Brazilians wait for official results in presidential vote

 By Helena de Moura, CNN

(CNN) — Millions of voters lined up across Brazil’s vast territory on Sunday in a heated presidential runoff pitting Dilma Rousseff, a former guerrilla-fighter-turned-chief-of-staff against Sao Paulo Governor Jose Serra.

Officials with Brazil’s supreme electoral tribunal (TSE) said 135 million registered voters are expected to choose Brazil’s next head of state.

While Brazil’s official IBOPE poll has declared Rousseff, who is running on the PT Worker’s Party ballot, the winner, a more cautious TSE has reported that with 85 percent of the votes counted, Rousseff is leading Serra 54.67 percent to 45.33 percent.

Rousseff — President Luiz Inacio da Silva’s right-hand woman — has served as his chief of staff. Previously, as energy minister, she claims to have helped turn Brazil into one of the world’s leading energy giants. A former left-wing guerrilla fighter during the military dictatorship rule in the 1960s, Rousseff said during a congressional hearing that she was “barbarically tortured” after she was charged with subversion by the military regime.

Her opponent, Jose Serra, also suffered persecution during Brazil’s military rule and was forced into exile during the 1960s.

A centrist politician, he served as health minister during Fernando Henrique Cardoso’s government. He recently left his job as governor of Brazil’s richest state, Sao Paulo, to run for presidency.

Voters living abroad correspond to about 0.15 percent of the Brazilian electorate, about 200,000.

In 60 Brazilian cities, voters are using their thumbs instead of ballots on a newly launched biometric system, where voters scan their fingers to log in and vote.

TSE officials said all regions, however remote, will have the ubiquitous electronic voting machine. In indigenous areas in the Amazon, these voting machines are delivered by boats and helicopters. It costs the state of Amazonas 5 million reais. (U.S. $3 million) to place the voting machines.

One of the most challenging trajectories, officials said, is the one to Sao Gabriel da Cachoeira, a densly-forested area in the Amazon.

“There, our electronic machines first leave Manaus by plane,” said Pedro Batista, TSE Director for the Amazon.

“It’s loaded onto a helicopter, and then travels by boat before being carried on some one’s back for a long walk to a remote village,” he said.

In Sao Paulo, Brazil’s largest city, voters faced heavy rains and threats of flooding.

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Uma mulher no Planalto: Dilma é eleita presidente

Ex-ministra da Casa Civil vence a corrida ao Palácio do Planalto

Fonte:  Revista Veja – Mirella D’Elia

Pela primeira vez na história política do país, o Brasil será presidido por uma mulher. A mineira Dilma Vana Rousseff, 62, foi eleita presidente da República neste domingo. A vitória foi constatada por volta das 20h, quando, com 92,53% das urnas apuradas, a candidata ungida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a 55,43% dos votos e o candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, José Serra, estava com 44,57% dos votos ( 41,4 milhões).

Na primeira vez que disputou uma eleição, a ex-ministra da Casa Civil obteve a preferência de 51 milhões de eleitores, tornando-se a mulher mais votada em todas as eleições já realizadas no país. Apesar da façanha nas urnas, a petista não conseguiu bater o seu padrinho político. Em 2006, Lula foi reeleito com mais de 58 milhões de votos (60,8%) contra mais de 37 milhões de Geraldo Alckmin (39,1%).

Ao lado do governador eleito do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), a ex-ministra votou em um colégio de Porto Alegre (RS) pela manhã. Depois seguiu para Brasília. Acompanha a apuração e a divulgação oficial do resultado ao lado de Lula no Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente. 

Congresso e oposição – Ao assumir a presidência, em 1º de janeiro de 2011, Dilma terá o conforto de ter a seu favor um Congresso Nacional com ampla maioria. Na Câmara, obteve vantagem ainda maior do que a de Lula. Vai contar com mais de 350 dos 513 parlamentares. O PT tornou-se a maior bancada da Casa. O Senado, que tinha um equilíbrio maior de forças, também sucumbiu à onda vermelha. Um crescimento expressivo do PT e a maior bancada nas mãos do PMDB devem dar tranquilidade à nova presidente.

Os governistas somam ao menos 50 cadeiras (número ainda em aberto por causa da Lei da Ficha Limpa). Dilma terá o que Lula não teve: uma maioria qualificada, com mais de 3/5, não só na Câmara, mas também no Senado. Com essa sustentação, o governo tem uma base suficientemente grande até mesmo para aprovar mudanças na Constituição – que exigem o consentimento de 49 senadores e 308 deputados.

Por outro lado, a petista terá de lidar com uma oposição forte nos estados. O PSDB de Serra garantiu os governos de quatro estados já no primeiro turno – entre eles São Paulo e Minas Gerais, os dois maiores colégios eleitorais do país. No segundo turno, os tucanos brigam por mais quatro estados – Alagoas, Goiás, Pará e Piauí. Até 20h, os tucanos já haviam conquistado o governo de Goiás. O DEM levou Santa Catarina e Rio Grande do Norte já no primeiro turno.

Pouco conhecida da população até o momento em que Lula entrou em campo para apadrinhar sua candidatura, nunca havia disputado uma eleição. Era uma figura dos bastidores: foi secretária de governo no Rio Grande do Sul, ministra de Minas e Energia e da Casa Civil antes de subir ao palanque em 2010. Agora, se depara com o desafio de suceder o presidente mais popular da história política brasileira. E sair da sombra dele para alçar voo próprio.

Dilma é eleita primeira mulher presidente do Brasil

Fonte: UOL – Carlos Bencke e Maurício Savarese -Do UOL Eleições
Crédito de Imagen: G1.com

Após quatro meses de uma campanha em que temas morais e religiosos ofuscaram propostas concretas sobre temas importantes à nação, Dilma Rousseff é eleita a primeira presidente da história brasileira. A candidata petista derrotou o tucano José Serra em um segundo turno em que a abstenção superou os 20 milhões de eleitores.

Quatro segundos. Nenhuma palavra. Uma mesa distante da do chefe. Essa foi a participação de Dilma Rousseff na primeira propaganda eleitoral do candidato Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. Oito anos depois, ungida por seu mentor para sucedê-lo, a ex-ministra, na primeira disputa eleitoral de sua vida, transcendeu a fama de gestora sisuda para se tornar a primeira presidente da história brasileira.

Sem programa, um de seus desafios será provar que não é apenas uma sombra de Lula, dizem analistas. Além da confiança do presidente, o grande trunfo da petista foi a política de alianças adotada pelo PT e pelo próprio presidente para elegê-la. Graças ao apoio formal de PMDB, PCdoB, PDT, PRB, PR, PSB, PSC, PTC e PTN, a campanha de Dilma ganhou força com o início do horário eleitoral obrigatório. Com isso, a candidata ganhou personalidade.

Ficou por pouco o triunfo já no 1º turno, depois de uma onda de rumores e outra de denúncias envolvendo seus aliados. Para vencer na votação de 31 de outubro, a ex-ministra-chefe da Casa Civil teve de renovar seu pragmatismo assinando compromissos com religiosos, iniciar campanha negativa contra o rival José Serra (PSDB) e trocar a gagueira que a abatia nos idos de abril, na pré-campanha, por aquilo que chamou de “assertividade”, mas que foi considerado agressividade pelos adversários.

No caminho para ser hoje a presidente eleita do Brasil, Dilma sofreu para ganhar trânsito com políticos em geral e com eleitores mais animados em ver seu mentor do que a ela própria.

Precisou de dois Josés Eduardos para guiá-la: Dutra, presidente do PT, e Cardozo, secretário-geral do partido. Obediente e pragmática, atendeu prontamente aos conselhos do marqueteiro João Santana. Adotou novo visual.

A presidente eleita forjada na campanha é diferente da especialista em energia que, com seu temperamento forte, foi alçada ao primeiro time do governo após o escândalo do mensalão, em 2005.

Neste ano, tentou aliviar a imagem da mulher que passava descomposturas em colegas ministros. “Sou uma mulher dura cercada de homens meigos”, costuma dizer, em tom de ironia. Buscou evitar confrontos, mas às vezes partiu para o ataque, principalmente em momentos-chave do segundo turno.

Filiada ao PT há menos de uma década, a ex-pedetista Dilma conquistou seu primeiro cargo público pelo voto. No fim dos anos 80, ninguém pensava que a secretária de Finanças de Porto Alegre iria tão longe.

O mesmo se passou com quem a visse na mesma pasta do governo gaúcho, anos depois. Agora ela terá quatro anos para provar se é capaz de atuar como protagonista, e não como uma mera coadjuvante.

Sem programa

Dilma não precisou de uma Carta ao Povo Brasileiro –nos moldes da divulgada por Lula antes da campanha de 2002, indicando que não faria mudanças radicais na economia.

Mas, no segundo turno, comprometeu-se com questões religiosas. Após uma campanha contra ela em igrejas católicas e templos evangélicos, prometeu não enviar ao Congresso projetos que interfiram nesses assuntos. Assim, estancou a polêmica sobre sua posição a respeito da liberação do aborto.

“Em uma campanha com candidatos tão parecidos, essa carta foi um momento importante porque evitou maior acirramento e colocou as coisas no lugar”, disse ao UOL Eleições o cientista político Luciano Dias, do Ibep (Instituto Brasileiro de Estudos Políticos).

“A Dilma neobeata foi mais um sinal de pragmatismo. É um sinal de que a governabilidade será tão ou mais importante do que foi para Lula, já que ela não tem o mesmo estofo”, afirma Dias.

A presidente eleita insistiu tanto na defesa de avanços recentes que nem sequer apresentou plano de governo. “Sabemos o que acontecerá na parte econômica? Não. Sabemos se haverá reformas? Não. O que sabemos é que Dilma terá a sombra de Lula do começo ao fim de seu governo”, afirma Cláudio Couto, da FGV (Fundação Getúlio Vargas). “O sinal dado por sua campanha é de que as coisas vão continuar mais ou menos como estão.”

Ainda assim, com tantas dúvidas sobre o que virá, não houve solavancos no mercado financeiro. Está subentendido que serão mais quatro anos de autonomia não-formal do Banco Central, de câmbio flutuante, de investimento em infraestrutura e de medidas macroeconômicas em fatias, raramente em forma de pacotes. “A conversão do PT já está feita. Lula vai sair carregado nos braços, e o mercado já não liga”, afirma Dias.

A volúpia do PMDB e de aliados à esquerda, como PSB e PCdoB, mais poderosos depois das eleições 2010, também acende dúvidas sobre se a presidente eleita será capaz de acomodar tantos aliados de primeira hora em seu governo.

Adversários acusam e aliados reconhecem: Dilma não terá a mesma capacidade de articulação exercida por Lula. “E seria diferente se Serra vencesse?”, pergunta Couto.

Sem teflon

Na campanha, a presidente eleita mostrou que aprendeu mais uma lição de seu maior defensor: deixar pelo caminho aliados que se envolvam em práticas suspeitas.

Na reta final das eleições, Dilma sofreu ataques dos adversários por conta de sua ex-braço direito na Casa Civil, Erenice Guerra, demitida do ministério depois que seu filho se envolveu com lobistas. Lula fez o mesmo com José Dirceu e Antonio Palocci.

“Não vou aceitar que se julgue a minha pessoa com base no que aconteceu com um filho de uma ex-assessora”, disse Dilma. As pesquisas citaram o caso Erenice como principal fator para a disputa do segundo turno.

“A popularidade do Lula é resultado de décadas. A maior parte da popularidade de Dilma não vem dela mesma”, afirma Dias, do Ibep. “Até pela folgada maioria no Congresso, ela será mais observada pela mídia.”

Alguns dizem que Dilma esquentará o principal assento do Palácio do Planalto para que Lula retorne em 2014. Outros preferem vê-la como uma mulher forte, que sobreviveu à prisão e ao câncer para golpear um cenário político repleto de caras antigas. Uns tantos a consideram uma burocrata que terá dificuldades para conduzir o país por falta de ginga com os políticos de Brasília.

Com uma trajetória que só começou a ser conhecida há poucos meses, talvez o Brasil precise de quatro anos para saber a resposta.

Faltam referências –e plano de governo divulgado– para definir-se o que Dilma buscará de diferente em relação a Lula. Se é que fará isso. O dado concreto –como a própria gosta de dizer– é que ela ascendeu de figurante em 2002 a estrela em 2010.

Cobertura ao vivo do 2° turno das eleições 2010

Acompanhe ao vivo a cobertura das eleições 2010 nos principais sites de noticias do Brasil

Por: Dalton Assis

G1- Porta de Noticías da Globo

http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/ao-vivo.html

UOL

http://eleicoes.uol.com.br/2010/minuto-a-minuto/segundo-turno/

Jornal Folha  de S. Paulo – online

http://aovivo.folha.uol.com.br/especial/2010/eleicoes/apuracao-2_turno.shtml

Jornal Estado de S. Paulo

http://politica.estadao.com.br/eleicoes-2010/aovivo-apuracao/

Dilma loin devant après une campagne délétère

Fonte:  Le Figaro.fr  –Lamia Oualalou

Créditée de 56% des suffrages, elle devrait devenir la première présidente brésilienne. 

Les sanglots longs des violons d’Albinoni installent d’emblée l’ambiance lorsqu’à l’écran apparaît cette phrase: «Si Dilma est élue, regardez ce qui nous attend.» Présenté comme une fiction scientifique, le film raconte comment le Brésil plonge dans le chaos avec l’élection de la candidate du Parti des travailleurs (PT). On y voit Dilma Rousseff lancer la persécution contre son adversaire, José Serra, contraint de s’exiler aux États-Unis. Dans la foulée, elle réprime la presse et les églises. Le pays est à feu et à sang. Les États-Unis, la France et l’Angleterre rompent leurs relations avec Brasilia, qui n’a plus que l’appui de l’Iranien Mahmoud Ahmadinejad et du Vénézuélien Hugo Chavez.

Calqué sur le récent film hollywoodien 2012, qui annonce la fin du monde, ce clip n’est pas seulement l’initiative d’internautes militants. Il a été diffusé sur le site officiel de José Serra, le candidat du Parti de la social-démocratie brésilienne (PSDB). Jamais, depuis 1989, date de la première élection au suffrage universel après le rétablissement de la démocratie, un niveau aussi explicite de violence n’a marqué un scrutin. Alors qu’on pensait que l’élection de Luiz Inacio Lula da Silva, premier ouvrier à la tête de la République, avait sonné le glas des discours politiques fondés sur la peur, cette stratégie a été reprise par le PSDB. Il assure que, manquant d’expérience, Dilma sera la marionnette des mouvements sociaux et d’une extrême gauche prétendue toute puissante.

Ce ton catastrophiste est d’autant plus paradoxal que, contrairement à 1989, le Brésil va bien. La croissance dépassera 7% cette année -le record depuis vingt-cinq ans-, le chômage est tombé à 6,2% et les entreprises s’attendent à un record de consommation à Noël alors que plus de 30 millions de pauvres sont entrés dans la classe moyenne. Demain, les 136 millions de Brésiliens iront aux urnes avec l’envie d’oublier au plus vite une campagne négative qui a ignoré les véritables défis comme l’éducation, la santé et la poursuite de la réduction des inégalités. Cette semaine, les téléspectateurs ont assisté, éberlués, à une dispute entre les deux candidats pour savoir si José Serra avait été victime d’une agression par des militants du PT durant une marche de campagne, et si l’objet qu’il avait reçu sur la tête était une boulette de papier ou un rouleau de scotch.

Surtout, le thème religieux a été omniprésent, Dilma Rousseff étant accusée d’être en faveur de l’avortement. La campagne de plusieurs pasteurs évangélistes contre elle s’est poursuivie dans l’entre-deux-tours, relayée par des évêques catholiques. «Les évangélistes ont toujours été actifs sur la scène politique. La nouveauté, c’est le surgissement d’un activisme catholique conservateur dans un pays qui a longtemps été dominé par la Théologie de la Libération», souligne Maria das Dores Campos Machado, directrice du centre Politique et Religion de l’Université fédérale de Rio de Janeiro.

Intervention de Benoît XVI 

 

Alors que le thème s’essoufflait, le pape Benoît XVI l’a relancé jeudi en déclarant que les prêtres brésiliens avaient le devoir «d’émettre un jugement moral même en matière politique». Une intervention qui a été interprétée comme un encouragement par les religieux engagés contre Dilma Rousseff. Ceux-ci ont d’ailleurs en partie gagné: les candidats se sont engagés à ne pas légiférer sur l’avortement, aujourd’hui interdit. «Le prochain président devra mettre en musique des politiques publiques dans lesquelles l’élément religieux vient désormais limiter l’action de l’État», regrette l’analyste politique Maria Inês Nassif.

La campagne de José Serra, qui est passé en quelques semaines d’une tentative de récupérer l’héritage populaire de Lula à une stratégie d’attaque systématique doublée d’un appel aux valeurs conservatrices, semble toutefois repousser une partie de l’électorat. Ces derniers jours, le candidat du PSDB ne comptait plus que sur l’ultime débat télévisé, prévu vendredi soir, pour renverser la tendance. Les instituts de sondages donnaient Dilma Rousseff gagnante, avec au moins 56% des suffrages.

 

Elections, Fed et emploi scanderont la semaine à Wall Street

Fonte:Reuters/Le monde.fr

NEW YORK (Reuters) – C’est la semaine de vérité pour Wall Street où beaucoup d’investisseurs attendent une poussée républicaine aux élections de mi-mandat et un nouveau geste pour la croissance de la part de la Réserve fédérale.

Le troisième grand rendez-vous pour la Bourse sera vendredi, avec la publication de la statistique de l’emploi d’octobre.

Ajoutons-y les réunions de la Banque du Japon, de la Banque d’Angleterre et de la Banque centrale européenne, d’autres indicateurs économiques de poids et, toujours, les résultats de sociétés et on comprendra que les experts de Wall Street hésitent à fournir des pronostics pour l’orientation de la Bourse la semaine prochaine.

Une chose paraît sûre cependant: la volatilité sera forte. L’indice du CBOE la mesurant reste relativement bas mais il a progressé ces derniers jours. Passant pour un bon étalon du degré de fébrilité des investisseurs, il a gagné 1,5% vendredi.

Les traders pensent que la semaine s’achèvera sur une variation de l’ordre de 2,5%, dans un sens ou dans l’autre, sur la foi de l’activité options du fonds SPDR Q&P 500.

“Ce sera sans doute un marché très actif et très volatil parce qu’il y a beaucoup de paramètres”, commente John Praveen (Prudential International Investments Advisers).

C’est surtout à partir de mercredi que la Bourse risque de s’animer, avec la fin de la réunion de deux jours du comité de politique monétaire (Fomc) de la Fed. Ce qui veut dire que le début de semaine pourrait être incolore, surtout si les élections de mi-mandat donne le résultat attendu.

PLAISANTE SURPRISE

Les traders du forum de paris online InTrade donnent à plus de 90% la probabilité d’une victoire républicaine à la Chambre des Représentants mardi. Ce qui veut dire que le plus important serait non pas une victoire annoncée mais la marge avec laquelle les Républicains l’emporteraient.

InTrade donne une probabilité de 45% que les Républicains gagnent plus de 60 sièges à la Chambre qui en compte 435 – il leur en faut 39 pour en prendre le contrôle – et une probabilité de 55,5% qu’ils emportent le Sénat.

Si les Républicains font mieux que prévu, ce sera un coup de fouet pour Wall Street, peut-être dès mardi, si les sondages sortie des urnes vont dans ce sens.

“Il pourrait y avoir une réaction en fin de journée mardi mais seulement en cas de véritable grosse surprise”, dit Bernie McSherry (Cuttone & Co). “Si tout se passe comme prévu ou si c’est trop indécis, je pense que tout le monde s’abstiendra jusqu’au jour suivant”.

Quant au nouvel et prévisible assouplissement quantitatif (QE2) de la Fed, les anticipations sont allées décroissant en permanence ces derniers jours, ce qui explique que Wall Street ait fluctué étroitement mais ce qui laisse la voie libre également à une plaisante surprise.

La plupart des économistes pensent que la Fed rachètera pour 80 à 100 milliards de dollars d’actifs par mois, selon une récente enquête Reuters. Quant aux pronostics, sur le montant total que la Fed pourrait racheter, ils varient largement, de 250 à 2.000 milliards de dollars.

La Banque du Japon a avancé sa réunion monétaire, pour la caler juste après celle de la Fed. Elle durera deux jours, jeudi et vendredi, et les investisseurs pensent qu’elle pourrait bien augmenter ses rachats d’obligations, en réaction directe à la Fed.

Avec Leah Schnurr et Doris Frankel, Wilfrid Exbrayat pour le service français

Confira as manchetes dos principais jornais e revista deste domingo

Fonte: Folha.com

Jornais nacionais

Folha de S.Paulo
Dilma deve ser 1ª mulher eleita presidente, indica o Datafolha

Agora S.Paulo
Internet ensina como fazer aborto

O Estado de S.Paulo
Brasil vai às urnas para escolher sucessor de Lula

Jornal do Brasil
Agora é pra valer!

O Globo
Cartas dos brasileiros

Correio Braziliense
Vote hoje, cobre amanhã

Estado de Minas
Você decide

Diário do Nordeste
O destino do Brasil

A Tarde
Eleitores dizem qual será a cara do Brasil nos próximos 4 anos

Extra
Ufa! Acabou

Zero Hora
Dilma e Serra aos gaúchos

Revistas*

Veja
Ele sairá da Presidência, mas a Presidência sairá dele?

Época
O eleitor entrevista Dilma

IstoÉ
PSDB versus PT– O confronto entre os dois estilos de governo

Carta Capital
Uma guerra tucana

*

Jornais internacionais

The New York Times (EUA)
EUA veem complexidade em ligação entre bomba e Al Qaeda

The Washington Post (EUA)
Sanidade e medo reunidos

The Guardian (Reino Unido)
Pacote “sinistro” em avião de cargo inicia maior alerta de terror

Le Monde (França)
Biodiversidade: um acordo mundial decisivo é adotado

China Daily (China)
Wen nos EUA: construtivo

El País (Espanha)
“O plano de Cameron dá confiança; não haveria algo igual na Espanha”

Clarín (Argentina)
Cristina volta hoje a enfrentar a etapa pós-Kirchner