 0,25 ponto porcentual, para 11% ao ano, e 37% creem na elevação de 0,50 ponto porcentual, para 11,25% ao ano.

Ao término dos negócios, entre os contratos com vencimentos mais curtos, a taxa projetada pelo DI de janeiro de 2011 caiu para 10,64% ao ano, ante 10,72% no ajuste de ontem, com 2.928.390 contratos negociados hoje; a projeção do DI de abril de 2011 cedeu para 11,01% ao ano, de 11,15% ontem, com 318.455 contratos; o DI de julho de 2011 recuou para 11,50% ao ano, de 11,63% ontem, com 310.740 contratos negociados; e o DI de janeiro de 2012 fechou em baixa, a 11,98% ao ano, de 12,07% na véspera, com 460.070 contratos negociados.

Segundo operadores, a decisão unânime do Copom de manter a taxa Selic em 10,75% ao ano e o comunicado dizendo que será necessário um tempo adicional para aferir os resultados das medidas “macroprudenciais” deixaram a dúvida entre os investidores em relação ao prazo da elevação da taxa Selic e a intensidade do ajuste.

“O que esse comunicado do Copom dá a entender é que o último instrumento que o BC quer lançar mão é a elevação da taxa básica de juros. Diante disso, é arriscado ficar tomado no DI esperando uma alta de 0,50 ponto porcentual na Selic em janeiro”, comentou um operador. Nas mesas de negócios, o sentimento que ficou, após o comunicado, é que o Banco Central está adiando uma alta da Selic.

“O mercado entendeu que de agora até o dia 18 e 19 de janeiro, quando ocorre a primeira reunião do Copom de 2011, pode ser um período curto para o BC ver os resultados das medidas de enxugamento de liquidez, o que esvaziou as apostas de alta de 0,50 ponto porcentual no mês que vem”, diz Paulo Rebuzzi, da Ativa Corretora.

Nos contratos futuros de DI com vencimento mais longo, a curva de juros foi ascendente, refletindo a percepção de que se a autoridade monetária pode postergar a decisão de conter o crescimento da economia, o tamanho do ajuste do juro básico lá na frente terá de ser maior.

Nos contratos de vencimento intermediário, a taxa projetada pelo DI de janeiro de 2013 subiu para 12,42% ao ano, de 12,38% no ajuste de ontem (173.160 contratos negociados) e a projeção do DI de janeiro de 2014 avançou para 12,32% ao ano, de 12,25% ontem (24.820 contratos). Nos prazos longos, o DI de janeiro de 2017 subiu para 12,14% ao ano, de 12,07% na véspera (30.735 contratos) e o DI de janeiro de 2021 avançou para 12,20% ao ano, de 12,10% ontem (760 contratos).

A alta da inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) em novembro, de 1,58%, ante 1,03% em outubro (a maior taxa para o mês desde de novembro de 2008), confirma os temores do mercado sobre o aquecimento da atividade econômica. O PIB do terceiro trimestre, divulgado hoje pelo IBGE, não chegou a fazer preço no mercado futuro de juros. A economia brasileira cresceu 0,50% em relação ao segundo trimestre. Em relação ao terceiro trimestre de 2009, o PIB teve expansão de 6,7%.

Bancos puxam Wall Street; Nasdaq tem 7a alta seguida

Fonte: CHUCK MIKOLAJCZAK – REUTERS – Estadão.com

NOVA YORK – O mercado de ações norte-americano fechou a sessão desta quinta-feira com uma leve alta, com o índice S&P 500 oscilando em torno de sua máxima de dois anos, tendência que investidores esperam irá continuar até o fim do ano.

“Muitos operadores acharam que o mercado subiria mais” após o S&P superar sua marca técnica aos 1.228 pontos, afirmou Alan Valdes, diretor de operações da DME Securities. 

“O que vimos hoje é um baixo volume de operações. Eles levaram o índice até 1.228 (mas) não estão investindo muito e vimos até um movimento de realização de lucros”. 

No fechamento desta quinta-feira, o índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, recuou 0,02 por cento, para 11.370 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq subiu 0,29 por cento, para 2.616 pontos. O índice S&P 500 teve valorização de 0,38 por cento, para 1.233 pontos.

 Investidores compraram muitas ações bancárias, que saltaram 12,4 por cento no mês. Perto do fim do ano, ações em alta tendem a atrair investidores buscando melhorar o desempenho de seus fundos. O índice de bancos KBW subiu 2,2 por cento na sessão com a alta de 5,4 por cento do Bank of America, para 12,65 dólares.

Celulares de SP terão mais um dígito, sem novo código de área, diz Anatel

Esse dígito extra vai gerar 370 milhões de números a mais para habilitação de novas linhas de celulares para código de área 11.

Fonte: Karla Mendes, da Agência Estado

BRASÍLIA – A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) desistiu da ideia de criar o código 10, sobreposto ao código 11, para resolver o problema da falta de números para celulares em São Paulo. Segundo o conselheiro João Rezende, o conselho diretor da agência deliberou hoje pela implantação do nono dígito para os celulares de São Paulo no prazo de 24 meses. Esse dígito extra vai gerar 370 milhões de números a mais para habilitação de novas linhas de celulares para código de área 11.

Para suprir a demanda por números antes dos 24 meses em que será implantado o nono dígito, a Anatel tomará algumas medidas. A principal delas, segundo Rezende, é a redução pela metade da quarentena imposta às empresas para que utilizem os números cancelados pelos clientes. Hoje o prazo para a empresa voltar a usar o número cancelado é de 180 dias. Com as novas regras, a quarenta será de 90 dias.

Outra medida é a possibilidade de usar o prefixo 5, hoje destinado para a telefonia fixa em São Paulo, para a telefonia móvel. Além disso, há a também possibilidade de se adotar um sistema diferente para a numeração dos modems de banda larga 3G, que hoje usam números de celular.

O conselheiro explicou que, com a liberação da banda H, que é a última faixa de frequência do 3G, São Paulo terá uma demanda de mais de 7 milhões de números em 2011 e 2012 e que essas medidas preliminares buscam solucionar o problema enquanto o nono dígito não é implantado. “Não pode haver apagão de números em São Paulo”, disse Rezende.