Santander extingue a marca Real

Agências, terminais e outros serviços do Banco Real receberão nova roupagem – desta vez, com as cores da instituição espanhola.

Fonte: Por Stefan Ligocki – Revista Amanhã

santanderreal350x

   O Banco Real está prestes a desaparecer – pelo menos, da vista do consumidor final. A partir de agora, a marca do banco desaparecerá de agências, terminais de autoatendimento e até da internet. Em seu lugar, deverá fulgurar o logo do Santander Brasil, banco que incorporou o Real em abril de 2009. “É um momento histórico, afinal, é muito importante que nossos clientes identifiquem uma marca só. Somos mais fortes agora do que era a soma das nossas partes no final de 2008, quando começamos o processo de integração”, diz o presidente do Santander Brasil, Fábio C. Barbosa. Na Região Sul, a mudança da logomarca verde do Real para a vermelha do Santander vai atinge 64 agências – 19 no Rio Grande do Sul, 16 em Santa Catarina e 29 no Paraná.

Em uma solenidade que contou com a participação do presidente mundial do Santander, Emilio Botín, os dirigentes do banco informaram que, nesse momento, não haverá mudanças operacionais para os clientes pessoa física ou jurídica. Pelo menos até fevereiro do ano que vem, números de banco, agência, conta e senha de clientes do extinto Real permanecerão os mesmos. Cartões e talões de cheques emitidos com a grife Real continuarão sendo aceitos normalmente. Canais de relacionamento como Disque Real, SAC e Ouvidoria seguirão disponíveis nos mesmos números. O cliente Real também poderá continuar acessando o domínio www.bancoreal.com.br para usar os serviços de internet banking. Contudo, ao acessar o link, não verá mais a marca do Real, e sim a do Santander.

De acordo com o vice-presidente de varejo do Santander, José Paiva Ferreira, a partir de fevereiro de 2011 os antigos clientes do Real começarão a receber novos números de contas e senhas (o Santander não informou quantos clientes serão afetados pela mudança). No entanto, ao contrário do que ocorreu no processo de unificação dos bancos Itaú e Unibanco, os clientes poderão usar os números de conta e senha antigos por um período indeterminado, em qualquer plataforma. “Nossa intenção é provocar o menor transtorno possível aos clientes do Real. A nossa expectativa é a de que, à medida que os cartões forem expirando, os clientes deixem de usar contas e senhas antigas. Vai ser um processo natural, para acostumar o cliente Real à marca Santander”, explicou Ferreira, ressaltando que os dois bancos já estão praticamente integrados. Operações cotidianas, como saques, depósitos e transferências, já podem ser feitas por clientes dos dois bancos há mais de um ano.

Mais 600 agências até 2013

O presidente do Santander Brasil, Fábio C. Barbosa, confirmou a intenção de abrir 600 agências até 2013. Hoje, Santander e Real contam, juntos, com 3,6 mil agências em todo o país – sendo 314 na região sul. Neste mês, três novas agências já serão abertas em Curitiba. “A unificação da marca é uma etapa importante dentro do nosso objetivo de ser o maior banco do país”, afirma Barbosa.

O presidente mundial do Santander, Emilio Botín, também falou sobre a importância do Brasil para o banco. “Nossa operação aqui é a mais importante do mundo. No terceiro trimestre de 2010, a participação do Brasil no nosso resultado geral foi de 25%. Na Espanha, foi de 17%”, compara ele. Nos últimos 10 anos, diz, o Santander investiu US$ 27 bilhões no Brasil. “Nossa estratégia é clara: crescimento, crescimento e crescimento, sempre de forma sustentável. Queremos ser o banco mais eficiente e rentável do Brasil”, enfatizou ele.

Botín ainda garantiu que o Santander está “absolutamente tranquilo” em relação à gestão da presidente eleita Dilma Rousseff (PT). “Temos certeza de que a estabilidade política e econômica vai seguir com o novo governo”, avaliou.

Domínio do BlackBerry entre empresários se enfraquecerá

Entre os grandes grupos que estão procurando alternativas para o aparelho, estão o BofA e o Citigroup.

Fonte:Alastair Sharp, da

Justin Sullivan/Getty Images

Apresentação do Blackberry pelo presidente da RIM, Mike Lazaridis 

Blackberry pode perder espaço para o iPhone e smartphones com Android

 Toronto – As ações da Research in Motion caíam mais de três por cento na manhã desta sexta-feira em função das preocupações dos investidores quanto ao enfraquecimento do domínio do BlackBerry sobre no mercado corporativo, resultado da pressão de concorrentes.

O Bank of America e o Citigroup se uniram ao crescente número de companhias financeiras que estão considerando alternativas ao BlackBerry para seus serviços de e-mail.

Os bancos estão testando um software projetado para tornar o iPhone da Apple seguro o bastante para uso empresarial, informou a agência de notícias Bloomberg, citando três fontes familiares aos planos.

Uma fonte do Bank of America confirmou os detalhes da reportagem. Uma porta-voz do Citi preferiu não comentar o assunto.

Os smartphones BlackBerry são há muito os aparelhos preferidos dos banqueiros, políticos e executivos que precisam de acesso seguro a e-mail e Internet quando estão fora de seus escritórios.

Mas a crescente popularidade dos celulares inteligentes voltados ao consumidor, como o iPhone e os aparelhos com o sistema operacional Android, do Google, somada aos esforços de seus fabricantes para melhorar a segurança, estão colocando o domínio da RIM sobre o setor empresarial em xeque.

Permitir que os funcionários tenham acesso ao e-mail do trabalho por meio de seus celulares pessoais também permite que a empresa economize o custo de fornecer um BlackBerry a cada empregado.

“Se as preocupações de segurança dos departamentos de informática puderem ser resolvidas, essa troca seria vantajosa” para empregadores e funcionários, disse James Cordwell, analista da Atlantic Equities, em Londres.

Em pesquisa conduzida em setembro, a Bernstein Research constatou que 83 por cento das empresas norte-americanas permitem o uso de alternativas ao BlackBerry no acesso ao e-mail da empresa.

Na quinta, a fabricante de computadores Dell anunciou que substituirá os BlackBerrys de 25 mil de seus funcionários por celulares inteligentes produzidos pela companhia, que planeja avançar no setor móvel.

Países emergentes conquistam mais poder de votação no FMI

China agora é a terceira maior voz do organismo credor.

Fonte:Lesley Wroughton, da

Washington – Em uma decisão histórica, o conselho do Fundo Monetário Internacional (FMI) aumentou o poder de votação de grandes economias emergentes e tornou a China a terceira maior voz do organismo credor.

“Esse acordo histórico é a reforma de governança mais fundamental dos 65 anos de história do fundo e a maior mudança de influência em favor do mercado emergente e dos países em desenvolvimento para reconhecer seu papel crescente na economia global”, afirmou o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, em entrevista coletiva.

Sob o acordo, aprovado primeiramente pelos ministros de Finanças do G20 na Coreia do Sul no mês passado, seis por cento das cotas de votação do FMI serão transferidos das economias industrializadas para o “dinâmico” mercado emergente.

A medida coloca a China em terceiro lugar depois de Estados Unidos e Japão, e à frente de potências europeias como Alemanha, França e Grã-Bretanha. Também eleva Índia, Brasil e Rússia, que estão agora entre as 10 primeiras posições.

As economias emergentes têm lentamente ganhado influência no FMI, mas a decisão de sexta-feira é até o momento a mais significativa e corresponde a uma reforma da ordem econômica mundial estabelecida quando o órgão foi criado, após a Segunda Guerra Mundial

Maioria dos governadores quer a volta da CPMF



Até o governador eleito de Minas Gerais, Antonio Anastasia, está entre os 14 que se manifestaram a favor da volta do imposto do cheque.

Fonte:

Renato Araujo/AGÊNCIA BRASIL

Antonio Anastasia

Mesmo sendo da oposição, Antonio Anastasia defendeu a volta da CPMF

Brasília – A maioria dos governadores eleitos em outubro defende a recriação de um imposto nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta pelo Senado em 2007

Apenas seis governadores de oposição – dois do DEM e quatro do PSDB – disseram ser contra a medida. Mesmo assim, um tucano, o governador reeleito de Minas Gerais, Antonio Anastasia está entre os 14 que se manifestaram a favor da volta do imposto do cheque.

A reportagem procurou os 27 governadores que continuam no cargo ou tomam posse em janeiro. Dois não foram localizados e cinco não se manifestaram. Entre esses está o alagoano Teotonio Vilela que em 2007 chegou a dizer que “todos os governadores do PSDB” queriam a aprovação da CPMF. Os cinco petistas eleitos apoiaram a iniciativa.

Anastasia lembrou ontem que “a maioria esmagadora” dos governadores se posicionou a favor da manutenção do tributo em 2007, derrubado pelo Senado na principal derrota no Congresso sofrida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “A saúde é a chamada política pública de demanda infinita”, disse o mineiro, que esteve ontem com o senador eleito Aécio Neves (PSDB) em Caeté (MG).

O novo movimento em prol de um tributo para financiar a saúde pública tem à frente os seis governadores eleitos pelo PSB, partido da base de apoio de Lula. Um dia depois de a presidente eleita, Dilma Rousseff, ter defendido novos mecanismos de financiamento para o setor, os socialistas lançaram sua mobilização, em reunião da Executiva Nacional em Brasília.

Os governadores eleitos pela oposição, como Geraldo Alckmin (PSDB-SP) e Beto Richa (PSDB-PR), lembraram a urgência da reforma tributária como justificativa para questionar a simples criação de mais um tributo. “O mais urgente é discutir o modelo tributário de maneira mais ampla”, disse Alckmin. “É preciso resolver o grave problema do subfinanciamento da saúde, mas o ideal é evitar a criação de tributos.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Kinect e Xbox Live no Brasil

Fonte:  Tatiana de Mello Dias – Estadão.com

Na tela, um tigre filhote percorre um gramado. Do lado de fora, Alex Kipman conversa, pula, roda. Kipman é o brasileiro que inventou a tecnologia de reconhecimento por câmera Kinect, que por anos foi chamado de “Projeto Natal”. É um acessório para Xbox 360 que chega às lojas a partir de hoje nos EUA — no Brasil, custará R$ 599 e será vendido a partir do dia 18.

Kipman conta que o objetivo da tecnologia foi eliminar controles, botões, fios. Se o Wii abriu as portas da interação do corpo com a máquina, o Kinect vai além — é a experiência mais próxima de imersão no jogo que alguém pode ter. Durante o evento de lançamento do produto, a palavra “emoção” foi usada várias vezes — a ideia é que o jogador realmente tenha um proximidade emocional com a máquina, que o reconhece e interage com ele.

      Na demonstração, Kipman apresentou o Kinectmals, game em que um filhote de tigre aprende truques e explora um espaço. Os gráficos são muito nítidos, as cores são vivas e o sensor de movimento parece bem estável.

O Kinect usa uma câmera RGB, um sensor de profundidade e um microfone para reconhecer a imagem e a voz do dono. Kipman ligou a máquina e foi reconhecido — em instantes, estava logado na rede Xbox Live.

Kinect Adventures é o game que já vem com o produto. O game permite explorar um ciberespaço, escalando montanhas e mergulhando. Outros quatro serão lançados agora: Dance Central, de dança, Kinect Joy Ride, um simulador de corrida, e Kinect Sports, com futebol, boliche, pingue-pongue, além do Kinectmals demontrado por Kipman. Os jogos custarão R$ 149 no Brasil e a expectativa é que outros 12 sejam lançados até o fim do ano.

No evento, um jornalista perguntou sobre a suposta dificuldade do Kinect de reconhecer pessoas de pele negra. Kipman refutou com veemência. “Você não pode acreditar em tudo o que a internet diz”, disse, provocando risos. Ele explicou que o sensor não vê a cor. “Essa ideia é completamente besteira”.

“O Kinect é mais do que um game, é uma nova experiência”, disse Michael Levy, presidente da Microsoft no Brasil.

Nova rede e Xbox
Junto com o Kinect, finalmente chega ao Brasil a rede Xbox Live, que permite jogar online, interagir com outros jogadores, acumular pontos, comprar e experimentar jogos.

Acabou o velho problema de ter que buscar um endereço fora do Brasil para fazer uma conta — e a boa notícia é que será possível importar os MS Points, tempo de assinatura, status de jogos e outros dados para as contas brasileiras.

“É uma grande virória para a Microsoft Brasil”, disse Guilherme Camargo, gerente de Xbox 360 da Microsoft Brasil. A empresa diz que sabe quantos usuários da rede no mundo são brasileiros, por causa dos IPs, mas o número não é divulgado. A rede chega oficialmente ao país a partir de 10 de novembro.

A rede virá com a conta normal, que já vem com o game, e a Gold, que custará a partir de R$ 15 (por um mês). É essa conta que dará acesso aos games online — e será possível comprá-la não só com cartão de crédito brasileiro, mas também no varejo. Os MS Points também serão vendidos em lojas — custam a partir de R$ 12,50 (500 pontos).

O Kinect e a nova Xbox Live brasileira estarão no mercado para o Natal junto com o novo Xbox 360, que chega nas versões 4GB (R$ 1.299) e 250GB (R$ 1.899). Os consoles antigos, Arcade e Elite, continuarão a ser vendidos com desconto: R$ 999 e R$ 1.399, respectivamente. O Kinect é compatível com todos os modelos do console.

Está mais difícil fazer negócios no Brasil

País é campeão global da burocracia tributária, afirma o relatório “Doing Business 2011”, do Banco Mundial.

Fonte: Revista Amanhã / Agência Estado

Ficou ainda mais difícil fazer negócios no Brasil. O relatório Doing Business 2011, divulgado pelo Banco Mundial (Bird) ontem, mostra que o País ficou ainda mais hostil às empresas aqui instaladas: o Brasil caiu da 124.ª posição no ano passado para a 127.ª neste ano, após ajustes na metodologia, considerando 183 países.

O relatório analisa uma série de fatores que facilitam ou complicam a vida das empresas nos países: abertura de empresa, alvarás de construção, registro de propriedade, acesso a crédito, proteção a investidores, pagamento de impostos, facilidade para importação e exportação, cumprimento de contratos e fechamento de empresa. Os países com melhor colocação foram Cingapura, em primeiro lugar, seguida por Hong Kong, Nova Zelândia, Grã-Bretanha e Estados Unidos. Os piores são Guiné, em 179.º, Eritreia, Burundi, República Centro-Africana e, por último, Chade, em 183.º.

O Brasil piorou em quase todas as categorias. No item tempo para pagar impostos, o País é o campeão mundial da burocracia – no Brasil, são necessárias 2.600 horas para se pagar taxas, somando tempo para reunir comprovantes, procedimentos e outros. Como comparação, em países como Emirados Árabes são consumidas só 12 horas por ano.

Para abrir uma empresa no Brasil, são necessários 15 procedimentos. No Canadá e na Nova Zelândia, para comparar, basta um procedimento para abrir seu negócio. Enquanto no Brasil são necessários 120 dias para abrir a empresa, na Nova Zelândia basta um dia. Também para se conseguir um alvará de construção o Brasil bate recordes negativos: são necessários 411 dias. O Haiti é o lanterninha, com 1.179 dias, para ter autorização para construir alguma coisa. Em Cingapura, são 25 dias. A burocracia brasileira exige 14 procedimentos para se registrar uma propriedade. Na Geórgia, na Noruega e em Portugal é possível registrar uma propriedade com apenas um procedimento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Em dia de bom humor mundial, Bovespa sobe e atinge maior patamar desde maio de 2008

Fonte: EPAMINONDAS NETO – Folha.com  

As principais Bolsas de Valores tiveram um rodada de fortes ganhos na jornada desta quinta-feira. A injeção bilionária de recursos anunciada ontem pelo banco central americano animou os investidores, após a recepção “fria” da sessão anterior. Entre as ações brasileiras, os papéis dos bancos e de empresas baseadas em commodities (que subiram com força), tiveram altas entre 2% e 3%, puxando a recuperação da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), em seu quarto dia consecutivo “no azul”.

O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa paulista, teve alta de 1,52% no fechamento, aos 72.995 pontos. Nesse pontuação, a Bolsa se aproxima de seu patamar recorde (73.516 pontos, registrados no dia 20 de maio de 2008).

O giro financeiro foi de R$ 7,86 bilhões. Nos EUA, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, subiu 1,96% no encerramento das operações.

Na Europa, as Bolsas mais importantes atingiram seus maiores preços dos últimos sete meses. Em Londres, o índice FTSE avançou 1,97%, enquanto o Dax, da praça de Frankfurt, recuperou 1,92%.

“Hoje parece que houve um efeito ‘atrasado’ daquele anúncio do “Fed’, que o mercado avaliou melhor. No caso da Bolsa brasileira, o que também ajudou a alta foi a declaração do ministro Mantega [Fazenda], apontando para um crescimento do PIB de 8%”, comenta Ivanor Torres, chefe do departamento de análise da Geral Investimentos.

“Agora, a Bolsa está muito próxima do patamar recorde. Nós realmente achamos que o mercado pode romper essa máxima histórica, mas a partir desse ponto, nós entramos numa ‘zona perigosa’, que vai exigir mais cuidado do investidor”, acrescenta. “Nós temos recomendado aos clientes que sempre trabalhem com ‘stop loss’ [limite de perdas]”.

O dólar comercial recuou para R$ 1,678, em seu maior “tombo” (1,35%) desde junho. Os preços da moeda americana oscilaram entre R$ 1,690 e R$ 1,677.

Para profissionais do setor financeiro, é praticamente certo que o governo deve lançar novas medidas para conter a desvalorização cambial.

‘Com certeza, tem alguma medida ‘no forno’. O dólar caiu demais hoje, voltando para R$ 1,67. Acho que tem espaço, inclusive, para alguma realização amanhã, voltando a oscilar entre R$ 1,68 ou R$ 1,69′, comenta Glauber Romano, analista da Intercam Corretora. ‘O governo está estudando alguma nova medida, mas que ele vai tomar muito cuidado, para não por a perder toda a credibilidade que conquistamos nesses últimos anos’, acrescenta.

ECONOMIA MUNDIAL

Sondagem do instituto Markit indicou uma contração do setor de serviços nos países da zona do euro. O índice elaborado por esse instituto, e que reflete o nível de atividade de milhares de empresas, caiu de 54,1 em setembro para 53,3, a pontuação mínima em oito meses.

O BCE (Banco Central Europeu) manteve a taxa básica de juros para os países da zona do euro em 1%, sem surpreender o mercado financeiro. O juro primário é mantido nesse nível desde maio de 2009.

O Departamento de Trabalho dos EUA comunicou que os pedidos iniciais pelos benefícios do auxílio-desemprego atingiram o montante de 457 mil até a semana do dia 30 de outubro, em um aumento de 20 mil solicitações em relação ao número imediatamente anterior. O aumento foi maior do que o esperado por economistas do setor financeiro (consenso em 11 mil).

BRASIL

O IBGE registrou uma queda de 0,2% no nível da produção industrial brasileira em setembro ante agosto. Em relação a setembro de 2009, a produção industrial cresceu 6,3%. No acumulado dos últimos 12 meses, o indicador registra alta de 11,2%.

A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) apontou uma inflação de 1,04% em outubro ante 0,53% em setembro, no município de São Paulo, pela leitura do IPC (Índice de Preços ao Consumidor).

EMPRESAS

A Unilever, gigante americana de bens de consumo, registrou um lucro líquido de 1,34 bilhão de euros (US$ 1,88 bilhão), ou 0,43 euro por ação, pouco acima das expectativas do setor financeiro (0,41 euro por ação).

E o banco francês BNP anunciou um lucro líquido de 1,9 bilhão de euros (US$ 2,7 bilhões) no terceiro trimestre, o que significa um aumento de 46% na comparação anual, acima da média das previsões do setor financeiro.