Candidatos à Presidência votam acompanhados por aliados

Petista foi a 1ª a votar e esteve acompanhada de Tarso Genro, eleito no RS.
Serra votou por volta das 11h30 ao lado de Alckmin, Aloysio e Kassab.

Fonte: G1

    

Os dois candidatos à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), votaram neste domingo acompanhados de aliados. A petista deve acompanhar a apuração em Brasília, e o tucano, em São Paulo.

Dilma foi a primeira a votar. A petista esteve numa seção eleitoral em Porto Alegre por volta das 9h, acompanhada do governador eleito, Tarso Genro (PT).

Em seguida ela foi para a casa da filha, que fica a poucos metros do local de votação, e ficou lá por cerca de duas horas e meia. Pouco antes das 12h, ela deixou o local.

O presidente nacional do PMDB e da Câmara dos Deputados, Michel Temer (SP), candidato a vice-presidente na chapa de Dilma votou no final da manhã em São Paulo. Ele disse que estava “bastante animado” com o “exercício da democracia” e com a “perspectiva da vitória”.

       

Serra votou na capital paulista, por volta das 11h30, ao lado da mulher, Mônica, da filha Verônica, do governador eleito em São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), do atual governador, Alberto Goldman (PSDB), do senador eleito Aloysio Nunes (PSDB) e do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM).

Serra ficou cerca de 30 segundos na urna e posou pra fotos depois de votar.

O candidato a vice-presidente na chapa de Serra, o deputado Indio da Costa (DEM-RJ), votou às 8h40 em uma universidade particular na Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Com o adesivo de Serra colado no bolso do paletó, o candidato a vice criticou pesquisas de intenção de voto e se mostrou confiante na vitória do tucano.

“Podem ter certeza que as pesquisas estão erradas e não existe essa diferença de 10, 12 pontos. É muito diferente disso. Acredito em uma reviravolta. Independente de quem ganhe, acredito que será por poucos votos, uma diferença apertada”.

Mercado de celulares desacelera; smartphones seguem fortes

Fonte: Tarmo Virki – REUTERS

O avanço do mercado de celulares desacelerou ligeiramente no terceiro trimestre devido a preocupações quanto ao crescimento da economia e escassez de componentes, e a expansão do segmento pode diminuir ainda mais no trimestre em curso, informaram pesquisadores nesta sexta-feira.

O mercado de celulares –o maior em volume no setor de eletrônicos– disparou este ano, após recuar em 2009, quando a recessão prejudicou o consumo de equipamentos em todo o mundo.

Segundo a Strategy Analytics, o crescimento geral do mercado cedeu a 13%, em termos anualizados, no terceiro trimestre, ante 16% no primeiro semestre. Para o quarto trimestre, a entidade prevê nova redução do crescimento, para 10%.

“Escassez de componentes e a volatilidade atual da economia comprimiram ligeiramente os volumes”, disse o analista Neil Mawston.

“Estimamos que a escalada nas guerras dos celulares inteligentes resulte em avanços em termos de volume de aparelhos no quarto trimestre, mas a instabilidade na oferta de certos componentes pode significar que alguns fabricantes não sejam capazes de atingir a produção planejada de celulares”, acrescentou.

Diversos fabricantes de celulares, entre os quais Nokia e Sony Ericsson, afirmaram que a escassez de componentes fez com que as vendas no trimestre ficassem abaixo das expectativas.

“A ressaca causada pela crise econômica persistiu, com impacto da oferta restrita de componentes sobre o desempenho”, disse Geoff Blaber, analista da CCS Insight.

“A oferta vai continuar sendo um problema no quarto trimestre, quando uma enxurrada de celulares inteligentes e novos lançamentos de tablets aumentará a pressão sobre a oferta de componentes”, acrescentou.

O mercado de celulares inteligentes seguiu aquecido no trimestre passado, com as vendas do iPhone, da Apple, subindo 91% ante igual período em 2009, o que faz da empresa a quarta maior fabricante mundial de celulares em termos de volume.

Nova descoberta do pré-sal pode dobrar reservas de petróleo no Brasil

Fonte: Por Cirilo Junior

A ANP (Agência Nacional do Petróleo) informou nesta sexta-feira que a reserva de Libra, na Bacia de Santos, tem de 3,7 a 15 bilhões de barris de óleo equivalente. O mais provável, no entanto, é que a área tenha 7,9 bilhões de barris, segundo relatório da certificadora Gaffney, Cline & Associates.

PRÉ-SAL

A chamada camada pré-sal é uma faixa que se estende ao longo de 800 quilômetros entre os Estados do Espírito Santo e Santa Catarina, abaixo do leito do mar, e engloba três bacias sedimentares (Espírito Santo, Campos e Santos). O petróleo encontrado nesta área está a profundidades que superam os 7 mil metros, abaixo de uma extensa camada de sal que, segundo geólogos, conservam a qualidade do petróleo.

Vários campos e poços de petróleo já foram descobertos no pré-sal, entre eles o de Tupi, o principal. Há também os nomeados Guará, Bem-Te-Vi, Carioca, Júpiter e Iara, entre outros.

Estimativas apontam que a camada, no total, pode abrigar algo próximo de 100 bilhões de boe (barris de óleo equivalente) em reservas, o que colocaria o Brasil entre os dez maiores produtores do mundo.Se o potencial chegar a 15 bilhões, será a maior área já descoberta e vai mais que dobrar as reservas brasileiras, já que as confirmadas até o momento somam 14 bilhões de barris.

A descoberta já havia sido confirmada pela ANP e, ontem, o diretor-geral da agência, Haroldo Lima, disse que o potencial seria divulgado hoje.

A área de Libra pertence à União, e foi a segunda a ser perfurada pela Petrobras para a ANP. Antes, o prospecto de Franco havia sido explorado, e as estimativas apontaram reservas recuperáveis de até 5,45 bilhões de barrias de petróleo e gás natural.

Franco foi incluído na cessão onerosa dentro do processo de capitalização da Petrobras. Libra ficou de fora e pode ser uma das primeiras áreas a serem leiloadas, dentro do modelo de partilha. O novo marco, no entanto, ainda precisa ser aprovado no Congresso.

A exploração em Libra ainda não foi finalizada. Segundo a ANP, foram perfurados 5.410 metros, sendo 22 metros na camada pré-sal. Está previsto que a exploração chegue a até 6.500 metros, no início de dezembro.

Libra fica localizado a 183 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, e pode ser a maior descoberta já feita no Brasil. O prospecto de Tupi, também no pré-sal da bacia de Santos, tem reservas estimadas de 5 bilhões a 8 bilhões de barris de petróleo e gás.

Isso significa que a estimativa mais provável para Libra iguala o potencial máximo de Tupi. A perspectiva máxima para Libra representa o dobro de até quando Tupi pode chegar, em termos de reservas.

Dólar comercial fecha em queda de 0,64% a R$ 1,702

Fonte: Silvana Rocha, da Agência Estado

No mês, a moeda acumula alta de 0,59% e no ano, queda de 2,35%

SÃO PAULO – O mercado doméstico de câmbio encerrou a sessão e o mês de outubro com o dólar defendendo o patamar de R$ 1,70, reconquistado na sexta-feira da semana passada após o conjunto de medidas cambiais adotadas pelo governo para conter a excessiva apreciação do real.

O dólar comercial fechou em queda de 0,64% a R$ 1,702 no mercado interbancário de câmbio. No mês, a moeda acumula alta de 0,59% e no ano, queda de 2,35%. Na BM&F, o dólar fechou com perda de 0,65% a R$ 1,703. No mês, a moeda apura alta de 0,70% e no ano, perda de 2,29%. O euro comercial fechou hoje com perda de 0,71% a R$ 2,367.

Segundo operadores consultados pela AE, o recuo das cotações hoje resultou de um leque de fatores, como uma operação de exportação da Suzano calculada pelo mercado entre US$ 600 milhões e US$ 700 milhões, a forte pressão de investidores “vendidos” em dólar futuro para a formação de uma taxa Ptax de fim de mês mais fraca e ainda a virada do dólar para baixo em relação ao euro no mercado de moedas.

Segundo um profissional de tesouraria de um banco, apesar da pressão de baixa pontual hoje, os investidores continuam cautelosos, à espera de vários eventos importantes nos próximos dias, entre eles o segundo turno da eleição presidencial e o feriadão de Finados no Brasil; a eleição para o Congresso dos EUA na próxima terça-feira, além das reuniões de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano) na próxima quarta-feira (3/11) e do Banco do Japão na sexta-feira (5/11). Na próxima semana, também saem os dados de emprego do setor privado e público nos EUA, que poderão influenciar para a volatilidade dos ativos financeiros.

Câmbio turismo

Nas operações de câmbio turismo, o dólar subiu perdeu 1,11% hoje para R$ 1,787 (venda) e R$ 1,65 (compra). O euro turismo caiu 0,12% para R$ 2,477 (venda) e R$ 2,31 (compra).

 



Faculdade dará tablets para aprovados em vestibular

Fonte: Célio Yano, de EXAME.com

Ao todo serão distribuídos 20 mil aparelhos, que terão conexão Wi-Fi para download de material didático.

São Paulo – A Faculdade Interativa COC está oferecendo um motivo a mais para os candidatos se dedicarem aos estudos: cada aprovado no vestibular 2011 da instituição receberá gratuitamente um tablet, oferecido como parte do material didático. Com cursos de educação à distância, a faculdade pretende oferecer conteúdo das aulas por meio da prancheta eletrônica.

Ao todo, serão adquiridos 20 mil aparelhos fabricados na China, onde o presidente do COC, Chaim Zaher, esteve há duas semanas para negociar a encomenda. Segundo a instituição, apenas os alunos ingressantes terão direito ao dispositivo, que será entregue a partir de abril de 2011, de forma gradativa. As especificações do modelo ainda não foram informadas, mas sabe-se que o aparelho terá acesso à rede Wi-Fi para o download do material didático.

A proposta da empresa é associar o nome da faculdade ao caráter inovador do equipamento, que ganhou popularidade este ano com o lançamento do iPad, da Apple. “Queremos incentivar a inclusão digital, oferecendo ao acadêmico uma tecnologia que, por meio de pesquisa on-line, possibilite a busca por mais informações”, declara Jeferson Fagundes, diretor nacional de educação à distância do COC.

O vestibular da Faculdade Interativa COC será realizado no dia 5 de dezembro e tem inscrições abertas até o dia 2 do mesmo mês por meio do site da instituição, ou nos pólos de apoio presencial credenciados após o término das inscrições online. A lista de aprovados será divulgada no dia 14 de dezembro.

Intenções de voto à Presidência por região e sexo, segundo Ibope

Fonte: G1.com

Na média nacional, Dilma tem 57% dos votos válidos, contra 43% de Serra.
Margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O Ibope divulgou, na noite desta quinta-feira (28) nova pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República. Na média nacional, segundo o levantamento, a candidata petista Dilma Rousseff tem 57% dos votos válidos (que excluem brancos, nulos e indecisos), contra 43% do tucano José Serra. Na pesquisa anterior, divulgada no último dia 20, Dilma tinha 56% dos votos válidos, e Serra, 44%.

Além dos números gerais, o Ibope também calculou o percentual alcançado pelos candidatos em segmentos do eleitorado, como sexo e regiões do país [veja as intenções de voto nesses segmentos no quadro ao lado].

Eleitorado masculino e feminino
Entre os votos válidos (que excluem brancos, nulos e indecisos) de eleitores do sexo masculino, Dilma aparece com 59% das intenções de voto, contra 41% de Serra. Na pesquisa anterior, do último dia 20, Dilma tinha 58%, e Serra, 42%.

Já entre as mulheres, a petista tem 56% dos votos válidos, e Serra, 44%, segundo o Ibope. No levantamento anterior, a petista tinha 54% dos votos válidos, e Serra, 46%

Nos votos totais (que incluem brancos, nulos e indecisos), Dilma tem 55% das intenções de voto dos eleitores do sexo masculino, contra 39% de José Serra. Brancos e nulos somam 4%, e indecisos, 3%.

Na pesquisa anterior, esses índices eram de 53% das intenções de voto dos eleitores do sexo masculino, contra 39% de José Serra. Brancos e nulos somavam 5%, e indecisos, 3%

No eleitorado feminino, Dilma aparece com 50% das intenções de voto, e Serra, com 38%. Entre as mulheres, brancos e nulos totalizam 6%, e indecisos, também 6%.

No último levantamento, Dilma tinha 48% das intenções, e Serra, 41%. Brancos e nulos eram 5%, e indecisos, 6%.

Votos válidos por região
No Norte/Centro-Oeste, Dilma aparece na pesquisa com 55% dos votos válidos (que excluem brancos, nulos e indecisos). Serra tem 45%. No levantamento divulgado no dia 20, Dilma tinha 49%, e Serra, 51%.

No Nordeste, Dilma tem 68%, e Serra, 32%, apontou o Ibope. A pesquisa anterior apontava os mesmos índices para os dois candidatos.

No Sudeste, a petista tem 55%; o tucano, 45%. No levantamento da semana passada, esses índices eram de 53% e 47%, respectivamente.

No Sul, a candidata do PT tem 47%, e o candidato do PSDB, 53%. Na pesquisa anterior, Dilma tinha 50%, mesmo índice alcançado pelo candidato tucano.

Votos totais por região
Quando são considerados os votos totais (que incluem brancos, nulos e indecisos), Dilma tem 52% no Norte/Centro-Oeste, e Serra, 42%, informa a pesquisa. Brancos e nulos somam 3%, e indecisos, 4%. Na pesquisa anterior, a petista obteve 46%, e o tucano, 47%, no Norte/Centro-Oeste. Brancos e nulos somavam 5%, e indecisos, 3%.

No Nordeste, Dilma tem 63%, aponta o instituto, e Serra, 30%. Brancos e nulos são 4%, mesmo índice de indecisos. A candidata do PT tinha 64% no último dia 20, contra 31% do candidato do PSDB, e brancos e nulos somavam 4%, enquanto os indecisos eram 1%.

No Sudeste, Dilma tem 48%; Serra, 40%. Brancos e nulos totalizam 7%, e indecisos, 5%. O levantamento anterior mostrava Dilma com 45% das intenções, enquanto Serra tinha 41%. Brancos e nulos eram 7%, e indecisos, 6%.

No Sul, a petista tem 43% no levantamento desta quinta, e o tucano, 48%, indica o Ibope. Brancos e nulos são 5%, e indecisos, 4%. No levantamento anterior, Dilma tinha 47% e Serra, 46%. Brancos e nulos eram 4% e indecisos, 3%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 37596/2010. O Ibope entrevistou 3.010 eleitores, de 26 a 28 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Brasil lidera ranking de lançamento de ações no ano, diz Ernst & Young

Fonte: Folha.com

A captação de recursos por meio de IPOs (Oferta Pública Inicial, na sigla em inglês) cresceu no terceiro trimestre deste ano em todo o mundo, mesmo com a volatilidade do mercado registrada nos últimos meses, aponta levantamento da consultoria Ernst & Young.

De acordo com o relatório, os IPOs levantaram um total de US$ 52,7 bilhões entre julho e setembro, com 286 operações. No trimestre anterior, 311 IPOs geraram US$ 46,8 bilhões. Já no Brasil, o ritmo foi afetado por conta da capitalização da Petrobras e foi registrada apenas uma operação no período, no valor de US$ 91 milhões.

Entre janeiro e setembro, porém, o mercado de ações brasileiro lidera o ranking em número de operações –nove no período–, com valor acumulado de R$ 4,18 bilhões –também o maior da lista. Além disso, o país responde por boa parte do total latino-americano dos primeiros três trimestres, de US$ 4,95 bilhões em 16 operações.

“O mercado brasileiro estava em compasso de espera, aguardando a Petrobras para avaliar o apetite das compradoras. A expectativa é que o fim da capitalização destrave a fila. Até o fim do ano, são esperadas três ou quatro novas operações no país”, afirmou Paulo Sergio Dortas, sócio da área de IPOs da Ernst & Young Terco.

A consultoria aponta que, mesmo em meio à cautela dos investidores com a recuperação da economia global, 84% das transações mundiais no período atingiram o volume que pretendiam. Os IPOs nos primeiros nove meses de 2010 –US$ 152,7 bilhões levantados em 888 operações– já superam o total do ano passado (US$ 112,6 bilhões em 577 negócios).

EMERGENTES

O crescimento das operações foi influenciado pelos mercados asiáticos no trimestre. A abertura de capital do Agricultural Bank, da China, somou US$ 22,1 bilhões, –o maior IPO da história– respondendo por quase metade (42%) do total de fundos levantados globalmente no trimestre.

As emissões asiáticas respondem por 83% do volume total em dólares (US$ 43,8 bilhões em 173 operações) no terceiro trimestre. Apenas na China é responsável por 76% do levantamento de recursos no mundo (US$ 40,1 bilhões em 110 negócios, um aumento de 147% em relação à soma total do segundo trimestre).

Além disso, os mercados emergentes foram responsáveis por metade dos 20 maiores IPOs no terceiro trimestre. Todos esses negócios aconteceram na Ásia: China (8), Indonésia (1) e Índia (1). A outra metade foi proveniente de mercados desenvolvidos: Estados Unidos (3), Reino Unido (2), Canadá (2), Holanda (1), Alemanha (1) e Austrália (1).