Brasil terá sua versão da “Black Friday” na internet

Data em que redes norte-americanas fazem descontos em produtos eletrônicos é esta sexta-feira (26)

Fonte: Monica Campi, de

São Paulo – O dia mais esperado pelos norte-americanos para compras de produtos com grandes descontos, a chamada Black Friday – sexta-feira após o feriado de Ação de Graças -, também vai chegar ao Brasil, pela internet, através de algumas redes de varejo.

Pelo site de compras coletivas Busca Descontos grandes empresas de e-commerce disponibilizarão nesta sexta (26) descontos de até 70% em produtos de lojas como Walmart, Americanas, Compra Fácil, Shoptime, entre outras.

Entre os produtos estarão eletrônicos, eletrodomésticos, informática, celulares, CDs e DVDs, livros, games, vestuários, perfumarias, entre outras.

Os descontos estarão disponíveis durante toda o dia, a partir das 0h. Para participar o usuário precisa realizar um pré-cadastro no site de compras coletivas e selecionar a forma que deseja ser avisado sobre o início das vendas (Twitter, SMS ou e-mail).

Nos Estados Unidos a expectativa dos consumidores é poder encontrar ofertas principalmente em eletrônicos. Brasileiros podem tentar aproveitar os descontos americanos em ações que serão promovidas em sites como Amazon.com, GroupOn e FourSquare. A loja virtual da Apple Brasil também promoverá descontos especiais nesta sexta-feira.

Nova regra para cartão tenta evitar superendividamento



Atualmente, a prática é de 10% de pagamento mínimo, mas isso é apenas uma convenção e não uma norma.

Fonte: Revista Exame     

O diretor de Administração do Banco Central (BC), Anthero Meirelles, disse hoje que a definição de um valor mais elevado de pagamento mínimo para faturas de cartão de crédito visa evitar o superendividamento das famílias. A partir de junho do ano que vem, o pagamento mínimo será de 15% da fatura e de 20% a partir de dezembro de 2011. Atualmente, a prática é de 10% de pagamento mínimo, mas isso é apenas uma convenção e não uma norma.

O diretor de Política Monetária do BC, Aldo Luiz Mendes, acredita que a medida vai ter eficácia sim, a despeito dos juros altos praticados na rolagem de dívida de cartão de crédito, mas disse que essa medida poderá ser revista ao longo do tempo. Ele explicou que o governo tomou cuidado para não fazer uma mudança brusca que pudesse impactar a programação de pagamento das pessoas. “Mas nada impede que a gente altere isso no futuro”, afirmou.

Mendes informou que os bancos emissores de cartões de crédito serão obrigados a fornecer os chamados “cartões básicos” para clientes que só desejarem realizar as operações clássicas de pagamentos à vista ou parcelados de bens e serviços em estabelecimentos credenciados.

Essa modalidade terá obrigatoriamente anuidade mais barata do que a dos cartões que oferecem benefícios e recompensas, como bônus e milhagens, que serão classificados como “cartões diferenciados”. Já esse tipo de cartão, mais sofisticado, terá que incorporar em sua anuidade os custos dos benefícios adicionais, especificando-os em uma tabela disponibilizada para os clientes. Além disso, os cartões básicos nacionais terão obrigatoriamente anuidade mais barata do que os básicos autorizados para uso no exterior, o mesmo ocorrendo com os cartões diferenciados.

As novas regras para os cartões de crédito começam a valer em 1º de junho de 2011 para os plásticos emitidos a partir dessa data, que deverão ter contrato diferente dos atuais, sendo incluídas todas as alterações anunciadas nesta quinta-feira pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Segundo Mendes, para os cartões já existentes, a migração para as novas regras deverá ser um ano depois, em 1º de junho de 2012.

Microsoft, Intel e General Eletric estreiam segunda-feira na BM&FBovespa

Segundo lote de BDRs de blue chips estrangeiras chegam à bolsa brasileira, mas ainda sem acesso ao investidor individual.

Fonte:Mirela Portugal, de EXAME.com

Oli Scarff/Getty Images

Microsoft será uma das grandes companhias internacionais com BDRs na BM&FBovespa

São Paulo – Mais dez empresas estrangeiras, entre elas Microsoft, Intel, General Electric e Citigroup, serão listadas na BM&FBovespa a partir da segunda-feira (29). A instituição emissora dos papéis é o Citibank.

As companhias serão negociadas via BDRs, recibos de ações de empresas não brasileiras custodiadas por um banco. O lote completo inclui ainda Alcoa, Cisco Systems, Freeport-McMoran Copper & Gold, Merck & Co, Procter & Gamble e Wells Fargo & Company.

Os novos BDRs nível 1 (ou não patrocinados) só podem ser adquiridos por instituições financeiras e fundos de investimentos, além de administradores de carteira e consultores de valores mobiliários autorizados pela CVM.

Em outubro foi lançado o primeiro lote das BDRs não patrocinadas na Bovespa, entre elas Apple, Google, Bank of America, Arcelor Mittal, Goldman Sachs, BHP Billiton, Wal Mart, Exxon Mobil, Mc Donald’s e Pfizer. A instituição emissora desses papéis é o Deutsche Bank.

Registados por uma instituição depositária no Brasil, os BDRs não têm participação das companhias originais e são considerados investimento no exterior. Após quase dois meses de negociação, no entanto, ainda não há dados concretos sobre a liquidez dos papéis ou interesse dos investidores institucionais.

A estreia dos papéis contará com toque simbólico da campainha na abertura do pregão, às 11 horas.

Dólar fecha quase estável em dia de liquidez reduzida

No final, a divisa teve oscilação negativa de 0,06 por cento, a 1,722 real na venda.

Fonte:   – Revista Exame.com

São Paulo – O dólar terminou praticamente estável ante o real nesta quinta-feira, numa sessão de fraca liquidez em meio a um feriado nos Estados Unidos.

A moeda operou com queda maior durante boa parte do dia, captando um modesto apetite por risco no exterior. Mas próximo ao fechamento o ímpeto de baixa arrefeceu após o Banco Central comprar dólares no mercado à vista, definindo como taxa de corte 1,7203 real.

No final, a divisa teve oscilação negativa de 0,06 por cento, a 1,722 real na venda.

“O euro está recuperando algum terreno hoje e de certa forma isso está ajudando aqui também. De qualquer maneira, ficar vendido em dólar hoje é rentável no Brasil, e o mercado está operando em cima disso”, disse Alfredo Barbuti, economista da BGC Liquidez.

A moeda única europeia se afastava da mínima em dois meses frente ao dólar, amparada pela demanda de exportadores, após na véspera não conseguir acompanhar o otimismo global desencadeado por dados positivos nos Estados Unidos.

A ausência das operações nos mercados norte-americanos, fechados devido ao feriado do Dia de Ação de Graças, tirava boa parte da liquidez das demais praças.

Por aqui, de acordo com dados da clearing (câmara de compensação) da BM&FBovespa, pouco mais de 648 milhões de dólares haviam sido registrados nesta sessão.

Na visão de Barbuti, os investidores de certa forma estão menos apreensivos com eventuais medidas do governo no mercado de câmbio, o que favorece um ambiente mais vendido em dólar.

Areva prêt à réfléchir à une introduction en Bourse

Source: LEMONDE.FR avec AFP et Reuters | 25.11.10 | 08h50 – Paris

Le groupe nucléaire public français Areva envisage de s’introduire en Bourse pour parvenir à lever des fonds, si l’augmentation de son capital en cours de négociation n’aboutit pas, affirme le journal Les Echos, jeudi 25 novembre.

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La présidente du directoire du groupe, Anne Lauvergeon, aurait évoqué cette piste la semaine dernière lors d’un comité de groupe européen. “La direction a évoqué une possible introduction en Bourse”, écrit le quotidien qui cite comme sources des représentants du personnel. Actuellement, l’Etat détient plus de 93 % d’Areva, 4 % du capital étant coté sous la forme de certificats d’investissement. (Pour le détail, page 227 du document de référence d’Areva au format PDF – 5,6 Mo) Hier, devant les sénateurs, Anne Lauvergeon, s’est déclarée opposée à l’entrée d’EDF au conseil du surveillance du groupe nucléaire public, tout en se disant “ravie” par une éventuelle montée de l’électricien au capital d’Areva.

Un projet d’élargir le capital d’Areva en portant le flottant du groupe de 4 % à 35 % ou 40 % en Bourse avait été examiné en 2004, avant d’être abandonné.

L’Etat négocie actuellement une augmentation de capital du groupe nucléaire avec les fonds souverains du Qatar et du Koweït, ainsi que le groupe japonais Mitsubishi Heavy Industries. Mais l’opération a été reportée à deux reprises ces deux dernières semaines.

Au cours d’un comité de groupe européen la semaine dernière, “deux autres scénarios ont été mentionnés pour financer les énormes investissements à venir : la montée du Fonds stratégique d’investissement au capital et une fusion entre la division minière d’Areva et Eramet”, le groupe minier dont Areva possède déjà 26 %, ajoutent Les Echos.

Une porte-parole d’Areva a refusé, mercredi soir, de commenter ces informations. Anne Lauvergeon a déclaré mercredi qu’elle n’était pas au cœur des négociations autour de l’augmentation de capital du groupe, renvoyant aux décisions de l’Etat sur le sujet.

Saúde pode receber R$ 2 bilhões a mais, diz relator do Orçamento 2011

Fonte: Fernando Taquari | Valor Online, com Agência Câmara

SÃO PAULO – O relator-geral do Orçamento de 2011, senador Gim Argello (PTB-DF), admitiu hoje a possibilidade de ampliar em mais R$ 2 bilhões os recursos destinados à saúde. O senador, no entanto, evitou se comprometer com a reivindicação do presidente do Conselho Nacional da Saúde (CNS), Francisco Batista Júnior, que pleiteia um acréscimo de R$ 6 bilhões.

Na proposta do Executivo, enviada ao Congresso, a saúde aparece contemplada com R$ 68,6 bilhões. Ao evitar assumir compromissos, Argello lembrou que o investimento no setor cresce acima da inflação desde 2007. “Ainda é pouco. A saúde é um serviço público essencial. Contudo, temos de atender também a outras áreas importantes, como educação, transporte e segurança pública”, disse o relator.

Argello se reuniu hoje com representantes do CNS, da Frente Parlamentar da Saúde, do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass, que integra os secretários estaduais) e do Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde (Conasems).

Parte dos R$ 2 bilhões que podem ser acrescentados ao orçamento da saúde deve vir da segunda reestimativa de receita feita pelo Congresso para 2011. O debate sobre o aumento dos recursos para a saúde mobiliza entidades e governadores eleitos, que após o pleito deste ano chegaram, inclusive a defender a recriação de um imposto nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). O tributo foi extinto pelo Senado em 2007.

Anatel aprova revisão dos contratos de concessão da telefonia fixa

Fonte: Rafael Bitencourt | ValorOnline

BRASÍLIA – O conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou hoje a revisão dos contratos de concessão da telefonia fixa nas modalidades local e longa distância nacional e internacional, que é realizada a cada cinco anos.

A proposta apresentada pelo relator, o conselheiro João Batista de Rezende, foi aprovada com ressalvas apresentadas pelos demais membros do colegiado após longa discussão durante todo o dia.

Até o fim do ano, os contratos deverão ser assinados pelas concessionárias de telefonia fixa (Oi, Telefônica, Embratel, Sercomtel e CTBC) para entrar em vigor a partir pelo período de 2011 a 2015.

Entre as decisões do conselho diretor está o fim da restrição que impedia o ingresso das concessionárias de telefonia fixa no mercado de TV a cabo nas áreas que abrangem a outorga. Porém, na prática, as concessionárias deverão esperar a aprovação do novo marco regulatório para a TV por assinatura, que é representado pelo projeto de lei PLC-116 em tramitação no Senado, para poder atuar no segmento.

Além de propor aprimoramento de outras cláusulas contratuais, a agência aprovou a ampliação da base de cálculo do repasse de 2% das receitas líquidas provinda dos planos de serviço básico e alternativo. O recolhimento acontece a cada dois anos e não incluída, até este ano, outras fontes de recursos que agora serão considerados pela Anatel.

A diretoria da Anatel rejeitou ainda a sugestão do relator que previa a mudança do critério de definição dos bens que devem ser reapropriados pela União ao fim dos contratos de concessão, em 2025.

A Anatel pretendia aprovar o novo parâmetro de avaliação para permitir que as empresas controladoras, controladas e coligadas fizessem investimentos complementares à infraestrutura sem o risco de serem obrigadas a entregá-los ao fim dos contratos.

A base dos novos contratos de concessão foi elaborada pela área técnica da Anatel e submetida à consulta pública antes de ser levada ao conselho diretor. Durante a consulta pública, a agência recebeu mais de 600 contribuições, sendo mais de 250 envidas pelas concessionárias de telefonia fixa.